LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

domingo, 30 de outubro de 2011

Site do PT dominado pelos Gays Esquerdistas e Sodomitas criticam líderes da Assembleia de Deus e Evangélicos por defender princípíos bíblicos da família. Na próxima eleição não podemos votar em nenhum candidato do PT e pedir que nenhum evangélico seja filiado ao PT e partidos de esquerda e partidos contrários aos princípios da família!

Site do PT publica queixa da ABGLT contra Silas Malafaia no Ministério Público Federal



Site do PT publica queixa da ABGLT contra Silas Malafaia no Ministério Público Federal

Em 2007, a ABLT também fez queixa contra Julio Severo

A ABGLT — Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – entrou com um pedido na Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão, em Curitiba, para o Ministério Público apure denúncias sobre a veiculação, em rede de televisão que funciona por meio de concessão pública, da incitação da violência à população LGBT por parte do Pastor Silas Malafaia.
Segundo a ABGLT, entidade que congrega 237 organizações congêneres, em seu programa o pastor afirma que é preciso “baixar o porrete em cima, para os caras aprender a vergonha”.
Leia abaixo a íntegra do documento da entidade ao Ministério Público:
Ofício PR 236/2011 (TR/dh)
Curitiba, 24 de outubro de 2011
À: Exma. Sra. Gilda Pereira de Carvalho
Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão
pfdc001@pgr.mpf.gov.br
Assunto: Solicitação de tomada de providências – utilização de concessão de meio de comunicação para incitar a violência contra pessoas LGBT
Prezada Senhora,
A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – é uma entidade de abrangência nacional que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.
Neste sentido, recebemos diversas denúncias sobre a veiculação, em rede de televisão que funciona por meio de concessão pública, da incitação da violência à população LGBT por parte do Pastor Silas Malafaia, conforme pode ser averiguada em http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=tzZFJHm_Zto no qual o pastor afirma que é preciso “baixar o porrete em cima, para os caras aprender a vergonha”.
Nos últimos tempos, não tem sido pouca a cobertura da mídia nacional sobre ocorrências de violência contra as pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), especialmente na região da Avenida Paulista em São Paulo, entre outras.
Cabe apontar que esta situação de agressão contra a população LGBT se encontra agravada pelas incitações do Pastor Malafaias no programa acima mencionado, ainda mais por sua utilização dos meios de comunicação de concessão pública para contrariar os preceitos constitucionais, especialmente os contidos nos artigos 3º e 19 da Carta Magna:
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil (...):
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.
Assim, vimos por meio deste solicitar a tomada das medidas necessárias quanto à emissora que veiculou as incitações do Pastor Malafaia, inclusive, se for considerado apropriado por este Ministério Público, a retirada do ar do programa de televisão em questão com base nas disposições do artigo 19 da Constituição Federal, assim como a aplicação de eventuais penas criminais que possam se aplicar ao Pastor Malafaias pela promoção ativa da discriminação e da violência contra determinados setores da sociedade.
Na expectativa de sermos atendidos, colocamo-nos à disposição.
Atenciosamente
Toni Reis
Presidente
Em 2007, a ABGLT fez queixa semelhante contra Julio Severo, conforme correspondência interceptada entre Luiz Mott e Toni Reis:
----- Original Message -----
From: Luiz Mott
Sent: Monday, November 26, 2007 8:21 AM
Subject: PARABENS ABGLT - Denuncia Julio Severo - Ministério Público
Toni e colegas
estamos todos orgulhosos da ABGLT pela denuncia contra este nosso arquiinimigo Julio Severo.
Tomara que seja condenado a prisão perpétua em Sodoma e Gomorra...
Mott
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) denunciou na Procuradoria Regional (São Paulo) dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal o senhor Julio Severo (conforme oficio abaixo) por manter um site que incita a violência contra a comunidade GLBT.
Ofício PR 240/2007 (TR/dh) Curitiba, 26 de novembro de 2007
Prezada Senhora
Assunto: Solicitação de tomada de providências
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) é uma instituição nacional com 203 organizações afiliadas, e cuja missão é "promover a cidadania e defender os direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero".
Neste sentido, há muito tempo vêm sendo veiculados no endereço http://juliosevero.blogspot.com/ na internet, textos de incitação ao ódio aos homossexuais, entre outros. Basta olhar os títulos dos textos no menu direito da página em questão para ter uma noção dos conteúdos, bem como a freqüência com que são veiculados.
Segue anexo um texto veiculado nos últimos dias, intitulado “O que está levando a minoria homossexual a prevalecer sobre a maioria cristã”, que foi levado à nossa atenção por uma das nossas organizações afiliadas, o Grupo Gay da Bahia. Além de citar o site do autor como fonte, o texto também está sendo veiculado no site http://www.vinacc.com.br/
Solicitamos providências no sentido de requerer a retirada do ar dos textos discriminatórios, bem como responsabilizar judicialmente seus autores.
Na expectativa de sermos atendidos, estamos à disposição.
Atenciosamente
Toni Reis Cris Simões
Presidente Secretária de Direitos Humanos
À: Sra. Adriana da Silva Fernandes
Procuradora Regional dos Direitos do Cidadão

O que está levando a minoria homossexual a prevalecer sobre a maioria cristã

Julio Severo
A minoria homossexual perde numericamente para a vasta maioria cristã,
mas cresce em poder político, legislativo, social e midiático,
ameaçando uma dominação assustadoramente opressora.
A maioria — composta de cristãos, nominais ou não — fica parada e de
boca aberta enquanto a minoria grita exigindo direitos. Seu grito
essencialmente clama: "Sodomia já! Abaixo a normalidade sexual! Abaixo
o casamento homem mulher! Viva o pênis no ânus!"
Esse grito é ecoado, até com patrocínio governamental, no Congresso
Nacional, nos estados, nos municípios, nas escolas — e timidamente
(por enquanto) em alguns seminários evangélicos liberais.
A maioria católica fica parada e de boca aberta porque de modo geral a
Teologia da Libertação escravizou o espírito dos líderes católicos,
que não sabem pensar e pregar nada além da cartilha socialista em suas
missas. Com tal exemplo que vem de cima, os membros católicos são
automaticamente programados para votar no PT e em outros políticos e
partidos cuja marca registrada é o socialismo. Graças à predominante
Teologia da Libertação entre os católicos, o PT governa hoje o Brasil,
criando não só a vasta maioria dos projetos de lei de aborto e
homossexualismo, mas também rejeitando os valores cristãos em nome do
Estado laico.
Os evangélicos também estão parados e de boca aberta enquanto a
minoria homossexual marcha e grita, exigindo direitos e privilégios.
Tal como os católicos, muitos evangélicos também se prostraram diante
dos deuses da Teologia da Libertação. Muitos pastores, bispos e outros
líderes levaram suas ovelhas a abraçar o socialismo, apoiando Lula
como se ele fosse algum tipo de Messias ou Salvador político dos
pobres. Pobre maioria agora, diante da opressão das minorias!
Não é só diante da minoria homossexual que a maioria cristã está
enfraquecida. Os cristãos estão também perdendo diante do adultério,
pornografia e sexo livre, pecados que invadem seus lares através da
televisão, principalmente novelas. Bastaria um simples e fácil boicote
a esses programas de TV, mas a maioria cristã prefere ficar parada e
de boca aberta!
Por que a maioria cristã está impotente diante do avanço feroz da
minoria homossexual? A resposta, ainda que estranhamente, vem de
dentro do próprio movimento homossexual! Oswaldo Braga, presidente do
Movimento Gay de Minas, declara:
Estamos sendo julgados e condenados por igrejas em cujos quadros
dirigentes encontramos ladrões, estupradores, pedófilos, traficantes
de drogas, trambiqueiros, charlatões e toda a corja de aproveitadores
a quem não restou outro golpe senão tapear a população ingênua e
desesperançosa que precisa acreditar em milagres para sobreviver.
Pregam a virgindade pré-matrimonial, mas estão sempre envolvidos em
relações clandestinas com suas ovelhas não-castas. Defendem a família
e são incapazes de manter a sua.
Nenhuma das igrejas tem se mostrado pura o suficiente para trazer para
a si a tarefa de educar nossos jovens e crianças. As igrejas não são
confiáveis, fingem estar fincadas em bases teológicas e altruístas,
mas dirigem suas ações com base nos aspectos econômicos que as
sustentam e enriquecem seus padres e pastores. Graças à ingenuidade de
milhares de infelizes cidadãos que os tornam cada dia mais ricos e
poderosos.
Se Deus pôde usar um jumento no passado para repreender, por que é que
ele não pode usar os jumentos de hoje com o mesmo propósito? A
declaração forte do militante gay Oswaldo Braga mostra claramente o
motivo por que a maioria cristã do Brasil está perdendo diante da
minoria sodomítica. Não pode haver vitória para o acampamento de Deus
enquanto Acã e seus pecados não forem tratados!
É certo que Deus promete bênção aos que obedecem. Mas também é
igualmente certo que ele promete que por causa da desobediência de seu
próprio povo ele permitirá que minorias opressoras e cruéis prevaleçam
sobre a maioria que invoca hipocritamente o nome de Deus, sem nunca
renunciar aos seus pecados.
"O SENHOR fará com que sejam derrotados pelos inimigos. Vocês atacarão
juntos, em ordem, mas fugirão para todos os lados, em desordem. Todos
os povos do mundo ficarão espantados quando souberem do que aconteceu
com vocês". (Deuteronômio 28:25 NTLH)
"Ficarei contra vocês e deixarei que sejam derrotados pelos inimigos.
Eles os dominarão, e vocês fugirão mesmo quando ninguém os perseguir".
(Levítico 26:17 NTLH)
"Mil de vocês fugirão de um só inimigo que os atacar, cinco inimigos
farão com que todos vocês fujam. Os poucos que restarem parecerão um
mastro de bandeira sozinho no alto de um morro". (Isaías 30:17 NTLH)
Esses avisos da Bíblia descrevem, literalmente, a situação dos
cristãos no Brasil, onde o pecado deixou a maioria cristã fraca diante
da minoria homossexual!
Que tipo de vitória esperamos no Congresso Nacional contra os projetos
de aborto e homossexualismo (atuais e futuros) quando a bancada
evangélica é composta de vários parlamentares culpados diante de Deus
de adultério, prostituição, roubo, corrupção e apoio ao aborto?
Que tipo de vitória esperamos na sociedade quando nossas igrejas são
compostas de vários bispos, pastores e outros líderes igualmente
culpados diante de Deus de adultério, prostituição, roubo, corrupção,
apoio ao aborto, pornografia e muitos outros vícios?
Enquanto esses líderes cristãos não se arrependem de suas
prostituições, roubos e desonestidade, o juízo é inevitável. O
movimento homossexual, o movimento socialista e o movimento feminista
no tempo certo serão julgados por Deus — não antes de as igrejas e
seus líderes sofrerem juízo:
"Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se
primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são
desobedientes ao evangelho de Deus?" (1Pedro 4:17 ACF)
O movimento homossexual é essencialmente um movimento de pecados
sexuais. O primeiro passo para se lidar eficazmente com o pecado é por
meio do arrependimento. Sem arrependimento e renúncia genuína do
pecado no meio cristão, como os pecadores do mundo virão ao
arrependimento e renúncia de seus próprios pecados? Sem arrependimento
e renúncia genuína do pecado no meio cristão, como os cristãos
vencerão os movimentos de pecados que ameaçam a sociedade e as igrejas?
Enquanto não houver genuíno arrependimento e renúncia de pecados, a
opressão da minoria homossexual e de outras minorias barulhentas será
sempre uma ameaça para a maioria cristã.
Portanto, é hora de todos nós dobrarmos os joelhos e chorarmos diante
de Deus pelas igrejas e seus líderes no Brasil. É hora de pedirmos
perdão, em sincero arrependimento, e suplicar para que Deus traga
quebrantamento para essas igrejas e seus líderes — antes que o juízo
venha.
LUIZ MOTT
http://br.geocities.com/luizmottbr/
www.luizmott.cjb.net
www.ggb.org.br
http://luiz-mott.blogspot.com/
http://bibliohomo.marccelus.com/
Fone: 71-3328.3782 - 9128.9993
Cx.Postal 2552 - 40022.260, Salvador, Bahia
Per scientiam ad justitiam et felicitatem.

Um jovem paulistano bêbado que foi multado em quase 15 mil reais apenas por ter chamado de “veado” um praticante do homossexualismo.

Gaystapo verde amarelo
Gaystapo verde amarelo

Disque-denúncia abre as portas para a repressão a tudo o que “ofende” os amantes do sexo anal e perversões semelhantes

Julio Severo
Está em plena atividade o telefone estatal especial criado para que praticantes do homossexualismo possam denunciar cidadãos do Brasil.
De acordo com o jornal Diário do Comércio, “O serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100) recebeu 856 denúncias de casos de homofobia no Brasil entre janeiro e setembro deste ano. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), as ligações totalizaram 2.432 violações aos direitos dos homossexuais, como violência e atendimento inadequado em delegacias, entre outros. O Estado de São Paulo lidera o ranking com 134 telefonemas sobre homofobia…”
O Estado de São Paulo, onde foi aprovada uma lei anti-“homofobia” pelo PSDB em 2001, está na vanguarda de medidas políticas gayzistas. O PSDB está construindo no seu quintal paulistano todo um aparelho de repressão a favor da agenda gay. O Ministério Público Federal de São Paulo é o instrumento predileto dos ativistas gays. Embora com sede em Curitiba, no Paraná, a ABGLT, a maior entidade gay recebedora de verbas governamentais, só faz uso do MPF de São Paulo para reprimir os opositores, tendo inclusive já feito nesse MPF queixa contra o autor deste blog.
O Diário do Comércio não deu exemplo dos tipos de queixas que estão sendo feitas ao disque-denúncia, mas já expus o famoso caso de um jovem paulistano bêbado que foi multado em quase 15 mil reais apenas por ter chamado de “veado” um praticante do homossexualismo. De acordo com a lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo, a multa de 14.880 reais foi necessária porque a palavra “veado” provocou no homossexual declarado “constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual, na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”.
Evidentemente, essa repressão não vale quando homossexuais provocam nas outras pessoas “constrangimento de ordem moral na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”, exibindo obscenidades publicamente na frente de famílias com suas crianças.
Essa paranoia tem a marca registrada do PT.
O disque denúncia foi lançado no ano passado por Maria do Rosário, a radical militante do PT que tem a pretensão ideológica de transformar em crime a autoridade dos pais de disciplinar os filhos fisicamente por desobediência. Os pais cristãos, que atendem diretamente ao mandamento bíblico de uso da vara em situações de rebeldia dos filhos, serão classificados como “criminosos”, se os planos de Rosário avançarem.
Como toda boa petista, Rosário não abre mão do aborto provocado como direito reprodutivo da mulher. Dê uma varada ou chinelada de correção em seu filho, e Rosário diz que sua atitude é crime. Mate seu filho antes de nascer, e Rosário dirá que esse assassinato é um sagrado direito reprodutivo de toda mulher.
O sonho dela é livrar as crianças do Brasil da “violência” da disciplina física dos pais e entregá-las às maravilhas do aprendizado estatal do sexo anal nas escolas.
Ela quer mudanças no ECA — em parceria com a ABGLT, que também quer “melhorias” no ECA —, para que as crianças sejam “protegidas” da autoridade corretiva dos pais. Os pais não podem se aproximar dos próprios filhos para discipliná-los, mas há total liberdade, com proteção governamental, para que crianças sejam levadas ao sexo anal através de porcas aulas de educação sexual.
Essa é a paranoia do PT: prisão para pais que exercem seu direito de usar a vara corretiva em seus filhos, e proteção e liberdade para mães que matam seus bebês antes de nascer ou para autoridades educacionais depravadas que treinam crianças para o sexo anal.
O que o Brasil precisa urgentemente é de um disque-denúncia de crimes homossexuais contra crianças. Milhares de meninos são vítimas de estupradores homossexuais no Brasil, mas o governo, em sua paranoia, dá proteção aos predadores, não às suas vítimas.
Qualquer autoridade governamental que esteja determinada a destruir a autoridade corretiva dos pais na vida dos filhos, dando em troca o “direito” e a “liberdade” de matar os filhos antes de nascer ou dando em troca aulas de sexo anal para crianças, precisa de uma camisa de força.
Os ativistas homossexuais recebem rios de dinheiro para elaborar materiais para doutrinar os filhos dos outros nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a denunciar esse crime.
O governo federal gasta milhões em políticas, eventos e leis para expandir a agenda gay na sociedade e nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para denunciar esse vergonhoso investimento na sodomia.
Milhares de meninos são estuprados por homossexuais por ano, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a cobrar do governo uma campanha ampla contra os predadores homossexuais. Pelo contrário, já denunciei várias defesas homossexuais à pedofilia, e o Ministério Público Federal e o próprio governo federal nem bocejam.
Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, vem há anos sinalizando preferências claramente pedófilas, especialmente quando apresentou publicamente um museu erótico alisando a estátua de um bebê pelado. Contudo, em vez de ser enquadrado criminalmente, ele é alvo de condecorações e adulações governamentais. Ele aplaudiu quando a ABGLT, a maior organização gayzista do Brasil, se queixou de mim ao Ministério Público Federal.
Mas se nos queixarmos dos abusos que a agenda gay e seus cúmplices governamentais estão cometendo contra nós e nossos filhos, os militantes homossexuais “ofendidos” podem nos denunciar pelo disque-denúncia criado especialmente para os amantes do sexo anal e perversões semelhantes.
Se permitirmos que as denúncias estúpidas deles neutralizem nossa capacidade de reação e defesa de nossas famílias, a opressão deles contra nossos filhos passará de mera doutrinação homossexual nas escolas para alisamento físico e muito mais.
Nessa altura, se nada fizermos, poderemos ser denunciados e criminalizados se não entregarmos nossos filhos aos tarados de Sodoma.
 

As verdadeiras faculdades católicas e evangélicas não usam o seu espaço, estrutrua e pedagogia que venha favorecer a Sodomia, a pedofilia, o incesto e a pornografia.

Universidade católica é anfitriã de simpósio de defesa ao direito à “homoafetividade”



27 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma universidade católica localizada no Brasil recentemente foi anfitriã de um simpósio sobre “direito homoafetivo” que deu aos promotores da agenda homossexual uma plataforma para promover sua ideologia.

O simpósio provocou indignação entre católicos fiéis, que protestaram contra o evento numa carta assinada que foi entregue pessoalmente horas antes do evento para o superior eclesiástico local, o arcebispo Fernando Saburido, que teria respondido que era tarde demais para cancelá-lo.

De acordo com o site gayzista MixBrasil, o simpósio incluiu como palestrantes o Pe. Luís Correa Lima, fundador do grupo “Diversidade Católica”, que publicamente busca normalizar e legitimar o estilo de vida homossexual e a “identidade gay”. Um dos mais importantes palestrantes foi Jean Wyllys, deputado federal e radical militante gay.

Outros palestrantes incluíram o Dr. Clicerio Bezerra, o juiz que realizou o primeiro “casamento” homossexual no estado de Pernambuco, Manoela Alves e Rhemo Guedes, presidente e advogado, respectivamente, do “Movimento Gay Leões do Norte” e várias autoridades públicas envolvidas na implementação de políticas governamentais gayzistas.

Os debates de mesa incluíram “Vulnerabilidade Social LGBT em foco e Criminalização da Homofobia”, “A Laicidade do Estado e o Direito à Livre Orientação afetivo-sexual”, “Políticas públicas e o enfrentamento da homofobia” e “O reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar no Direito brasileiro”.

O evento ocorreu na Arquidiocese de Olinda e Recife, que outrora ficou famosa pela liderança pró-vida do Arcebispo José Cardoso Sobrinho, que foi aposentado em 2009.

Os leigos católicos da arquidiocese teriam entregado pessoalmente uma carta ao novo arcebispo, Fernando Saburido, suplicando “que a universidade católica impedisse a realização de tal simpósio, pois fere e ataca nossa fé e desobedece às ordens de Jesus Cristo na pessoa de São Paulo, do próprio Papa Bento 16… suplicamos-lhe que não permita essa blasfêmia numa instituição católica!”

De acordo com Jorge Ferraz do blog Deus Lo Vult e residente da mesma arquidiocese, o arcebispo “recebeu atenciosamente a comitiva; mas deu a entender que, a esta altura (o simpósio se iniciaria à tarde), nada podia fazer para impedir o evento”.

Informações de contato:

Arcebispo Fernando Saburido
Rua Bispo Coutinho, s/n – Alto da Sé
53120-130 Olinda – PE
Tel.: (55) (81) 3493-1201
E-mail: aor@hotlink.com.br

Artigos sobre o atual arcebispo de Olinda e Recife:




Artigos sobre o arcebispo anterior de Olinda e Recife:










Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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ABGLT quer programas cristãos de TV no alvo da justiça

ABGLT quer programas cristãos de TV no alvo da justiça

Cecília Bizerra
Na última segunda, 24, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) encaminhou ofício ao ministro das comunicações, Paulo Bernardo, solicitando a tomada de providências no que se refere à utilização de concessões públicas de televisão para incitar a violência contra a população LGBT. Segundo a ABGLT, também são frequentes as ofensas a homossexuais em emissoras de TV, principalmente por parte de programas religiosos que arrendam horário em emissoras comerciais.

A solicitação feita ao Ministério das Comunicações nesta semana foi especificamente por conta de declarações do pastor evangélico Silas Malafaia, que apresenta o programa “Vitória em Cristo” em duas emissoras de televisão: Bandeirantes e RedeTV. “O Malafaia vinha nos ofendendo em várias situações nos seus programas. Só que agora ele incentiva à violência, diz para abaixar o porrete na gente. Por isso nós pedimos providências ao Ministério das Comunicações e ao Ministério Público também”, declara Toni Reis, presidente da ABGLT.
A ABGLT reivindica alguma punição às emissoras que veiculem declarações ofensivas, para que se iniba a prática nos meios de comunicação. “Nós participamos da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e agora sabemos que os meios de comunicação são concessões públicas, por isso não se pode se utilizar deste espaço público para ofender as pessoas”, argumenta Reis.
Sobre outros programas, ele afirma que a associação geralmente busca dialogar para que não haja reincidência. “Temos uma coleção de situações que se resolveram com o diálogo. Teve ocasiões, por exemplo, em que o Datena, apresentador da Bandeirantes, foi infeliz em suas declarações a respeito de homossexuais, o Faustão também, e só com o diálogo que fizemos essas pessoas perceberam que estavam incorrendo numa situação de discriminação e passaram a respeitar mais a gente”, diz o presidente da ABGLT.
Segundo Toni Reis, nunca houve abertura por parte do pastor Silas Malafaia para o diálogo, por isso estão buscando a própria TV, e solicitaram providências do Ministério das Comunicações. “Nós entramos também com uma ação no Ministério Público Federal e vamos utilizar todos os meios legais a que tivermos acesso aqui no Brasil. A nossa ideia é de não judicializar tudo, é de primar sempre pelo diálogo, mas a partir do momento em que isso se fizer necessário, vamos fazer sem sombra de dúvida”, conclui Toni.
Procurado para falar sobre o tema, o Ministério das Comunicações não se pronunciou até o fechamento desta reportagem.
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Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil (Julio Severo desmascara estatísticas de assassinatos de gays)
 
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Militantes gays desenvolvem estratégias para homossexualizar a sociedade, lutar pelos direitos da pedofilia, acabar com o conceito judaico-cristão de incesto, tudo em nome do combate a INTOLERÂNCIA E HOMOFOBIA. DEUS têm misericórdia de nós pecadores e depravados por permitirmos que as nossas leis sejam contrárias as LEIS DIVINAS.

Governo elabora protocolo para combater homofobia


A partir do ano que vem, as secretarias estaduais de Segurança Pública vão construir políticas públicas de enfrentamento à violência contra homossexuais. As ações fazem parte de um protocolo de intenções que está sendo elaborado pela SDH (Secretaria de Direitos Humanos) e pelo Ministério da Justiça.

O protocolo, que deve ser assinado no próximo mês, será apresentado durante a Conferência Nacional LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais), em dezembro. De acordo com a secretária nacional de Promoção dos Direitos Humanos da SDH, Nadine Borges, entre as ações estão o monitoramento das políticas contra a discriminação e a criação de redes de proteção para implementar centros de referência.

"Tivemos muitos avanços em 2011, como a decisão do STF [Supremo Tribunal Federal] que reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo como unidade familiar e a criação do Conselho Nacional LGBT. Ao mesmo tempo em que avançamos, vemos um aumento de crimes motivados por homofobia", destacou Nadine.

Segundo a secretária, dados do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, mostram um grande volume de denúncias de violações de direitos de homossexuais. O módulo LGBT do Disque 100 foi inaugurado em janeiro. Até o dia 30 de setembro, a central recebeu 856 denúncias de violação de direitos da população LGBT, como violência física, discriminação e abuso sexual.

"O principal é a violência psicológica. O percentual atinge 44% das denúncias. Devido ao aumento desses casos de violência, resolvemos pensar na constituição desse protocolo", explicou a secretária. A expectativa, disse Nadine, é que o protocolo de intenções estimule a cultura de combate à discriminação em função da orientação sexual no Brasil.

CASOS DE AGRESSÃO

São Paulo teve casos recentes de agressão na avenida Paulista, no centro da capital, apontados como crimes com motivação homofóbica.

No início de outubro, um casal gay foi agredido na rua da Consolação. As vítimas foram agredidas após saírem do bar Sonique. Um dos rapazes teve uma perna quebrada e uma fratura no crânio
Em 28 de agosto, dois rapazes foram agredidos na entrada do metrô Consolação, localizado na avenida Paulista. Uma das vítimas precisou receber pontos na cabeça após ter sido atingida por uma pedrada. Ele também quebrou o dedo indicador da mão direita.

No dia 25 de janeiro, um doutorando da USP, homossexual, afirmou ter sido agredido, com um amigo, com uma garrafada no olho direito. Ele atribui a ação a um ataque homofóbico.

No dia 14 de novembro de 2010, um grupo de cinco jovens atacou três pessoas em dois momentos diferentes.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/999168-governo-elabora-protocolo-para-combater-homofobia.shtml

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O gayzismo e os me®dia

A partir do momento em que o gayzismo parte da validação absoluta de um determinado comportamento (praxis), para uma doutrina específica, é obrigado a desconstruir teoricamente o real.
Como é possível que
o parlamento inglês não tenha liberdade para discutir em plenário a liberdade de expressão? Como é possível que o partido conservador inglês não consiga conservar a instituição do casamento, quando defende agora a extensão do casamento a parceiros do mesmo sexo? As respostas estão numa nova espécie de ideologia (o gayzismo ou homossexualismo) que está a ser integrada em um novo projecto totalitário abrangente.
O que se está a passar na Europa é uma guerra de informação (nos me®dia, mas não só) que paulatinamente vai retirando a liberdade de expressão não só aos cidadãos em geral, mas também às próprias instituições ditas democráticas. A guerra pelo controlo da informação tem origem em uma aliança estratégica entre a elite política (ou melhor: a “ruling class”) e a ideologia gayzista. Em primeiro lugar, procuramos saber o que é ideologia gayzista; em segundo lugar, saber por que a ideologia gayzista interessa às elites; e por último, saber quais as possíveis consequências da actual deriva totalitária na Europa.

Do ponto de vista informacional, uma ideologia é um sistema de ideias feito para controlar, acolher e recusar a informação. Uma ideologia não é apenas uma teoria, mas é sobretudo uma doutrina.

Com a história relativamente recente do nazismo e do comunismo, a população europeia está, grosso modo, vacinada contra estes dois tipos de totalitarismo: hoje, os partidos comunistas tendem a desaparecer e os partidos nazis são uma ínfima minoria. Por isso, e afastados os espectros destes dois tipos de totalitarismo, uma determinada facção da elite europeia e globalista vê com bons olhos a incorporação da ideologia gayzista nos seus planos de acção política, porque esta ideologia contribui, de facto, para a alienação identitária e atomização da sociedade, abrindo assim o caminho para a instauração de um novo tipo de totalitarismo.

Os gayzistas (ou seja, os militantes da ideologia gayzista) têm um problema: a sua ideologia baseia-se num determinado comportamento — a ideologia gayzista parte da praxis para a doutrina, ao contrário das ideologias tradicionais que partem da doutrina para a praxis. Nesta inversão da acção política reside a necessidade do gayzismo de se infiltrar nos partidos políticos tradicionais, e é assim que vemos, por exemplo, a gayzista Isabel Moreira eleita deputada independente pelo Partido Socialista, e o partido conservador britânico minado por dentro pela militância gayzista infiltrada.


A partir do momento em que o gayzismo parte da validação absoluta de um determinado comportamento (praxis), para uma doutrina específica, é obrigado a desconstruir teoricamente o real — já não se trata apenas e só de uma desconstrução da História ou de ideias (como faziam as ideologias tradicionais), mas agora é já a própria desconstrução da realidade concreta e objectiva. Esta desconstrução da realidade passa necessariamente pela erradicação da identidade do indivíduo comum, negando-lhe não só a liberdade de expressão em nome de uma pretensa igualdade, mas também a sua própria história pessoal através da destruição da instituição da filiação.

Como toda a ideologia, o gayzismo pretende sempre evitar, a todo o custo, que a informação o atinja. Para isso, o gayzismo afasta a informação e afasta-se desta. A ideologia gayzista (como todas as outras) faz implodir a informação, e verificamos isso mesmo quando qualquer informação contrária à ideologia gayzista é imediatamente alvo de insultos (“Homófobo! Intolerante! Ignorante! Atrasado mental!”) — e isto para que a informação não faça explodir a ideologia gayzista.

A ideologia gayzista não seria um problema maior se não estivesse hoje a ser utilizada e instrumentalizada pelos herdeiros políticos dos totalitarismos do século XX. Quando o partido conservador inglês (já minado por dentro) defende o “casamento” gay, e quando a liberdade de expressão não pode ser objecto de discussão livre no parlamento inglês, percebemos a dimensão do problema. A ameaça totalitária que devemos temer já não é o nazismo ou o comunismo, mas antes “devemos temer o que não conhecemos, e conhecer o mais depressa possível o que hoje devemos temer” (Gianfranco Sanguinetti).


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Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Ativistas gays interferem na liberdade dos consumidores comprarem e fazerem doações online

Ativistas gays interferem na liberdade dos consumidores comprarem e fazerem doações online



Ativistas gays interferem na liberdade dos consumidores comprarem e fazerem doações online

3 de outubro de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Imagine que seu notebook acabou morrendo. Você tem várias opções: Você pode ir de carro até a loja e comprar um novo, ou você pode comprar pela internet.
Se escolher comprar pela internet, você tem outra opção: Você pode comprá-lo de um varejista online, ou você pode se conectar a um varejista via um portal. Por quê? Porque alguns portais, como o CGBG, dividem sua parte dos lucros com uma entidade de caridade que você escolher.
É o máximo que fazer compras pode chegar ao “ganho mútuo” em nossa cultura consumista.
É claro: até que alguém faça objeções às entidades de caridade que estão recebendo uma parte dos lucros. E você não ficará surpreso com os autores das objeções.
Entre as entidades de caridade com quem o CGBG reparte seus lucros estão o Conselho de Pesquisa da Família e Focus on the Family. Em julho, uma petição que pedia a Microsoft que parasse de fazer transações comerciais com o CGBG atingiu a internet. O organizador, “Stuart Wilber, um homem gay de 73 anos de Seattle”, nas palavras do jornal New York Times, diz que ficou “pasmo” com o fato de que pessoas pudessem comprar produtos da Microsoft por meio do CGBG.
Preciso lhe dizer o motivo por que ele ficou “pasmo”? Afinal, muitos ativistas e organizações gays consideram Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família como grupos de ódio antigays só porque eles se opõem ao tão chamado “casamento” gay e respeitam os ensinos bíblicos de que o sexo homossexual é pecado.
Pouco importava que Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família fossem apenas dois dos milhares de beneficiários potenciais do CGBG. Pouco importava também todo o bem que os outros grupos fizeram. Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família falavam uma palavra desanimadora sobre a homossexualidade. Por isso, o CGBG estava fora das normas politicamente corretas.
A Microsoft cedeu, e também as lojas Macy’s. Outros, como a Delta, Target e o Wal-Mart, se desligaram do CGBG, mas depois repensaram sua decisão.
Por quê? Porque para a maior parte dos varejistas não há proveito, literalmente, em se distanciar de milhões de potenciais clientes cristãos, principalmente quando a “associação” alegada pelos ativistas gays é tão frágil.
Como um porta-voz da Delta explicou: “Pensávamos que estávamos apenas voando aviões”.
Mas para muitos no movimento homossexual, os varejistas e as empresas aéreas são meros acessórios numa campanha de intimidação. A partir da perspectiva deles, a quantia que Focus on the Family e o Conselho de Pesquisa da Família podem levantar por meio de sua participação no CGBG (e eles não levantam muito) não vem ao caso.
Não é suficiente que homens gays e lésbicas sejam livres para viver, trabalhar e, em seis estados mais o Distrito de Colúmbia, se casar onde e com quem escolham.
Não importa que, dentro da memória viva de virtualmente todos acima da idade de dezoito, as opiniões que estão sendo expressas por Focus on the Family, pelo Conselho de Pesquisa da Família e pela Declaração de Manhattan eram literalmente compreendidas como naturais.
Não importa que, diferente dos reais “grupos de ódio” aos quais o Conselho de Pesquisa de Família é comparado, ninguém envolvido com o CGBG está ameaçando, muito menos fazendo, violência ou até mesmo incitando discriminação.
Não importa porque, ao que tudo indica, os ativistas homossexuais não se sentirão “livres”, “a salvo”, “aceitos” ou “iguais” a menos que todo comentário discordante, toda palavra desanimadora sobre o estilo de vida deles seja banido da esfera pública.
É bom que os cristãos estejam denunciando publicamente. Por causa disso, algumas empresas já mudaram de ideia. Jamais devemos nos deixar intimidar, permitindo que nos arrastem para uma espiral de silêncio, sobre a qual você me ouvirá falando mais vezes nas próximas semanas.
Publicado com permissão de Breakpoint.org
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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