LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

sábado, 23 de abril de 2011

A ameaça da pornografia para as crianças - Um novo estudo que exige ações por P. John Flynn, L.C.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com/2011/04/ameaca-da-pornografia-para-as-criancas.html

Uma perspectiva cristã sobre a homossexualidade pelo doutor em filosofia William Lane Craig


Uma das questões mais importantes e voláteis que a Igreja enfrenta hoje é a questão da homossexualidade como um estilo de vida alternativo. A Igreja não pode se esquivar dessa questão. Eventos como o brutal assassinato de Matthew Shepherd, o estudante homossexual de Wyoming, ou os recentes escândalos envolvendo padres pedófilos, que abalaram a Igreja Católica, servem para trazer essa questão para o centro da cultura Americana.

Cristãos que rejeitam a legitimidade do estilo de vida homossexual são geralmente taxados de homofóbicos, intolerantes e até odiosos. Há uma grande intimidação em relação a essa questão. Algumas igrejas inclusive têm aprovado o estilo de vida homossexual e aceitam aqueles que praticam a homossexualidade como ministros da igreja.

E não pense que isso só tem acontecido em igrejas liberais. Um grupo de evangélicos chamado Evangelicals Concerned é um grupo de pessoas que aparentam ser cristãos nascidos-de-novo, crentes na Bíblia, mas também homossexuais praticantes. Eles alegam que a Bíblia não proíbe a atividade homossexual, ou que seus mandamentos não são válidos para hoje, mas são apenas reflexo da cultura na qual eles foram escritos. Essas pessoas podem ser ortodoxas em relação à Jesus e todas as outras áreas de ensino; mas eles pensam que é correto ser um homossexual praticante. Eu lembro de ouvir um acadêmico do Novo Testamento numa conferência profissional relatar a história de que uma vez foi falar em um de seus encontros: "As pessoas estavam seriamente preocupadas sobre o que você iria dizer", seu anfitrião disse depois do encontro. "Por quê?", ele perguntou surpreso. "Você sabe que eu não sou homofóbico!". "Ah, não, não era essa a preocupação", seu anfitrião afirmou. "Eles temiam que fosse você ser muito histórico-crítico!".

Então quem somos nós para dizer que esses aparentes cristãos sinceros estão errados?

Essa é uma pergunta muito importante. Quem somos nós para dizer que eles estão errados? Mas essa pergunta levanta uma pergunta ainda mais profunda, que deve ser respondida primeiro: o certo e o errado realmente existem? Antes de determinar o quê é certo ou errado, você tem que saber se realmente há um certo e errado.

Bem, qual é a base para dizer que o certo e o errado existem, que realmente há uma diferença entre os dois? Tradicionalmente, a resposta tem sido que os valores morais se baseiam em Deus. Deus é, pela Sua própria natureza, perfeitamente santo e bom. Ele é justo, paciente, misericordioso, generoso - tudo que é bom vem dele e é um reflexo de Seu caráter. Agora, a natureza perfeitamente boa de Deus se traduz em mandamentos para nós, que se tornam nossos deveres morais, por exemplo: "Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, entendimento e força", "Amarás o teu próximo como a ti mesmo", "Não matarás, furtarás, ou cometerás adultério". Essas coisas são certas ou erradas baseadas nos mandamentos de Deus. E os mandamentos de Deus não são arbitrários, mas fluem necessariamente de Sua natureza perfeita.

Esse é o entendimento Cristão de certo ou errado. Existe realmente um ser como Deus, que criou o mundo e nos criou à Sua imagem. E ele, realmente, nos ordenou certas coisas. Somos, realmente, obrigados a fazer certas coisas (e a não fazer outras). Moralidade não está apenas em sua mente. Ela é real. Quando falhamos em cumprir os mandamentos de Deus, nós estamos culpados perante Ele e necessitamos de Seu perdão. O problema não é só que nos sentimos culpados; nós realmente somos culpados, não importando como nos sentimos. Eu posso não me sentir culpado, porque eu tenho uma consciência insensível, cauterizada pelo pecado; mas, se eu tiver quebrado um mandamento de Deus, eu sou culpado, não importando como eu me sinta.

Então, por exemplo, se os Nazistas tivessem vencido a Segunda Guerra e alcançassem o objetivo de lavar a mente, ou exterminar quem quer que discordasse deles, para que, então, todos pensassem que o Holocausto tivesse sido algo bom, ainda assim seria errado, porque Deus afirma que é errado, não importando a opinião humana. Moralidade é baseada em Deus, então o certo e o errado existem realmente e não são afetados pelas opiniões humanas.

Eu enfatizei esse ponto por ser tão estranho para muitas pessoas na nossa sociedade hoje. Hoje muitas pessoas pensam no certo e errado não como uma questão de fato, mas como uma questão de gosto. Por exemplo, não há nenhum fato objetivo em brócolis ser gostoso. É gostoso para alguns, mas ruim para outros. Pode ser ruim para você, mas é bom para mim! As pessoas pensam o mesmo em relação aos valores morais. Algo pode ser errado para você, mas certo para mim. Não há nenhum certo e errado na verdade. É apenas uma questão de opinião.

Agora, se não há nenhum Deus, então eu penso que essas pessoas estão absolutamente corretas. Na ausência de Deus, tudo se torna relativo. Certo e errado se tornam relativos de acordo com diferentes culturas e sociedades. Sem Deus, quem dirá que os valores de uma cultura são melhores do que os de outra? Richard Taylor, que é um proeminente filósofo americano - e não é cristão -, esclarece isso enfaticamente. Observe atentamente o que ele diz:

"A idéia de... obrigação moral é clara o bastante, estabelecida essa referência a algum legislador superior... mais do que à referência ao estado. Em outras palavras, nossas obrigações morais podem... ser entendidas como aquelas que são impostas por Deus... Mas e se esse legislador mais-alto-que-o-homem não for mais levado em consideração? O conceito de obrigação moral... ainda assim fará sentido?"

Ele diz que a resposta é "Não!". Eu cito: "O conceito de obrigação moral não é inteligível à parte da idéia de Deus. As palavras permanecem, mas o sentido se foi".

Ele continua e diz:

"A era moderna, repudiando a idéia de legislador divino, todavia, tem tentado manter as idéias de moralmente certo e errado, sem se dar conta que ao colocar Deus de lado eles também aboliram o sentido do certo e errado. Assim, até pessoas instruídas algumas vezes declaram que certas coisas como guerra, ou aborto, ou a violação de certos direitos humanos são moralmente erradas, e pensam que disseram alguma coisa verdadeira e com sentido. As pessoas instruídas não precisam ser lembradas, entretanto, que tais questões nunca foram respondidas à parte da religião".

Você percebe o que esse filósofo não-Cristão está dizendo? Se não há Deus, se não há legislador divino, então não há nenhuma lei moral. Se não há lei moral, então não há nenhum certo e errado. Certo e errado são simples convenções humanas e leis variam de sociedade em sociedade. Mesmo se todas concordarem, continuariam sendo invenções humanas.

Então se Deus não existe, certo e errado não existem também. Qualquer coisa é válida, incluindo a homossexualidade. Então, uma das melhores maneiras de defender a legitimidade do estilo de vida homossexual é se tornar ateu. Mas o problema é que muitos defensores da homossexualidade não querem se tornar ateus. Em particular, eles querem afirmar que o certo e o errado existem. Então você os ouve fazendo julgamentos morais a todo tempo, por exemplo: "É errado discriminar os homossexuais". E esses julgamentos morais não são para serem entendidos como relativos a uma cultura ou sociedade. Eles condenariam uma sociedade como a Alemanha Nazista que lançou os homossexuais em campos de concentração, junto com os judeus e outros indesejáveis. Quando o Colorado formulou uma emenda proibindo certos direitos especiais para os homossexuais, Barbara Streisand convocou um boicote ao estado dizendo: "O clima moral no Colorado se tornou inaceitável".

Mas vimos que esses tipos de julgamentos morais não têm sentido a menos que Deus exista. Se Deus não existe, tudo é válido, incluindo a discriminação e perseguição aos homossexuais. Mas não pára por aí: homícidio, estupro, tortura, abuso infantil - nenhuma dessas coisas seriam erradas, pois sem Deus não existe certo e errado. Tudo é permitido.

Então se podemos fazer julgamentos morais sobre o que é certo ou errado, temos que afirmar que Deus existe. Mas, então, a mesma pergunta que nós começamos - "Quem é você para dizer que a homossexualidade é errada?" - pode ser devolvida aos ativistas homossexuais: "Quem é você para dizer que a homossexualidade é certa?". Se Deus existe, então não podemos ignorar o que Ele diz sobre o assunto. A resposta correta ao "Quem é você...?" é "Eu? Não sou ninguém! Deus determina o que é certo e errado, e eu só estou interessado em aprender e obedecer o que Ele diz."

Então deixe-me recapitular o que vimos até aqui. A questão da legitimidade do estilo de vida homossexual é uma pergunta sobre o que Deus tem a ver com isso. Se não há Deus, então não há certo e errado, e não faz diferença que estilo de vida você escolhe - o perseguidor dos homossexuais é moralmente equivalente ao defensor da homossexualidade. Mas se Deus existe, não podemos seguir nos baseando em nossas opiniões. Temos que descobrir o que Deus acha sobre o assunto.

Então como descobrir o que Deus pensa? O Cristão diz "veja na Bíblia". E a Bíblia nos diz que Deus abomina os atos homossexuais. Logo, eles estão errados.

Então, basicamente o raciocínio é o seguinte:

(1) Somos todos obrigados a fazer a vontade de Deus.

(2) A vontade de Deus é expressa na Bíblia.

(3) A Bíblia proíbe o comportamento homossexual.

(4) Logo, o comportamento homossexual é contrário à vontade de Deus, ou é errado.

Agora se alguém resistir a este raciocínio, ele deve negar ou (2) 'A Vontade de Deus é expressa na Bíblia', ou (3) 'A Bíblia proíbe o comportamento homossexual'.

Vamos ver o ponto (3) primeiro: A Bíblia, de fato, proíbe o comportamento homossexual? Agora, veja como eu coloco a questão. Eu não perguntei se a Bíblia proíbe a homossexualidade, mas, sim, se a Bíblia proíbe o comportamento homossexual! Essa é uma distinção importante. Ser homossexual é um estado ou uma orientação; uma pessoa que tem orientação homossexual pode jamais expressar essa orientação em ações. Por contraste, uma pessoa pode se envolver em atos homossexuais mesmo sendo de uma orientação heterossexual. O que a Bíblia condena são as ações e comportamento homossexual. A idéia de uma pessoa sendo homossexual por orientação é uma característica da psicologia moderna e pode ter sido desconhecida para as pessoas do mundo antigo. Eles estavam familiarizados com os atos homossexuais, e é isso que a Bíblia proíbe.

Isso tem implicações enormes. Significa que todo esse debate sobre a questão de se a homossexualidade é algo que já nasce com o individuo, ou é resultado de como você foi criado, na verdade, não importa no final. O que importa não é como você recebeu sua orientação, mas o que você faz com ela. Alguns defensores da homossexualidade anseiam em provar que seus genes, e não sua criação, é que determinam se você é homossexual, porque então o comportamento homossexual seria normal e correto. Mas essa conclusão não se segue de jeito algum. Só porque você é geneticamente pré-disposto a algum comportamento, não significa que tal comportamento é moralmente correto. Para exemplificar, alguns pesquisadores suspeitam que haja um gene que predispõe algumas pessoas ao alcoolismo. Isso significa que é correto para as pessoas com tal pré-disposição ir em frente e beber e se tornar um alcoólico? Óbvio que não! Se serve para qualquer coisa, serve para alertá-lo que deve se abster do álcool, para prevenir que isso aconteça. Agora, a verdade da questão é que nós não compreendemos completamente os papéis exercidos pela hereditariedade e a criação na produção da homossexualidade. Mas isso realmente não importa. Mesmo se a homossexualidade fosse completamente genética, esse fato ainda assim não seria nada distinto de um defeito de nascimento, como fissuras palatinas ou epilepsia. Não quer dizer que é normal e que não devamos tentar corrigir.

De qualquer forma, mesmo se a homossexualidade resultar da genética ou da criação, as pessoas geralmente não escolhem serem homossexuais. Muitos homossexuais testemunham o quão agonizante é se encontrar com esses desejos e lutar contra eles, e eles te dirão que nunca escolheram ser assim. E a Bíblia não condena uma pessoa por ter orientação homossexual. O que ela condena são os atos homossexuais. É perfeitamente possível ser homossexual e ainda assim ser um cristão cheio do Espírito e nascido de novo.

Assim como um alcoólico que está limpo se levanta num encontro dos AA e diz "Eu sou alcoólico", assim também um homossexual que está vivendo sem a prática e se mantendo puro deve estar pronto para se levantar em um encontro de oração e dizer "Eu sou um homossexual. Mas pela graça de Deus e pelo poder do Espírito Santo, eu tenho vivido separado para Cristo". E eu espero que tenhamos a coragem e o amor para recebê-lo como irmão ou irmã em Cristo.

Então, mais uma vez, a pergunta é: A Bíblia proíbe o comportamento homossexual? Bem, eu já disse que sim. A Bíblia é tão realista! Você pode esperar que ela não mencione um tópico como o comportamento homossexual, mas, de fato, existem seis lugares na Bíblia - três no Antigo Testamento e três no Novo Testamento - onde essa questão é abordada diretamente - para não mencionar todas as passagens que lidam com o casamento e a sexualidade, que tem implicações para essa questão. Em todas as seis passagens os atos homossexuais são inequivocamente condenados.

Em Levítico 18.22 diz que é abominação um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher. Em Levítico 20.13 a pena de morte é prescrita em Israel para tal ato, junto com adultério, incesto e bestialidade. Agora, algumas vezes, os defensores da homossexualidade interpretam essas passagens à luz de outras proibições do Antigo Testamento contra o contato com animais impuros como porcos. Assim como os Cristãos não obedecem todas as leis cerimoniais do Antigo Testamento, assim também, eles dizem, não temos que obedecer as proibições em relação aos atos homossexuais. Mas o problema com esse argumento é que o Novo Testamento reafirma a validade das proibições do Antigo Testamento sobre o comportamento homossexual, como veremos abaixo. Isso mostra que essas passagens não eram somente parte das leis cerimoniais do Antigo Testamento, que já se passaram, mas sim parte da eterna lei moral de Deus. O comportamento homossexual é um pecado sério para Deus. O terceiro lugar onde os atos homossexuais são mencionados no Antigo Testamento é na terrível história de Gênesis 19, na tentativa de abuso aos visitantes de Ló pelos homens de Sodoma, de onde se deriva a palavra sodomia. Deus destruiu Sodoma por causa da perversidade deles.

Agora, se isso não é o bastante, o Novo Testamento também proíbe o comportamento homossexual. Em 1 Coríntios 6.9-10 Paulo escreve: "Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus". A palavra traduzida como "sodomita" se refere, na literatura Grega, ao intercurso sexual passivo ou ativo entre homens (Como eu disse, a Bíblia é muito realista!). Essa palavra também é citada em 1 Timóteo 1.10 junto com fornicadores, ladrões, mentirosos e assassinos, como "contrário à sã doutrina". O mais longo tratamento da atividade homossexual está em Romanos 1.24-28. Aqui Paulo fala sobre como as pessoas se desviaram do Deus Criador e passaram a adorar falsos deuses criados por si mesmos.

Ele diz,

"Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro".

Acadêmicos liberais tem feito acrobacias para tentar dar outra explicação que não o sentido claro expresso nesses versículos. Alguns disseram que Paulo só está condenando a prática pagã do abuso de menores pelos homens. Mas tal interpretação é obviamente errada, visto que Paulo diz, nos versos 24 e 27, que esses atos homossexuais são cometidos "homens com homens" e no verso 26 ele fala de atos de lesbianismo também. Outros acadêmicos têm dito que Paulo só está condenando os heterossexuais que se envolvem em atos homossexuais, mas não os homossexuais que o fazem. Mas essa interpretação é inventada e anacrônica. Já dissemos que foi apenas nos tempos modernos que a idéia de homossexual com orientação heterossexual se desenvolveu. O que Paulo está condenando são os atos homossexuais, não importando a orientação. Dado o contexto dessa passagem do Antigo Testamento e do que diz Paulo em 1 Coríntios 6.9-10 e 1 Timóteo 1.10, é claro que Paulo está proibindo tais atos. Ele vê esse comportamento como evidência de uma mente corrompida que se afastou de Deus e foi entregue por Ele à degeneração moral.

Então a Bíblia é muito clara no que diz respeito ao comportamento homossexual. É contrário ao plano de Deus e é pecado. Mesmo que não existissem todas essas passagens explícitas que lidam com os atos homossexuais, tais atos ainda seriam proibidos sob o mandamento "Não adulterarás". O plano de Deus para a atividade sexual humana é reservado para o casamento: qualquer atividade sexual fora da segurança dos laços matrimoniais - seja sexo pré-matrimonial ou extraconjugal, homo ou heterossexual - é proibida. O sexo foi desenhado por Deus para o casamento.

Alguém pode dizer que, já que Deus fez o sexo para o casamento, então vamos permitir que os homossexuais se casem, para que não estejam cometendo adultério! Mas essa sugestão é uma interpretação completamente errada da intenção de Deus para o casamento. Na história da criação em Gênesis, nos é dito como Deus fez a mulher como uma auxiliadora ideal ao homem, o complemento perfeito dado por Deus. Então é dito: "Por essa razão, deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se ambos uma só carne". Esse é o padrão de Deus para o casamento e, no Novo Testamento, Paulo cita essa passagem e então diz: "Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja" (Ef. 5.32). Paulo diz que a união entre o homem e sua mulher é um símbolo vivo da unidade entre Cristo e seu povo, a Igreja. Quando pensamos nisso, podemos ver que terrível sacrilégio, que desprezo pelo plano de Deus, é a união homossexual. Isso ataca a intenção de Deus para a humanidade no momento da criação.

O que foi dito acima também demonstra o quão bobo é quando algum defensor da homossexualidade diz: "Jesus nunca condenou o comportamento homossexual, então por que deveríamos condenar?". Jesus não mencionou especificamente muitas coisas que sabemos que são erradas, tais como bestialidade ou tortura, mas isso não significa que ele as aprovou. O que Jesus faz é citar Gênesis para afirmar o padrão de Deus para o casamento como base de seu próprio ensinamento sobre o divórcio. Em Marcos 10.6-8, Ele diz: "Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne." Dois homens se tornando uma só carne no intercurso homossexual seria uma violação da ordem e intenção de Deus. Ele criou homem e mulher para serem indissoluvelmente unidos no casamento, não dois homens ou duas mulheres.

Para recapitular, então, a Bíblia clara e consistentemente proíbe a atividade homossexual. Então se a vontade de Deus é expressa na Bíblia, daí se segue que o comportamento homossexual é contrário à vontade de Deus.

Mas suponha que alguém negue o ponto (2) que a vontade de Deus é expressa na Bíblia. Suponha que ele diga que as proibições contra o comportamento homossexual eram válidas para aquele tempo e aquela cultura, mas não são mais válidas hoje. Afinal, a maioria de nós provavelmente concordaria que certos mandamentos na Bíblia são relativos à cultura. Por exemplo, a Bíblia diz que as mulheres cristãs não deveriam usar jóias e os homens não deveriam ter cabelos compridos. Mas a maioria de nós diria que apesar desses mandamentos terem uma essência atemporal - por exemplo, a regra de se vestir modestamente - esse príncipio pode ser expresso diferentemente em diferentes culturas. Da mesma forma, algumas pessoas estão dizendo que as proibições da Bíblia contra o comportamento homossexual não são mais válidas para nossos dias e Era.

Mas eu penso que essa objeção representa um sério erro de interpretação. Não há evidência de que o mandamento de Paulo em relação aos atos homossexuais sejam culturalmente relativos. Longe de ser um reflexo da cultura no qual ele escreveu, os mandamentos de Paulo eram totalmente contra-culturais! A atividade homossexual era difundida na Grécia antiga e na sociedade Romana, como é hoje nos Estados Unidos, e, ainda assim, Paulo se posicionou contra a cultura e se opôs a ela. Mais importante, temos visto que as proibições da Bíblia contra a atividade homossexual estão enraizadas, não na cultura, mas no padrão estabelecido por Deus para o casamento logo na criação. Você não pode negar que a proibição da Bíblia sobre as relações homossexuais expressam a vontade de Deus, a menos que rejeite também que o próprio casamento represente a vontade de Deus.

Bem, suponha que alguém diga: "Eu acredito em Deus, mas não no Deus da Bíblia. Por isso eu não acredito que a Bíblia expressa a vontade de Deus." O que você diria a essa pessoa?

Parece-me que existem duas formas de responder. Primeiro, você poderia tentar mostrar para ela que Deus se revelou na Bíblia. Essa é a tarefa da apologética cristã. Você pode falar sobre as evidências para a ressurreição de Jesus ou profecias cumpridas. As Escrituras nos ordenam a ter tal defesa pronta para compartilhar com qualquer um que nos perguntar por que acreditamos no que acreditamos (1Pe 3.15).

Ou segundo, você pode tentar mostrar que o comportamento homossexual é errado apelando para verdades morais aceitas pela maioria, que mesmo pessoas que não crêem na Bíblia aceitam. Enquanto essa abordagem é mais difícil, todavia, eu acredito ser crucial se nós, cristãos, quisermos impactar nossa cultura contemporânea. Vivemos em uma sociedade que é cada vez mais secular, cada vez mais pós-Cristã. Não podemos apenas apelar para a Bíblia se quisermos influenciar os legisladores, ou as escolas públicas, ou outras instituições, já que a maioria das pessoas não acredita mais na Bíblia. Devemos apresentar razões que tenham um apelo maior.

(Luiz Mott Considerado como o "papa" dos homossexuais brasileiros confessa que teve relações homossexuais com mais de 500 parceiro)


Por exemplo, eu acho que muitas pessoas concordariam com o princípio de que é errado se envolver em comportamento auto-destrutivo. Pois tal comportamento destrói o ser humano que é inerentemente valioso. Assim, muitas pessoas, eu acho, diriam que é errado se tornar alcoólico ou fumante viciado. Elas diriam que é bom comer bem e se exercitar. Além do mais, eu acho que quase todo mundo concordaria com o príncipio de que é errado se envolver em comportamento que prejudique uma outra pessoa. Por exemplo, nós restringimos os fumantes a certas áreas para que outras pessoas não inalem fumaça passivamente, e formulamos leis contra a embriaguez na direção para que pessoas inocentes não se machuquem. Quase todo mundo concorda que você não tem direito de se envolver em comportamento que seja destrutivo a outro ser humano.

Mas não é difícil demonstrar que o comportamento homossexual é um dos comportamentos mais auto-destrutivos e prejudiciais que uma pessoa pode se envolver. O fato não é publicamente divulgado. Hollywood e a mídia, inflexivelmente, tendem a colocar um ar de alegria sobre a homossexualidade, enquanto na verdade é um estilo de vida depressivo, perturbador e perigoso, tão viciante e destrutivo quanto o alcoolismo ou o fumo. Mas as estatísticas que eu vou compartilhar com você estão bem documentadas pelo Dr. Thomas Schmidt no seu memorável livro "Straight and Narrow?".

Para começar, existe uma quase compulsiva promiscuidade associada com o comportamento homossexual. 75% dos homens homossexuais têm mais de 100 parceiros durante toda a vida. Mais da metade desses parceiros são estranhos. Apenas 8% dos homens homossexuais e 7% das mulheres homossexuais têm relacionamentos que duram mais de três anos. Ninguém sabe a razão dessa promiscuidade estranha e obsessiva. Pode ser que os homossexuais estejam tentando satisfazer uma profunda necessidade psicológica através das relações sexuais, necessidade que nunca é satisfeita. Homens homossexuais têm em média 20 parceiros por ano. De acordo com o Dr. Schmidt:

"O número de homens homossexuais que experimenta algo como fidelidade vitalícia se torna, falando estatisticamente, quase sem sentido. A promiscuidade entre homens homossexuais não é um simples estereótipo, e não é simplesmente a experiência majoritária - é praticamente a única experiência. Fidelidade vitalícia é quase não-existente na experiência homossexual".

Aliada à promiscuidade compulsiva, o uso de drogas é difundido entre os homossexuais para aprofundar suas experiências sexuais. Os homossexuais de um modo geral são três vezes mais propensos a terem problemas com bebidas do que a população média. Estudos revelam que 47% dos homens homossexuais têm um histórico de abuso de álcool e 51% têm um histórico de abuso de drogas. Há uma correlação direta entre o número de parceiros e o nível de drogas consumidas.

Além do mais, de acordo com Schmidt, "Existem enormes evidências de que algumas desordens mentais ocorrem com muito mais frequência entre homossexuais". Por exemplo, 40% dos homens homossexuais tem um histórico de depressão profunda. Os homens de um modo geral apresentam um histórico de depressão de apenas 3%. De forma similar, 37% das mulheres homossexuais têm um histórico de depressão. Isso leva a um alto índice de suícidio. Os homossexuais são três vezes mais propensos a tentativas de suícidio do que a população média. De fato, homens homossexuais tem um índice de tentativa de suícidio seis vezes maior do que dos homens heterossexuais, e as mulheres homossexuais tentam se suicidar duas vezes mais do que mulheres heterossexuais. Nem a depressão nem o suícidio são os únicos problemas. Os estudos revelam que os homossexuais são mais propensos à prática de pedofilia do que os homens heterossexuais. Qualquer que seja a causa dessas desordens, o fato é que qualquer um que considere a possibilidade de se envolver num estilo de vida homossexual não pode se iludir sobre onde ele está entrando.

Outro segredo bem guardado é quão fisicamente perigoso o comportamento homossexual é. Não vou descrever o tipo de atividade sexual praticada pelos homossexuais, mas deixe-me dizer que nossos corpos, macho e fêmea, foram desenhados para o intercurso sexual de uma forma que os corpos de dois homens não foram. Como resultado, a atividade homossexual (80% é de homens) é muito destrutiva, resultando em problemas como danos à prostáta, úlceras e rupturas, incontinência crônica e diarréia.

Além desses problemas físicos, as doenças sexualmente transmissiveís são muito disseminadas entre a população homossexual. 75% dos homens homossexuais têm uma ou mais doenças sexualmente transmissíveis, não incluindo a AIDS. Isso inclui todo o tipo de infecções não-virais como gonorréia, sífilis, infecções bacterianas e parasitas. Também é comum entre os homossexuais doenças virais como herpes e hepatite B (que afeta 65% dos homens homossexuais), ambas sendo incuráveis, bem como a hepatite A e verrugas anais, que afetam 40% dos homens homossexuais. E eu sequer incluí a AIDS. Talvez a mais chocante e terrível estatística é que, deixando de lado aqueles que morrem devido a AIDS, a expectativa de vida do homem homossexual é de 45 anos, aproximadamente. E a do homem comum é de 70 anos.Se você incluir aqueles que morrem de AIDS, que agora afeta 30% dos homens homossexuais, a expectativa de vida cai para 39 anos de idade.

Então, eu acredito que se pode fazer uma boa defesa de que o comportamento homossexual é errado, apenas baseando-se em príncipios morais aceitos universalmente. Assim, totalmente à parte da proibição Bíblica, existem boas razões para considerar a atividade homossexual como errada.

Isso tem importantes implicações para a política pública em relação ao comportamento homossexual. Pois políticas e leis públicas são baseadas em princípios morais aceitos por todos. É por causa disso, por exemplo, que temos leis que regulam a venda de bebidas alcoólicas de várias formas, ou leis proibindo o jogo, ou restringindo o fumo. Essas restrições sobre a liberdade individual são impostas para o bem comum. Da mesma forma, alguns estados, como nosso estado da Geórgia, têm leis proibindo a sodomia, e a Suprema Corte afirmou que tais leis são constitucionais. Embora essas leis não sejam obrigatórias, elas são legais à luz do risco apresentado por tal comportamento.

Agora, em outros casos, leis obrigatórias em relação à homossexualidade podem ser propostas e os Cristãos tem que pensar bem sobre isso em relação aos indivíduos. Por exemplo, um Cristão pode não ver nenhuma razão para que não seja dada oportunidade igual de compra e aluguel de imóveis para pessoas que são homossexuais. Mas eu posso imaginar que um Cristão pode apresentar um projeto de lei contra as oportunidades de trabalho iguais para homossexuais. Pois alguns empregos podem ser inapropriados para tais pessoas. Por exemplo, você gostaria que uma lésbica praticante fosse a professora de educação física da sua filha na escola? Você gostaria de que o técnico do seu filho fosse um homossexual que entrasse no vestiário junto com os garotos? Eu não apoiaria uma lei que forçasse as escolas públicas a contratar essas pessoas.

Ou, novamente, as aulas de saúde das escolas públicas deveriam ensinar que a homossexualidade é um estilo de vida legítimo, ou será que os estudantes deveriam ler "Heather has Two Mommies" (Heather tem duas mamães)? As uniões homossexuais devem ser reconhecidas como sendo tão legais quanto os casamentos homossexuais? Deveria se permitir que os homossexuais adotassem crianças? Em todos esses casos, se pode argumentar a favor de restrições às liberdades homossexuais, se baseando no bem público e na saúde pública geral. Não é uma questão de impor os valores pessoais de alguém sobre outro alguém, visto que isso se baseia nos mesmos príncipios morais que são usados, por exemplo, para banir o uso de drogas ou restringir o uso de armas. A liberdade não significa licença para se envolver em ações que possam prejudicar aos outros.

Recapitulando, vimos que, primeiro, o certo e errado existem porque se baseiam em Deus. Então se quisermos saber o que é certo ou errado, devemos ver o que Deus diz sobre isso. Segundo, vimos que a Bíblia consistentemente e claramente proíbe os atos homossexuais, assim como proíbe todo o ato sexual fora do matrimônio. Terceiro, vimos que as proibições bíblicas em relação a tais comportamentos não podem ser explicadas à luz do contexto cultural nas quais foram escritas, porque tais proibições estão pautadas no plano divino para o casamento homem-mulher. Além do mais, mesmo à parte da Bíblia, existem príncipios morais universalmente aceitos que indicam que o comportamento homossexual é errado.

Agora, que aplicações práticas isso tem para todos nós como indivíduos?

Primeiro, se você é um homossexual ou tenha essa inclinação, se mantenha puro. Se você não é casado, deve praticar abstinência de toda atividade sexual. Eu sei que isso é difícil, mas o que Deus está pedindo que você faça é simplesmente o mesmo que ele requer de todas as pessoas solteiras. Isso significa não só manter seu corpo puro, mas especialmente sua mente. Assim como o homem heterossexual deve evitar a pornografia e a imaginação, você, também, precisa manter sua vida e pensamento limpos. Resista à tentação de racionalizar o pecado dizendo "Deus me fez assim". Deus deixou muito claro que ele não quer que você ceda aos seus pecados, mas sim que você O honre mantendo o corpo e a mente puros. Finalmente, procure aconselhamento profissional cristão. Com tempo e esforço, você pode vir a usufruir de relações normais e heterossexuais com sua esposa. Há esperança.

Segundo, para aqueles que são heterossexuais, precisamos nos lembrar que ser homossexual não é nenhum pecado. A maioria dos homossexuais não escolheu tal orientação e gostaria de mudar, se pudesse. Precisamos aceitar e apoiar carinhosamente irmãos e irmãs que lutam com esse problema. E, em geral, precisamos estender o amor de Deus a essas pessoas. Palavras vulgares e piadas sobre homossexuais jamais devem passar pelos lábios de um cristão. Se você se encontrar tendo prazer quando alguma aflição cai sobre um homossexual, ou se tem sentimentos de ódio aos homossexuais, então você precisa refletir bastante e com afinco nas palavras de Jesus relatadas em Mateus: "Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para Sodoma e Gomorra do que para você" (Mt. 10.15; 11.42).

por Dr. William Lane Craig

Fonte: http://www.pranselmomelo.com.br/2010/12/uma-perspectiva-crista-sobre.html

A farsa no uso do termo Homofobia por Vanessa Reis

Mídia brasileira segue confundindo a população sobre significado de homofobia.

Vanessa Reis - Estudande de Jornalismo

Se não houvesse um viés esquerdista na mídia, sites como este e este e este abordariam as notícias referentes ao Projeto de lei PLC 122/2006 com mais honestidade. Citariam que por trás de toda ditadura do politicamente correto há interesses políticos de acabar com a liberdade dos cidadãos, principalmente dos homossexuais. Não utilizariam o termo homofobia de forma enganosa.

Felipe Pena diz que a falta de articulação entre passado e presente e a visão do tempo como momentos isolados desencadeia uma esquizofrenia nos tempos modernos. Desse modo, o referente histórico se torna inacessível e a realidade histórica é apresentada como ideias e imagens espetacularizadas.

Assim, a mídia segue a favor da maré, enquanto sua obrigação seria justamente investigar. Apelando para a História, o que se sabe é que Estados totalitários começaram assim, forjando o aumento de poder de grupos como o movimento gay para depois bani-los totalmente. Em Cuba os homossexuais são presos devido a sua opção sexual. O que dizer do Irã, então? É preciso relacionar a falta de liberdade nesses locais com o esquerdismo de seus líderes para melhor compreender o que se passa.

O termo homofobia foi criado pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.

Resumindo, homofobia é o ódio que leva à violência, necessariamente. Críticas, piadinhas, olhares de estranhamento ou reprovação, comentários de quaisquer tipos, feitos inocentemente ou não, não são práticas homofóbicas, ao contrário do que a mídia propaga. Assim, o termo entra no vocabulário da população menos esclarecida (incluindo aí aqueles que se julgam super bem informados) de forma errônea e útil aos grupos que planejam segregar a população e utilizar a militância para fins políticos.

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão. (Para ler mais)

Fonte: http://www.portal3.com.br/hotsites/jornalismoonline2/a-farsa-no-uso-do-termo-homofobia/

O Brasil rumo à ditadura homossexual por Luiz Sérgio Solimeo

Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado, nos dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão.

Se esse projeto se transformar em lei ele punirá, com pena de prisão, todo aquele que criticar a prática ou a ideologia homossexual. Isto daria grande força para o movimento homossexual pelo mundo afora, reforçando o mesmo nos diversos países.

Ao mesmo tempo, tal projeto desmascara os verdadeiros objetivos do movimento homossexual, o que é de suma importância para todos aqueles que, por toda a parte, amam a liberdade.

Perseguição religiosa

O bispo de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, Dom Redovino Rizzardo, escrevendo sobre esse projeto de lei advertiu:

"O Senado Federal está apreciando o Projeto de Lei 122/2006, destinado a proteger a quem opta por atitudes e práticas homossexuais. ... Se aprovado, o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho. Assim, um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por 'ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'. A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão."[1]

Homossexualismo não é fonte de direitos

O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz − que se tem destacado no combate ao aborto e ao homossexualismo − publicou significativo artigo contra o projeto de lei, inserindo-o numa perspectiva mais ampla: a sistemática ofensiva do governo do atual presidente socialista do Brasil − Luís Inácio Lula da Silva − contra a vida e contra a família, em oposição frontal a princípios fundamentais da moral católica.

Em seu artigo, sob o título O governo Lula e o combate à castidade, Pe. Lodi estabelece o nexo entre o movimento abortista e o movimento homossexual:

"No governo Lula, a causa pró-aborto — que ataca diretamente a vida humana — anda de mãos dadas com a causa pró-homossexualismo — que ataca frontalmente a virtude da castidade, sobre a qual se funda a família. Desde o início de 2003, o governo vem fazendo todo o possível, seja internamente, seja perante a comunidade internacional (ONU e OEA), para glorificar o homossexualismo e tratar como criminosos ("homofóbicos") os que se opõem à conduta homossexual." [2]

Depois de fazer um elenco cronológico de todas as medidas do Governo Lula no sentido de favorecer o homossexualismo, o Pe. Lodi da Cruz analisa o atual projeto em discussão no Senado, o qual transformará o homossexualismo numa fonte de privilégio:

"Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoas, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém."[3]

O vício transformado em fonte de mérito

Por seu lado, a advogada Maria das Dores Dolly Guimarães pondera que, de acordo com o projeto, "o homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso." [4]

"Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos", enfatiza a advogada, que é presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida.

Ela exemplifica com alguns artigos do projeto de lei:

"A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ('manifestação de afetividade') por homossexuais (art. n.º 7)". Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica (art. n.º 4).

"A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo n.º 8: 'ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'", acrescenta, acentuando que "o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual poderá ser condenado a 3 a 5 anos de reclusão (art. n.º 5)."[5]

"Lei da Mordaça Gay"

Esse projeto de lei está sendo conhecido no Brasil como "Lei da Mordaça Gay", uma vez que, caso aprovado, tornará ilegal qualquer condenação ou crítica que se faça à prática homossexual.

Esse é justamente o tílulo do estudo do advogado Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo[6], no qual afirma:

"O projeto é flagrantemente inconstitucional e significa a implantação do totalitarismo e do terrorismo ideológico de Estado, com manifesta violação dos direitos à igualdade, à livre manifestação do pensamento, à inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, à não-discriminação por motivos de crença religiosa, convicção filosófica e política, e ao devido processo legal material ou substantivo (art. 5.º, caput, IV, VI, VIII, LIV, da Constituição)."[7]

Em outro artigo sobre o mesmo tema, o Dr. Krause mostra o aspecto ideológico marxista subjacente ao projeto em questão:

"O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia é a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico. .... Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infal ibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse."[8]

Homossexualidade não é "gênero", é conduta

O Prof. Uziel Santana, da Universidade Federal do Sergipe, explica de maneira simples e categórica o porque a "Lei da Mordaça Gay" é inconstitucional:
"Por que o Projeto de Lei 122/2006 é inconstitucional? É inconstitucional porque a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, como direito e garantia fundamental, que, primeiramente, "homens" e "mulheres" são iguais em direitos e obrigações, de modo que a Constituição não reconhece um terceiro gênero: o homossexual. E, se assim o é, como um projeto de lei ordinária pode tentar estabelecer super-direitos e a impossibilidade absoluta de crítica a um grupo de pessoas que, enquanto homossexuais, nem reconhecidos são pela Constituição? Para a Magna Carta, queiram eles ou não, estes são homens ou mulheres."[9]

Implantação de um regime policial

Podemos concluir esta resenha sobre o perigo que corre o Brasil de se transformar na primeira Ditadura Homossexual do mundo, com as seguintes considerações do já citado bispo de Dourados, Dom Revidio Rizzato:

"Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país."[10]

Notas:

Telefone para o seu Senador manifestando seu repúdio à Lei Da Mordaça. Insista para que ele se oponha à aprovação pelo Senado do PLC 122/2006. A ligação (grautita) para o Senado pode ser feita através do número

0800 61 22 11. Ou mande sua mensagem eletrônica: http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado

Divulgação: http://www.juliosevero.com/

Notas:

[1] Dom Redovino Rizzardo, cs, Quem são os discriminados? "Diário M.S.", Quinta-feira, 03 de Julho de 2008, at http://www.diarioms.com.br/leitura.php?can_id=15&id=77078#

[2] Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, O governo Lula e o combate à castidade at http://www.providaanapolis.org.br/govlucas.htm

[3] Lodi da Cruz, Art. cit.

[4] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=

[5] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=

[6] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272

[7] Krause: A lei da mordaça gay.

[8] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468

[9] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272

[10] Krause: A lei da mordaça gay.

[11] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/7012-o-brasil-rumo-a-ditadura-homossexual.html

GAYS MATAM MENINO DE 6 ANOS DURANTE RELAÇÃO SEXUAL

É surpreendente quando se tem o hábito de guardar os recortes de jornais, para consultá-los depois de muitos anos, mostrando certas evidências raramente expostas. Foi quando descobri, entre os meus recortes, essa notícia, que saiu no jornal O Estado de São Paulo, do dia 25 de agosto de 1993. Veja a transcrição abaixo:

“Homossexuais são condenados pela morte de menino de 6 anos"

O garoto, que era criado pelos dois, foi morto em 1991 durante relação sexual

GUARATINGUETÁ - Em julgamento que começou na segunda-feira e só terminou na noite de anteontem, em Guaratinguetá, cidade paulista localizada no Vale do Paraíba, os homessexuais Hélcio Fabiano de Souza e Antônio Carlos Barbosa foram condenados a 29 e 13 anos de prisão, respectivamente, pela morte de um menino de 6 anos. O crime ocorreu no dia 26 de junho de 1991, no então distrito de Potim (hoje transformado em cidade) e revoltou a população local. Souza e Barbosa foram presos quatro dias depois do crime.

Souza e Barbosa viviam juntos e criavam o menino Mauro Jacinto, com o qual costumavam manter relações sexuais. Durante uma dessas relações, Souza socou a cabeça do menino contra a cama, provocando-lhe traumatismo craniano e morte cerebral.

A advogada de defesa de Souza, Iara Cristina Dixon Moreira de Godoy, tentou desclassificar os delitos cometidos por seu cliente. Alegou que ele não poderia ser condenado por ter problemas mentais.

A advogada pretendia que Souza fosse incurso apenas no crime de lesão corporal seguida de morte, que o condenaria a uma pena menor. O júri não aceitou a tese da defesa e pediu a pena máxima.

O advogado de defesa de Barbosa, Alberto Kalhill, negou que seu cliente tivesse participado da morte do menino. Mas a promotora Benedita Moura dos Santos Azevedo alegou que Barbosa também abusava sexualmente do menor há muito tempo, inclusive no dia do crime.

Souza recebeu pena somada de 29 anos, 5 meses e 15 dias, pela prática de três delitos. Ele foi condenado por atentado violento ao pudor em continuidade demitiva contra criança, recebendo a pena de 13 anos, 1 mês e 15 dias. Pelo crime de homicídio qualificado contra criança foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado e por crime de lesão corporal contra criança, mais quatro meses de prisão. Barbosa, seu companheiro, foi condenado apenas pelo crime de atentado violento ao pudor em continuidade demitiva contra criança, recebendo a pena de 13 anos, 1 mês e 15 dias de prisão em regime fechado. (Transcrição integral) (Jefferson Mello - O Estado de São Paulo - Cidades - 25 de agosto de 1993, p. 2. Quarta-feira) ”

Existem outros recortes, mas que na época não tive o cuidado de fazê-lo. Isto é, nos tempos em que casos de pedofilias não eram conhecidos pela maioria da população, e quando a mídia se afloxoudivulgava com mais liberdade certos casos do que hoje. Naquela ocasião, eu sabia que por mais imparcial que seja a imprensa, e idealista que seja o jornalista, todos somos de uma certa forma manipulados. E a oportunidade que tivemos em um dado momento, podemos não tê-la em um outro. Portanto, guardar os registros sempre é um procedimento importante. Creio que perdi muitas dessas oportunidades.

Mas aqui entra uma questão que pouquíssimos consideram: Há uma relação entre homossexualidade e pedofilia. Ainda que muitos dizem que não tem nada a ver. Na verdade, muitas experiências homossexuais começaram na infância. Casos de iniciação pedófila levam à homossexualidade. A título de observação, quais são os vocabulários para definir os homossexuais?

Muitos chamam-os de gays ou simplesmente homossexuais. Sendo as expressões bicha e viado consideradas ofensivas. Eu prefiro o termo original. O mais antigo a meu ver, e que é bíblico: Sodomitas, justamente porque provém da cidade de Sodoma. Mas poucos conhecem uma outra palavra, ou até pareceu que foi esquecida:Pederastia. Isto é, o termo pederasta é o sinônimo de homossexual. Detalhe é que no meu Minidicionário da Língua Portuguesa (o Aurélio),pederastia significa homossexualismo masculino.

Acontece que o prefixo ped da palavra pederastia é de origem grega, de paids, e que significa “criança”. De onde vem as palavraspediatria, pedagogia, pedagogo e por fim, pedofilia e pedófilo. Se naquele tempo usavam esse prefixo no vocabulário para definir um homossexual, é porque já era de conhecimento a relação pervertida entre homens e meninos.

Existe um projeto do movimento gay, cuja finalidade é de levar a sociedade a permitir relações homossexuais entre homens e meninos. Organizações como a NAMBLA, nos EUA, tem como meta, abolir as restrições de modo que seja permitido ter relações sexuais com meninos de 8 anos de idade. Veja no blog de Julio Severo, onde são apresentadasos dados sobre casos de estupros de meninos, as metas do NAMBLA e as fontes de pesquisas:


Onde começou tudo isso


Ao que tudo indica, foi com o Relatório Kinsey (Alfred Charles Kinsey), que inspirou várias figuras importantes como o filósofo Rene Guyon (pedófilo), Dr. Harry Benjamin e entre outras, Hugh Hefner, o criador da revista Playboy. Essa revista foi (ou continua sendo) utilizada por pedófilos, como primeiros passos para atrair as crianças. Veja mais detalhes em http://www.desafiodasseitas.org.br/m-26.htm

(1), onde apresenta o questionamento das pesquisas feitas por Kinsey.

(1)Caso não consiga acessar o site, tente o cache do Google.

Na verdade, o Relatório Kinsey influenciou toda uma geração, seus costumes e pensamentos sobre a sexualidade. Foi graças a ele que a APA (Associação Psiquiátrica Americana) removeu o homossexualismo da categoria de desordens de seu Manual Estatístico e Diagnóstico de Desordens Psiquiátricas.

Segundo a psicóloga Rozângela Alves Justino, o Conselho Federal de Psicologia (Rio de Janeiro) é constituído por muitos homossexuais deliberando em causa própria. E segundo as normativas desse Conselho, está proibido para um psicólogo tratar a homossexualidade como um transtorno psíquico. Ela mesma foi censurada por ter essa postura, e de oferecer terapia de cura para quem que a procura para o tratamento (Revista Veja, 12 de agosto de 2009, p. 15).

Na verdade, Rozângela está proibida pelo Conselho Federal de Psicologia de dar o parecer (profissional) sobre a homossexualidade como distúrbio psicológico. Ela, no entanto, se posiciona de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), que diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e que portanto, sujeito ao tratamento. Veja suas frases, tiradas da revista:

“Normalmente as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento.” (...) “A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.” (...) “Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Perderam a atração homossexual, que foi se minimizando. Deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios.” (...) “Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado.”

O artigo é interessante. Mas particularmente a foto dela, escondida atrás de uma máscara cirúrgica e de um par de óculos escuros, é ridícula. Mesmo sabendo que é uma forma de se proteger, porque sente-se ameaçada pelas suas opiniões. Isto é, de fato ela é discriminada por isso.

As Paradas Gays

Ao que tudo indica, os movimentos gays estão avançando muito nos seus projetos, inspirados ao NAMBLA e outros grupos homossexuais principais no mundo afora. Por exemplo, as paradas gays aos poucos vão ganhando a confiança e o apoio dos heterossexuais. Pais levam seus filhos crianças para assistirem ao evento. No ano passado, fiz essas fotos, do evento ocorrido na Av. Paulista:

Acredite: A gravata não foi “colocada” lá. De fato o sujeito deixou-a nessa posição.


Menino observando a parada gay na Rua da Consolação.



Suposta mãe com sua filha se divertindo durante o desfile da parada gay.Fonte Via: http://www.pranselmomelo.com.br/2011/03/gays-matam-menino-de-6-anos-durante.html


A Rede Globo de TV fez nesse sábado, à véspera da Parada Gay, uma vasta publicidade do evento (nos programas de notícias), e que a cada ano vem aumentando em número de freqüentadores. A finalidade da Parada Gay é muito mais do que conseguir os novos defensores da causa dos homossexuais, e congêneres. Eles têm por objetivo, conseguir a criminalização da homofobia. Isto é, todos aqueles que se posicionam contra a postura sodomita serão sujeitos às punições. Basta expor a sua opinião contrária à homossexualidde,mesmo que seja de maneira mais respeitosa possível, e você poderá ser preso. Na verdade, se a lei PLC 122/2006 for aprovada, isso significa o começo de uma censura: A lei da mordaça gay.
Veja os seguintes links :http://www.clubjus.com.br/cbjur.php?artigos&ver=2.10584 

(Vanessa Reis, estudante de jornalismo). Tem um link que leva ao site de Olavo de Carvalho:• A farsa do uso do termo homofobia(Vanessa Reis, estudante de jornalismo).



• Metáfora punitiva


Outros links:


• PLC 122/06 (lei da mordaça gay): Fátima Cleide quer censura, multa e cadeia para quem contrariar homossexuais
http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/152

• O Brasil rumo à ditadura homossexual
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com/2011/04/o-brasil-rumo-ditadura-homossexual-por.html

• Projeto de Lei nº 5003-b/2001 (crimes de homofobia) - a lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo
http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo602.shtml


http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/04/farsa-no-uso-do-termo-homofobia-por.html

Tem um link que leva ao site de Olavo de Carvalho:
• Metáfora punitiva


Outros links:


• O Brasil rumo à ditadura homossexual
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com/2011/04/o-brasil-rumo-ditadura-homossexual-por.html



• Projeto de Lei nº 5003-b/2001 (crimes de homofobia) - a lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo


Na verdade, a Constituição brasileira garante os mesmos direitos aos homossexuais, gays e afins, no caso de violação dos seus direitos e das suas integridades. Isto é, qualquer um que se sente ofendido ou ameaçado, pode apelar-se à Constituição, e processar o ofensor ou qualquer um que ameaçasse a sua integridade física e moral (??). OProjeto Lei da Câmara (PLC 122/06) é, portanto, desnecessária.

Para finalizar...


Por que a relação sexual com a criança, preferencialmente meninos? Simplesmente para pervertê-lo, tirando-lhe o atributo natural, e que separa a diferença entre o homem e a mulher: A sua masculinidade a ser desenvolvida. A sexualidade é o elemento fundamental na formação do ser humano. Portanto, o desenvolvimento de uma sexualidade saudável é crucial. O problema é que muitos não concordam com o que é uma sexualidade saudável, normal. Não percebem que todos os valores humanos estão de uma certa forma interligados. A ética, as crenças e outros princípios em que devemos valorizar.


Isto é, se for adotado um comportamento sexual pervertido (o que muitos não concordam), trará grandes implicações nos demais valores adotados: A ética será pervertida, as crenças e os princípios igualmente serão pervertidos, sejam em graus maiores ou menores. E com toda a certeza não somente o que se considera como um amor saudável, mas todos os valores judaico-cristãos serão pervertidos. (*)


Ignoram o fato de que penetrar o pênis no ânus - órgão de onde sai todas os escrementos e toxinas do corpo -, correndo o risco de pegar uma infecção bacteriana (ou virótica), não pode ser normal. Pois, até a vagina da mulher, antes da penetração, se lubrifica com um fluido que elimina (ou reduz) a acidez, para facilitar a penetração e evitar a destruição dos espermatozóides. Tudo isso tem sabedoria. O sexo, nesse caso, percebe-se que é bonito. De outra forma é sujo, imundo. E traz complicações.

Fonte:Zadoque

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Juíza feminista não condena estuprador gay à prisão

Um professor que havia estuprado um de seus estudantes adolescentes confessou sua culpa, porém não precisará cumprir sentença na cadeia.


Gregory Pathiakis, 26, da cidade de Brockton, EUA, confessou que é culpado da acusação de aliciar e estuprar um menor de 16 anos. Ele também se confessou culpado de cinco acusações de posse de pornografia infantil e uma acusação de distribuição de material nocivo para um menor.

Pathiakis, que deixou seu emprego depois que a diretoria da escola questionou seu contato extracurricular com os estudantes, foi preso em janeiro de 2004 depois que um rapaz de 15 anos revelou para as autoridades que o professor do Colégio Middleboro o estuprou em 23 de dezembro de 2003.

Os promotores públicos pediram que a juíza Suzanne V. Delvecchio, do Superior Tribunal de Brockton, desse uma sentença para Pathiakis de quatro a oito anos numa prisão estadual, mais cinco anos de condicional. Ela anunciou apenas uma sentença de cadeia de 2 anos e meio, mais cinco anos de condicional — mas acabou suspendendo a sentença.

Delvecchio, a primeira mulher a ser nomeada juíza chefe do Superior Tribunal de Massachusetts, foi honrada em 2000 como a oradora principal no jantar anual da Associação de Advogados Gays e Lésbicos de Massachusetts.

Conforme noticiou WorldNetDaily, a juíza provocou um escândalo nacional em seu país neste mês depois de “condenar” um estuprador de crianças a uma sentença de apenas 60 dias.

O menor estuprado pelo professor escreveu uma declaração, lida pelo seu pai no tribunal, dizendo ao professor: “Sinto que você merece ficar na cadeia. Você é uma vergonha para todos os professores”.

O adolescente disse que o incidente o obrigou a deixar a escola e as atividades que ele amava. Hoje ele recebe educação escolar em casa.

A mãe do menino contou ao tribunal: “Você destruiu nosso filho e nossa família”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=48397 
 
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/juza-feminista-no-condena-estuprador.html

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Não podemos legalizar a prostituição, precisamos ser firmes. Um abismo puxa outro abismo, não limite para o pecado: SWING e PEDOFILIA, etc....

Orgias de "swing" promovem mais risco de contrair DST do que prostituição.

Um estudo holandês publicado na revista científica "British Medical Journal" mostra que praticantes de "swing", especialmente os que têm mais de 45 anos, apresentam índices mais altos de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) do que prostitutas.

O trabalho, feito pela pesquisadora Anne-Marie Niekamp, da Universidade de Maastricht, analisou pacientes que buscaram tratamento para DST entre 2007 e 2008 em três centros de saúde na Holanda. Ao todo, foram realizadas 9 mil consultas e um em cada nove pacientes era praticante de "swing", com idade média de 43 anos.

De acordo com Niekamp, o problema é que os "swingers" são extremamente vulneráveis às DST, já que a prática envolve troca de parceiros sexuais. Mas eles são praticamente ignorados pelos programas de prevenção.

O estudo mostrou que os índices de clamídia e gonorreia são de aproximadamente 10% entre heterossexuais, 14% entre homens gays e abaixo de 5% entre prostitutas do sexo feminino. Já entre os "swingers", a taxa é de 10,4%.

Os resultados indicaram que um em dez praticantes de "swing" apresentava clamídia e um em vinte, gonorreia.

A clamídia é a DST mais comum entre as mulheres e, em 70% dos casos, não há sintomas. A infecção, provocada por bactéria, pode causar doença inflamatória pélvica, gravidez fora do útero e infertilidade. A gonorreia também é uma infecção bacteriana que pode causar infertilidade, se não for adequadamente tratada.

Fonte: UOL

Comentário do Pastor Márcio de Souza

Eu falo dessa questão do swing faz tempo. Aqui no RJ a proliferação das casas de swing é gigantesca. Atrai gente de todas as idades e classes sociais e aparentemente, diminui o risco de contaminação, mas a matéria acima mostra que é mentira.

Fonte Via: http://ht.ly/4Eo6J

Fonte Internacional: 66 jovens malaios com tendências efeminadas vão para acampamento especial para serem reeducados

Alunos efeminados enviados para acampamentos

66 jovens malaios com tendências efeminadas vão para acampamento especial para serem reeducados

66 alunos da Malásia foram indicados como «efeminados» pelas suas escolas e serão agora enviados para um acampamento que abriu no passado domingo com o objectivo de «direccionar» estes jovens, noticia o jornal «New Straits Times».

As escolas foram instruídas em 2010 a «denunciar alunos que pudessem ser gays», visto a Malásia não tolerar a homossexualidade.

O director do Departamento de Educação do Estado de Terengganu, Razali Daud, diz que, embora os comportamentos sejam diferentes em cada um destes 66 jovens, estes não são «normais para rapazes daquela idade». Defende ainda que apenas estão a zelar por «um caminho adequando na vida» destes jovens.

(...)

Fonte Internacional: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/malasia-gays-acampamento-reeducar-preconceito-tvi24/1247884-4073.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O BRASIL DEVE CRIMINALIZAR A HOMOFOBIA? Segundo a Dra. Helena Lobo da Costa NÃO.

Segundo a Dra. Helena Lobo da Costa NÃO - Advogada e professora de Direito Processual Penal da Faculdade de Direito da USP - "O Direito Penal atual já está apto a agir em casos de agressões motivadas por intolerância sexual"



Candomblé e as demais "macumbas" se fortalece no Brasil com a participação dos homossexuais!

Clique no link abaixo para acessar os debates:
http://www.orkut.com.br/CommMsgs?cmm=73118&tid=5591836154720778188&na=3&nst=11&nid=73118-5591836154720778188-5591864080213011139

Historiador italiano diz que homossexualidade levou a decadência do Império Romano e sugere que AIDS é castigo divino

Roberto De Mattei é historiador e vice presidente do Centro Nacional de Pesquisa da Itália e está causando um grande escândalo ao afirmar em uma palestra que a cidade de Cartago era um "paraíso de devassidão e homossexuais" e que os bárbaros foram um instrumento divino para para "punir a transgressão moral" e eliminar "esta praga".

O professor universitário e historiador do cristianismo se baseou na obra de Salvian Marselha, do século V, para tecer suas afirmações. Em janeiro, ele defendeu ainda em uma rádio cristã que a teoria ainda era atual e que Deus estaria castigando a humanidade “Vivemos em uma época em que um dos piores vícios são alimentados pelos mass media e até consagrado na lei como os direitos humanos. Deus tira o bem do mal, mas o mal deve ter a sua pena no tempo ou na eternidade”, disse o historiador. Uma petição iniciada por acadêmicos já conta com mais de 10 mil assinaturas e pede sua demissão.

Fonte: Revista Ladoa

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Nota deste Blogger:

A INTOLERÂNCIA HOMOSSEXUAL É VIOLENTE E TERRORISTA, nenhum intelectual pode discordar da GAYSTAPO que começam as assinaturas por demissão, imaginam se os cristãos fizessem o mesmo. A minha filha tem um professor gay-homossexual, imagine se atacasse como os terrorista gays fazem contra os cristãos e pessoas que muitas vezes não tem "religião", mas, pensa diferente?

Está na hora da OAB, MPF, Ministério da Justiça acordar para a implantação da Ditadura Gay que será pior que a "Ditadura Militar" de 64.

Site informa que Marta Suplicy tenta dar truque nos evangélicos para aprovar lei autoritária Por Reinaldo Azevedo

Recebi do leitor “Thiago” o comentário que segue, reproduzindo um texto do site gay Mix Brasil. Ele faz um comentário em seguida. E eu encerro.

Por Marcelo Cia, Mix Brasil:

A senadora Marta Suplicy, do PT, atual relatora do PLC 122 - a lei que pretende criminalizar a homofobia no Brasil - fez uma alteração substancial no texto que tramita no Senado Federal. Na prática, a alteração permite que pregações em templos e igrejas condenem a homossexualidade.

É a forma encontrada pela Senadora e seus assessores para que o texto do PLC 122 passe pela barricada formada pelos parlamentares evangélicos. Agora o projeto deixa claro que a lei não se aplicará a templos religiosos, pregações ou quaisquer outros itens ligados a fé, desde que não incitem a violência.

O novo parágrafo diz: “O disposto no capítulo deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)”.

A liberdade de pregação e culto contra a homossexualidade, preservada pelo novo texto, não inclui as mídias eletrônicas. Isto é: continua vetado (sic), sob pena de multa, textos, vídeos e falas que condenem a homossexualidade publicados em sites ou transmitidos pela TV.

Thiago comenta

Quer dizer que, agora, a liberdade de expressão e de consciência tem local e meio para existir? Fora daí, não pode? Se o pastor lá faz uma pregação, no âmbito do culto, contra a homossexualidade, pode? E se ele pegar a gravação da mesma fala, transcrever e publicar no blog pessoal dele - não o da igreja? Cana?

É o Ocidente aprendendo com o Afeganistão…

Eu Comento

Thiago, não consegui saber se procede a informação de que Marta fez mesmo o que informa o site Mix Brasil. Se for assim, parece restar evidente que ela tem um novo orientador moral para assuntos de mídia: o Mulá Omar, chefe espiritual do Taliban. O que vai acima é tão estúpido que sou tentado a duvidar que ela tenha tido tal ousadia. Mas você sabe…

Até parece que a agressão à liberdade de culto, dentro das igrejas (!), é a única violência constitucional contida na PL 122. É só uma delas. Terá mesmo “A Loura”, como o chama seu companheiro Netinho de Paula, tido a ousadia de estabelecer os locais em que vigora a liberdade de expressão?

Vamos ver se conseguimos saber isso hoje. O PL 122 é um coquetel de inconstitucionalidades, do começo ao fim. Se essa foi a alternação que Marta fez, deu apenas uma maquiada no texto para ver se engana os evangélicos.

Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/site-informa-que-marta-suplicy-tenta-dar-truque-nos-evangelicos-para-aprovar-lei-autoritaria/

Cai por terra a mentira que 10% da população é gay! Nova pesquisa aponta 3.5% no máximo! Agora precisamos mostrar a outra mentira que o Brasil é campeão de assassinatos de Gays!

Apenas 3,5 por cento dos adultos nos EUA são lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros (LGBT), de acordo com um estudo realizado em abril 2011 pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

O relatório também constatou que apenas cerca de 0,3 por cento dos adultos americanos são transexuais.

"Entender o tamanho da população lésbica, gay, bissexual e transgénero (LGBT) é um primeiro passo crítico para informar uma série de políticas públicas e temas de investigação," escreveu Gary Gates, da Williams Distinguished Scholar na Faculdade de Direito da UCLA.

Gates ilustra que LGBT torna quase a população de Nova Jersey, que é o quarto menor estado da América de acordo com a massa de terra, mas é o décimo primeiro estado mais populoso.

Seus resultados foram divulgados pelo Instituto Williams, um filiado à UCLA que é especializado em estudos orientação sexual e identidade de gênero.

As informações para a pesquisa são baseadas em dois níveis-estaduais e quatro inquéritos nacionais de base populacional realizado entre os anos de 2004-2009. O estudo também revela a composição dos grupos.

Pouco mais da metade da população LGBT é bissexual, ou 1,8 por cento da população total dos EUA. As mulheres são muito mais propensas as serem bixessuais ​​do que os homens.

Sentimentos mistos sobre os Resultados

A comunidade LGBT tem sido amplamente dividida entre aqueles abraçando os resultados, e outros, expressando dúvidas. Os críticos dizem que alguns entrevistados podem ter se recusado a revelar sua homossexualidade, alegando que pode haver mais indivíduos gays do que o estudo aponta.

Mesmo Gates admitiu as dificuldades em manter a precisão, dizendo que "os métodos da pesquisa podem afetar a disposição dos entrevistados para relatar identidades e comportamentos."

No passado, grupos de defesa dos homossexuais se reuniram por trás da estimativa de "10 por cento," descrevendo a população homossexual masculina conforme citado no estudo de 1948 somente do sexo masculino realizado por Alfred Kinsey (grifo deste blogger - que era homossexual, bissexual, pedófilo, sodomita e masoquista - http://alfredkinsey-brasil.blogspot.com/)

Conhecido pelo estudo pioneiro sistemático da sexualidade humana, Kinsey escreveu que um em cada dez homens foi "mais ou menos, exclusivamente homossexuais durante pelo menos três anos entre as idades de 16 e 55.

Estudos subsequentes desde a década de 1990 contestam esses resultados. Mas só recentemente os principais defensores do LGBT distanciaram-se das pesquisas de Kinsey.

"Embora eu obviamente não possa verificar o estudo [UCLA] em primeira mão, ele nos lembra de que a noção de 5 por cento... ou mais absurdo a de 10 por cento da população seja gay é simplesmente falsa," diz Michael L. Brown, o autor de Aconteceu uma coisa estranha com a América.

Em seu livro, Brown descreve como uma minoria silenciosa, uma vez transformada na força principal que domina a cultura-pop, Notícias e política no Capitol Hill hoje.

"A coisa triste é que muitos americanos ainda acreditam no mito de 10 por cento, e na mídia popular, muitas vezes até alimentam este mito com declarações nesse sentido vindo de personagens em programas como Law and Order: A Unidade de Vítimas Especiais ," explicou Brown ao The Christian Post.

"Dito isto, sabemos que muitos dos jovens de hoje - especialmente as meninas - estão experimentando mais com as experiências bissexuais, mas ainda podemos estar razoavelmente confiantes em que, no final, apenas uma percentagem muito pequena se identificará como lésbica.”

Para visualizar o documento original do Instituto William na íntegra, acesse:

http://www2.law.ucla.edu/williamsinstitute/pdf/How-many-people-are-LGBT-Final.pdf

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Filósofo Olavo de Carvalho fala sobre homossexualidade

Filósofo brasileiro critica, de modo nu e cru, como os atos homossexuais são tratados como atos sacrossantos...




Fonte: http://extestemunhasdejeova.net/forum/viewtopic.php?f=24&t=8081

O ICER - Instituto de Cultura e Educação Reformada, uma Ong Calvinisa, apoia os Bispos brasileiros que vão interferir no Supremo em decisão gays para evitar a Institucionalização da Iniquidade.

UNIÃO HOMOSSEXUAL

Bispos brasileiros vão interferir no Supremo em decisão gays

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é desde a última quinta-feira, 7, consultora do Supremo Tribunal Federal (STF) para a decisão sobre reconhecer ou não a união civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil.

O STF aceitou o pedido da entidade, feito no fim de março através de petição, de ingressar como “amicus curiae” _meio jurídico democrático que significa algo como "amiga da corte", alguém que deve ser ouvida antes da decisão final.

Em seu despacho, o ministro Ayres Brito alega que o assunto pede mais discussões e opiniões diferentes, como a da CNBB, que é totalmente contra o reconhecimento das uniões gays. “Ante a relevância da matéria e a representatividade da peticionante (a CNBB), defiro a inclusão no processo, na qualidade de amicus curiae, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”, diz o ministro.

O Supremo está analisando a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132), do Governo do Rio de Janeiro, que pede tal reconhecimento e, se aprovada, abre jurisprudência para todo o resto do País. A data do julgamento do processo deve sair nesta semana.
Fonte: Mix Brasil

Via: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=13287

domingo, 10 de abril de 2011

THE CHILD LOVE MOVEMENT: UM OLHAR CRÍTICO SOBRE O ATIVISMO PEDÓFILO

THE CHILD LOVE MOVEMENT: UM OLHAR CRÍTICO SOBRE O ATIVISMO PEDÓFILO


Suheyla Fonseca Misirli Verhoeven∗


RESUMO


Esse trabalho visa descortinar alguns dos principais argumentos do movimento de ativismo pedófilo para que sejam abolidas as leis que criminalizam a prática sexual com pessoas de idade inferior ao mínimo legal estabelecido. Apesar de as organizações pedófilas repudiarem a idéia de violência para a obtenção do prazer carnal com uma criança, pregam ser natural o envolvimento sexual de pessoas, independentemente de suas idades, desde que haja o mútuo consentimento. Mostraremos, no presente artigo, as principais organizações que estão, ou já estiveram, em funcionamento e, principalmente, buscaremos demonstrar que a criança, apesar de não ser assexuada, é incapaz de dar seu livre consentimento para um envolvimento sexual.


PALAVRAS-CHAVE: CRIANÇAS, ATIVISMO PEDÓFILO.


ABSTRACT


This work aims to disclose some of the main arguments of the pedophile movement active in order to abolish the laws, which criminalize sexual practice with people under the age, already established. Although the pedophile organizations repudiate the idea of violence in order to obtain pleasure with a child, they claim to be natural the sexual involvement of people, independently of age, since it has mutual agreement. We will show, in the present article, the main organizations that are or had been, operating and mainly, we will try to demonstrate that the child, although not being non sexual, is incapable to give a free consent for a sexual involvement.


KEYWORDS: CHILDREN, PEDOPHILE MOVEMENT ACTIVE


∗ Advogada, Professora Universitária e Mestranda em Políticas Públicas e Processo do Centro Universitário Fluminense – UNIFLU – Faculdade de Direito de Campos, RJ.




INTRODUÇÃO


Engana-se quem pensa que os pedófilos apenas atuam trocando imagens eróticas e/ou pornográficas envolvendo crianças e/ou adolescentes ou praticando sexo com os menores de idade. Uma breve pesquisa acerca do ativismo pedófilo revela que as pessoas que compartilham o “amor” por jovens ou crianças estão se reunindo e começam a exigir que a sociedade reconheça o tipo de relação proposto e vislumbram como parte da trajetória de aceitação a proteção legal.


Movimentos mundiais a favor da abolição ou diminuição da idade mínima legal para o consentimento sexual de um indivíduo ganham força e organização: é crescente o número de adeptos às organizações que apoiam a pedofilia e a pressão feita pelos childlovers no poder legislativo em plano global já não pode ser ignorada.


O termo pedofilia tem origem grega e possui como tradução o amor/amizade pelas crianças. Pedófilo, frisam alguns especialistas, é aquele indivíduo que possui atração sexual primária ou exclusiva por crianças, mesmo sem nenhum contato sexual efetivo. Acrescentam que nem todos aqueles que praticam o abuso sexual de crianças é pedófilo, pois podem ter sido impulsionados por outras variáveis que não a predileção sexual por infantes. A pedofilia é atualmente considerada pela psiquiatria uma parafilia, espécie de desvio sexual.


Os ativistas pró- pedofilia pregam o livre amor (entendendo-se consequentemente sexo) entre os indivíduos, independentemente da idade dos amantes. Repudiam, enfaticamente, o ato sexual violento, considerando-se defensores somente do sexo com crianças quando as mesmas expressam consentimento e vontade nessa direção.


Um número considerável dessa tendência abolicionista encontra suas raízes nos próprios movimentos homossexuais que pregam a liberdade plena no ato sexual. Mas, apesar de grande parte dos ativistas pedófilos ser formada por pessoas que se atraem sexualmente por outras do mesmo gênero, expressivo número de adeptos desse pensamento é heterossexual.


Várias organizações possuem periódicos para publicação de seus ideais, sites, forum de discussões, assistência jurídica para membros e várias outras facilidades que demonstram o poder crescente que vêm adquirindo e que são facilmente percebidos pelo mundo através da Internet.



Como grande parte da exteriorização dessas organizações ocorrem pelo mundo virtual, a internet se solidificou como o instrumento principal para essa pesquisa. Devemos salientar que há muito sentimos com a escassez de material publicado a respeito das organizações de ativismo pedófilo, mas, confessamos, essa situação serviu de estímulo para que se elaborássemos o presente estudo.


Cabe nesse artigo confrontar o direito fundamental da liberdade, principal argumento das referidas organizações de liberação sexual entre adultos e crianças, com algumas informações a respeito das conseqüências de uma prematura experiência sexual por parte das crianças, pondo em xeque um outro princípio: o da dignidade da pessoa humana.


Esse trabalho é o resultado parcial da pesquisa que está sendo desenvolvida no grupo de pesquisa Teorias e Métodos de Interpretação dos Direitos Fundamentais do Mestrado da Faculdade de Direito de Campos, sob a orientação do professor Dr. Manoel Messias Peixinho.
 
1. ALGUMAS ORGANIZAÇÕES DE ATIVISMO PEDÓFILO EM FUNCIONAMENTO



1.1 NAMBLA1


The North American Man/Boy Love Association é baseada nas cidades de Nova York e São Francisco, nos Estados Unidos. Como sugere o nome da organização, trata da reunião de homens homossexuais (e algumas crianças e adolescentes do sexo masculino) que defendem, veementemente, a legalização da relação sexual entre homens e meninos, sob o argumento de que as minorias possuem o direito de livremente explorar a sexualidade.
1

A grande meta dessa organização é acabar com a opressão de homens e meninos que livremente consintam no relacionamento. Clama por adoção de leis capazes de proteger tanto as crianças que não repudiam determinada relação sexual, quanto à liberdade daquelas que se propõem exercer a sua própria sexualidade.


Nos anos 80, a NAMBLA informou ter 300 membros mas, a partir de então, passou a manter sigilo a respeito da quantidade de associados. Em uma investigação realizada em 1995 pelo FBI foi constatado que a organização contava com aproximadamente 1.100 membros. Estima-se que no ano de 2007 a quantidade de afiliados seja expressivamente maior.

A NAMBLA se descreve como um grupo de assistência aos relacionamentos intergeracionais , tem como slogan a liberdade sexual para todos e como objetivo o apoio aos direitos da criança/adolescente e adultos de escolherem seus parceiros com quem desejam dividir seus corpos.

Um dos seus principais argumentos é o de que leis que estipulam a idade do consentimento desnecessariamente criminaliza relações sexuais entre os menores de idade e os adultos. Uma de suas políticas mais expressivas é a da abolição do consentimento legal para que uma criança ou adolescente possa se permitir usufruir livremente se seu corpo com um adulto.


Informações retiradas do site http://www.nambla.org/, acesso em 15/05/2007     

1.2 MARTIJN2
A associação foi fundada na Holanda, em 1982, e luta pelo reconhecimento legal e pela aceitação social de relacionamentos sexuais entre adultos e crianças. Se revelam contra a política de “terror e discriminação” instaurada no cenário atual contra esse tipo de relacionamento.
Possuem a política de ajuda voluntária aos membros e disponibilizam publicações de interesse dos seus membros. São ações dessa associação:  
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Será emitido gratuitamente um certificado digital pelo ICER - Instituto de Cultura e Educação Reformada.

Fonte: http://intoleranciahomossexual.blogspot.com/