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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?
Julio Severo: A imprensa parcial se atropela em suas próprias tontices. O jornal Dourados Agora relata um assassinato, deixa claro que vítima e autor (ambos homens) do crime eram companheiros, mas atribui o termo “homossexual” somente à vítima. Deve ser algum novo padrão da mídia, que deve ter transformado a palavra “homossexual” em algum título de honra ou condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é o criminoso, não merece esse título e condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é a vítima, aí a mídia o condecora com o “honroso” título em suas “reportagens”. O cabeleireiro, que era barulhento e tinha hábitos noturnos, conforme a reportagem do Dourados Agora, foi assassinado quando ele e seu “companheiro” estavam usando drogas em plena madrugada. Tente imaginar o que um mundo só de praticantes de sodomia faria entre si se não mais houvesse homens que não praticam atos homossexuais… Confira agora a “reportagem”:

CABELEIREIRO TEM TESTÍCULOS E NARIZ ARRANCADOS POR NAMORADO

Um relacionamento homossexual terminou de forma trágica na madrugada de quinta-feira (25), em Alfenas, na Região Sul de Minas, quando o cabeleireiro G F P, 25 anos, foi brutalmente assassinado dentro de sua casa, no Centro da cidade.

O corpo da vítima foi encontrado caído atrás de um sofá, seminu, sem os testículos e parte do nariz, além de marcas de várias facadas.

O namorado da vítima, F H A, 20 anos, preso no início da tarde, confessou o crime.

A violência do crime chocou até mesmo os policiais que recolheram o corpo, após o trabalho da perícia.

Uma vizinha da casa que saía cedo para trabalhar reparou que havia sangue escorrendo na rua e que o rastro vinha de dentro da casa do cabeleireiro, passando pela garagem e seguia pela calçada.

A moradora, que não quis se identificar, contou também aos policiais que ouviu gritos na madrugada mas como Gilvan era uma pessoa de hábitos noturnos e que sempre fazia muito barulho, não estranhou, nem se levantou para ver o que estaria acontecendo.

O cabeleireiro era homossexual e morava no local que fica na parte de baixo de um sobrado há menos de um ano.

A casa tinha poucos móveis, muita coisa espalhada pelo chão, além de solvente de tinta e pó de extintor de incêndio.

Policiais disseram ainda que o crime ocorreu por volta de 4 horas da madrugada. Ao sair do local, o assassino teve o cuidado de fechar a porta.

No início da tarde, F, namorado de G, foi localizado em uma kitnet próxima ao Hospital Universitário Alzira Velano e portava duas facas.

Na delegacia, F teria confessado sobre a briga e o assassinato do companheiro, mas segundo policiais, não esclareceu a razão para o desentendimento.

Ele confessou ainda que usou gilete para mutilar o cabeleireiro. A suspeita é de que os dois tivessem usado drogas antes da tragédia. (Do Hoje em Dia)


Divulgação: www.juliosevero.com






 
 
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