LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Modelo de Arrogância Gay: "Sem patrocínio, Grupo Gay da Bahia ameaça boicotar empresas". Sem poder e sem a PL 122/06 já quer dominar, imaginam ocupando cargos nos governos? Agora a Marcha da Maconha exigirá o apoio das empresas, depois a Marcha da Pedofilia, depois a Marcha das Vadias, depois a Marcha para Jesus, depois a Marcha ????. Agora, Marcha para combater a Corrupção no Governo Petista e Carga Tributária que sufocam as Empresas que geram empregos Nem Pensar!

Sem patrocínio, Grupo Gay da Bahia ameaça boicotar empresas

 

ONG critica ausência de apoio privado para Parada Gay de Salvador, em setembro


Thiago Guimarães, iG Bahia

Diante da falta de apoio privado para a Parada Gay de Salvador, o Grupo Gay da Bahia, associação de defesa dos direitos dos homossexuais mais antiga do Brasil, quer promover uma campanha de boicote a empresas que não patrocinam eventos gays no País.

A 10ª edição da Parada Gay da Bahia ocorre no próximo dia 11 de setembro, e estima-se que vá reunir 1 milhão de pessoas pelas ruas da capital baiana. Com gastos estimados em R$ 150 mil, que incluem pagamento de 160 pessoas, entre seguranças e pessoal de logística, 2.000 lanches e ações de publicidade, não recebeu recursos de empresas de porte, segundo o GGB.

Queremos lançar essa discussão para gerar constrangimento (a empresas que evitam apoiar eventos gays). A gente tem que promover a conscientização de algum modo”

A associação diz ter encaminhado pedidos de patrocínio a oito grandes empresas – duas do ramo de telefonia, uma de alimentação, três shoppings e uma de combustíveis. Sem sucesso nas tentativas de captação, aponta preconceito do empresariado e sugere uma campanha de boicote a essas empresas em 2012.

“Empresários brasileiros são muito preconceituosos e pouco antenados com este mercado ‘cor de rosa’, diferentemente do que ocorre em Nova York, Amsterdã ou Roma. Por isso, estão perdendo um rico nicho de consumidores com alta renda”, afirmou, em nota, o fundador do GGB Luiz Mott.

Na avaliação da associação, o público LGBT representa 10% da população brasileira, e cerca de metade desse contingente ganha de oito a dez salários mínimos por mês, com gastos elevados em itens como viagens, bebidas, informática, telefonia, cultura e roupas de grife. “Muitos executivos ainda não se deram conta do potencial econômico desses 10% de brasileiros”, afirma a associação, em nota.

Presidente do GGB, Marcelo Cerqueira diz que até agora a associação arrecadou cerca de R$ 100 mil para a organização da parada - a maior parte dos recursos, contudo, veio na forma de permutas e convênios. O ativista critica o fato de o evento ter apoio de órgãos públicos - como governo da Bahia e Prefeitura de Salvador - e ser ignorado pelo empresariado mais abastado.

“Queremos lançar essa discussão para gerar constrangimento (a empresas que evitam apoiar eventos gays). A gente tem que promover a conscientização de algum modo”, afirma Cerqueira, sobre a possível campanha de boicote. “Uma campanha bem feita de boicote a alguma firma homofóbica é um pesadelo que nenhum empresário gostaria de enfrentar”, diz a nota da ONG.

Em que pesem as dificuldades de captação de recursos, o presidente do GGB diz que a parada está garantida, com cerca de dez trios elétricos e até 1 milhão de participantes nas ruas de Salvador, estimativa da Polícia Militar da Bahia.

Fonte: IG


2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Acho q seria interessante mostrar as fotos das paradas gay (não as q passam na Globo) pros empresários, aí eu queria ver se ele teriam interesse.
    Vejam: http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/108082/8

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