LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

sábado, 28 de janeiro de 2012

Ativistas gays censuram líder cristão pró-família na Moldávia


Julio Severo

Conversei sábado com Vitalie Marian, um dos líderes do movimento pró-vida na Moldávia, um país muito conservador.

Com 96% da população de cristãos ortodoxos, a Moldávia não quer nenhuma marcha gay nem leis pró-homossexualismo. Mas como o país mais pobre da Europa, a Moldávia está vulnerável à ação das máfias que raptam meninas e moças para o tráfico sexual internacional e também vulnerável às pressões ideológicas de governos mais fortes.

Nunca houve uma parada gay na Moldávia, apesar das pressões dos grupos homossexuais que recebem milhões de dólares vindos dos Estados Unidos e Europa. Mas o governo desse país pobre está sendo colocado cada vez mais na parede. A Europa ameaça que a Moldávia só será aceita como membro da União Europeia depois de aprovar leis anti-homofobia e outros privilégios aos homossexuais.

Sob essa pressão, em 1995 a Moldávia legalizou a sodomia. Em 1998, o governo preparou um projeto de lei antidiscriminação, esperando aprová-lo silenciosamente, exclusivamente para agradar à União Europeia. Mas a organização de Vitalie (www.salvareafamiliilor.com) ficou sabendo do projeto e organizou uma campanha nacional, coletando mais de 100.000 assinaturas.

O projeto de lei dá aos ativistas gays o direito de ir às escolas para ensinar a homossexualidade, obriga o governo a promover campanhas antidiscriminação nos setores públicos e privados e dá aos homossexuais poderes de denunciar e processar qualquer cidadão por suspeita de homofobia ou discriminação. Até este momento, o projeto não foi aprovado, por conta das pressões da Igreja Ortodoxa e da organização de Vitalie, a qual realiza protestos, debates e conferências onde palestrantes conscientizam o povo acerca dos perigos desse projeto.

Vitalie tem sido mirado como o inimigo número 1 do movimento homossexual na Moldávia. Por isso, em março de 2011 ele foi processado por escrever no blog dele que a homossexualidade é pecado e pelo fato de que ele fez uma lista negra de todos os políticos que apoiam ou promovem a agenda gay na Moldávia.

Os ativistas homossexuais estão exigindo que ele apague todas as informações de seu blog e redija um pedido formal de perdão, dizendo que a homossexualidade é uma “atração romântica”. Eles também exigem que ele lhes pague uma indenização.

A pedido dos grupos homossexuais, o juiz proibiu Vitalie de compartilhar com o público detalhes das acusações feitas pelos ativistas gays. É por esse motivo que Vitalie colocou um aviso em seu blog dizendo que está sendo censurado por um movimento que tem os bolsos cheios de dinheiro americano e europeu. É por esse motivo também que estou divulgando para todo o Brasil a perseguição que o endinheirado movimento gay da Moldávia está fazendo contra um cristão ortodoxo.

Eis o manifesto de Vitalie:

Na República da Moldávia NÃO TENHO o direito de livre expressão!

Em março de 2011, como administrador do meu próprio blog (www.marianvitalie.eu), fui intimido a comparecer a um tribunal por causa da queixa da organização “Gender Doc-M”. Essa é uma organização gay na República da Moldávia. Estou sendo sofrendo ações legais por expressar minha opinião sobre o estilo de vida homossexual. Em 1 de agosto de 2011 a pedido da organização gay “Gender Doc-M”, o tribunal deu sua decisão, pela qual fui proibido de revelar ao público as acusações que a organização gay trouxe contra mim, as quais até agora não foram provadas pelo tribunal.

Considero essa decisão como um ataque ao meu direito de livre expressão, o direito garantido pela Constituição e pela Lei 64 sobre liberdade de expressão. Declaro também o fato de que a comunidade LGBT da Moldávia começou uma vasta campanha de atormentar as pessoas que têm uma opinião diferente sobre a homossexualidade. Aqui gostaria de mencionar casos recentes como: “Gender Doc-M” vs. Privesc.Eu, “Gender Doc-M” vs. Mdn.md etc.

Nesse sentido, começando hoje, 21 de janeiro de 2012, lanço um protesto do “silêncio” em meu blog sob o título “Na República da Moldávia NÃO TENHO o direito de livre expressão!”, pelo qual expresso que desaprovo a violação do meu direito de liberdade de pensamento, opinião e expressão pública.

Meu protesto do “silêncio” permanecerá até 21 de fevereiro de 2012.

Vitalie Marian, blogueiro


Mob. +373-60-189-672

E-mail: christianimpact@gmail.com








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O homossexual Laerte Coutinho que foi convidado pela Prefeitura e Secretaria de Educação do Município de Osasco (governado pelo PT) para dar Palestra de Educação, exige "direito" de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos.

A menina, o banheiro e o marmanjo gay


Julio Severo

Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”

A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.

O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.

Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.

Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos

 

A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.

O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.

Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.

Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.

O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.

Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.

A Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.

Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.

Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.

Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.

Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?

Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.

A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.

Como resultado direto dessa lei:

* Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.

* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.

* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.

* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.

* Uma igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.

Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.

Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?

Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de 10 anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?











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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O “direito” dos gays a ter filhos e a homofobia dos Monty Python (Direto de Portugal)


O “direito” dos gays a ter filhos e a homofobia dos Monty Python

by O. Braga


FRANCIS: Why are you always on about women, Stan?
STAN: ... I want to be one.
REG: ... What?
STAN: I want to be a woman… I want to have babies.
REG: You want to have babies?!?!?!
STAN: It's every man's right to have babies if he wants them.
REG: But you can't have babies.
STAN: Don't you oppress me.
REG: I'm not oppressing you, Stan -- you haven't got a womb. Where's the fetus going to gestate? You going to keep it in a box?
(STAN starts crying.)
JUDITH: Here! I've got an idea. Suppose you agree that he can't actually have babies, not having a womb, which is nobody's fault, not even the Romans', but that he can have the *right* to have babies.
FRANCIS: Good idea, Judith. We shall fight the oppressors for your right to have babies, brother. Sister, sorry.
REG: What's the point?
FRANCIS: What?
REG: What's the point of fighting for his right to have babies, when he can't have babies?
FRANCIS: It is symbolic of our struggle against oppression.
REG: It's symbolic of his struggle against reality.
O. Braga | Sexta-feira, 27 Janeiro 2012 at 12:49 pm | Tags: Homofobia | Categorias: politicamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-a3p

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Direto de Portugal: A ideologia de género, as elites e as universidades, o gayzismo, a Ingaysição, a Gaystapo e a Al Gayeda

A ideologia de género, as elites e as universidades, o gayzismo, a Ingaysição, a Gaystapo e a Al Gayeda

by O. Braga

«Unfortunately, when Harvard scholar Louis Menand analyzes the Gross and Solon data, he sees evidence that “neutrality, or disinterestedness,” is declining as a university standard because there is now apparently “less aversion to weighing political views in evaluating merit than would have been the case thirty or forty years ago.”
In fact, though not a conservative, Menand concedes that the Gross and Solon study provides “data . . . useful to anyone claiming that colleges and universities discriminate against people with conservative views.” Menand goes so far as to raise the question of whether “holding liberal views has become a tacit requirement for entry and promotion in the academic profession.”
In an academic world such as this, it is entirely predictable that top university professors of law openly argue—in direct riposte to Scalia’s complaint against judicial endorsement of the homosexual agenda—in favor of measures aimed at “eliminating the moral opprobrium that has traditionally attached to homosexual conduct.” »
Hoje, problema de um gay não é “sair do armário”.
Em contraponto, o verdadeiro problema é o das pessoas homocépticas — ou seja, as pessoas que não concordam com o comportamento gay e com a supremacia política gayzista: há hoje uma maioria silenciosa de pessoas homocépticas que ainda não “saíram do armário”. Até um dia...
Entretanto, as pessoas homocépticas são já consideradas pelas elites [ a chamada “ruling class” ] como sendo foras-da-lei. O homocéptico tende a ser julgado sumariamente em um novo tipo de Tribunal da Inquisição — neste caso, trata-se da “Ingaysição” que vota o homocéptico ao ostracismo político e cultural, e retira-o da praça pública.
Os autos-de-fé da nova Inquisição existem em função de uma nova polícia política totalitária: não se trata já da Gestapo, mas da “Gaystapo”.
Os novos hereges e/ou relapsos da religião política de género são hoje alvo de um terrorismo político de tipo Al Qaeda — neste caso concreto, trata-se da Al Gayeda, o "braço armado" do gayzismo.
Uma parte da maioria homocéptica ainda não se deu realmente conta da ameaça gayzista à sua liberdade. O problema que se coloca aqui é o de saber, ou prever, o grau de violência provocado por uma provável futura “saída do armário” dessa maioria homocéptica, face à acção de repressão política e cultural sistemática da Ingaysição, da Gaystapo e da Al Gayeda, sustentada e apoiada pela actual ruling class. O radicalismo gera radicalismo de sinal contrário.
O gayzismo, sustido pela Ingaysição, pela Gaystapo e pela Al Gayeda, não admite a assunção de um direito negativo em relação à sua ideologia política; não permite a objecção de consciência.
Com a afirmação da supremacia política do gayzismo, da Ingaysição, da Gaystapo e da Al Gayeda, estamos, de facto e sem qualquer dúvida, perante uma componente essencial e imprescindível de um novo tipo de construção política totalitária mais alargada que, paradoxalmente, se agiganta em nome da liberdade.

O. Braga | Segunda-feira, 23 Janeiro 2012 at 7:53 am | Categorias: A vida custa, ética, Esta gente vota, Gayzismo, Política, politicamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-9Yg


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

COMUNIDADE CATÓLICA Responde ao artigo publicado por Jean Wyllys (Deputado do BBB e membro do PSOL - Partido Sodomita, prol aborto e maconha) no site da revista CARTA CAPITAL

COMUNIDADE CATÓLICA Responde ao artigo publicado por Jean Wyllys no site da revista CARTA CAPITAL

     

Rev. Jucelino Souza
via Sentinela Católico




Este texto propõe-se a responder o artigo publicado pelo senhor Jean Wyllys, deputado federal pelo PSOL e franco ativista da causa dos direitos homossexuais, publicado no site da revista CartaCapital. Em seu artigo, Jean Wyllys expos opiniões de maneira livre, dando assim o direito a todo aquele que quiser refutar seus argumentos também de maneira livre e aberta. Fica aqui também assegurado o direito do senhor Jean Wyllys de refutar qualquer dos argumentos apresentados, desde que o faça de maneira clara e objetiva.

O post original pode ser visto na íntegra neste link. Vamos às refutações.


O papa Bento XVI disse que o casamento homossexual “ameaça o futuro da humanidade”.
(Para estabelecermos corretamente o status quaestionis da polêmica, o Papa fez essa afirmação baseado nas premissas da impossibilidade de reprodução entre indivíduos de mesmo sexo e da inexistência de civilizações que perpetuaram-se com base na união homossexual).

Eu pensava que o que o ameaçava eram as guerras (muitas delas étnicas ou religiosas), a fome, a miséria econômica, a desigualdade e as injustiças sociais, a violência, o tráfico de drogas e de armas, a corrupção, o crime organizado, as ditaduras de todo tipo, a supressão das liberdades em diferentes países, os genocídios, a poluição ambiental, a destruição das florestas, as epidemias…

(Faltou o deputado complementar a sentença com o seguinte texto: “… que acontecem predominantemente em países socialistas e com economia extremamente controlada pelo governo. Idéias essas que eu, Jean Wyllys, sou amplamente favorável e defensor, dada minha filiação ao PSOL)

Porém o papa, mesmo ciente de todos esses males e consciente de que sua instituição – a Igreja Católica Apostólica Romana – contribuiu com muitos deles ao longo da história ocidental,

(Como é possível a Igreja Católica contribuir para a degradação da civilização ocidental se ela mesma foi sua construtora, sustentadora e sem a menor sombra de dúvidas maior defensora? Basta ver o que a Igreja fez pela arte e pela arquitetura ocidental, pela ciência ao criar as bases do método científico, pela cultura, pela direito dos escravos de constituir família, estabelecendo assim o direito de herança entre eles, bem com pelo estabelecimento pleno do direito e da dignidade humana. Foi a Igreja católica que criou os hospitais, os orfanatos, os leprosários, os asilos, as escolas, as universidades, as bases do direito moderno, o advogado de defesa, o acesso do acusado aos autos do processo, a eliminação gradual das horríveis torturas físicas herdadas de costumes bárbaros e pagãos. Ao passo que a ideologia socialista defendida pelo senhor Wyllys foi responsável por um numero de mortes superior a todas as guerras que ocorreram entre os séculos II e XIX, de acordo com o relatório do professor R. J. Rummel, da Universidade do Hawaii. Vide

http://www.hawaii.edu/powekills).

disse que a humanidade é ameaçada pelo fato de dois homens ou duas mulheres se amarem e, por isso, decidirem construir um projeto de vida comum e obter o reconhecimento legal dessa união para gozar de direitos já garantidos aos heterossexuais.

(Mentira! O papa não disse isso. O papa disse que o fato do “casamento” gay era uma ameaça pelo fato deste não ser capaz de perpetuar a espécie humana, o que é um fato irrefutável. O casamento não é feito para que os noivos construam projetos e patrimônio juntos, mas para que se constitua uma família, que é a base de todas as civilizações desde o começo dos tempos. Unidade esta que merece especial proteção do Estado, como descrito claramente na Constituição Federal).

O amor e a felicidade como ameaças contra a humanidade: foi o que afirmou Bento XVI.

(Mais uma vez o senhor Wyllys deturpa as intenções das declarações do Santo Padre em proveito próprio. De acordo com o Art. 138 do Código Penal Brasileiro, o ato de imputar falsas intenções às declarações de uma pessoa constitui o crime de Calúnia).

O amor, uma ameaça?!

Dentre todos os desatinos do papa, este foi o que mais me chocou. Talvez porque sua afirmação estapafúrdia e anacrônica tenha violado diretamente a minha dignidade humana de homossexual assumido e orgulhoso de minha orientação sexual e de minha formação científica (sim, porque a afirmação de Bento XVI parte da crença absurda de que o casamento civil igualitário vai transformar todos os homens e mulheres em homossexuais e vai impedir que todas as mulheres da Terra recorram às técnicas de reprodução artificial).

(Teria o Santo Padre cometido um desatino mais estapafúrdio que fazer franca apologia ao regime mais sanguinário da história da América Latina, responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas, chegando ao ponto de travestir-se como guerrilheiro “Chê” Guevara, assassino cruel e covarde, notório pela indiferença psicótica com o qual tratava seus prisioneiros? Teria o Santo Padre cometido maior desatino mais estapafúrdio que acusar a imprensa brasileira, abertamente partidária da esquerda, de machista e sexista por não querer utilizar o termo “presidenta” quando se refere ao cargo ocupado por Dilma Rousseff, ainda que o referido termo que sequer existe na língua portuguesa? (veja em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-assassinato-da-jui%CC%81za-e-o-jornalismo-sexista/?autor=407)

O senhor Wyllys também acusa o Santo Padre agrediu sua “dignidade humana de homossexual assumido e orgulhoso de minha orientação sexual”. O conceito de dignidade humana nasceu exatamente pela necessidade de se estabelecer uma definição primária dos direitos cabíveis a um ser humano, sem que para isto seja necessário levar em consideração seu credo religioso, raça, opção sexual, sexo, condição física ou qualquer outro atributo periférico. Não existe ser humano homossexual e ser humano não homossexual, mas apenas ser humano, sendo o homossexualismo uma característica que lhe é cabível. Portanto, o senhor Wyllys, assim como todos os militantes esquerdistas e da causa gay, mais uma vez deturpa os termos apostando na ignorância de seus leitores sobre o assunto. Isso é agir de má fé com o leitor e portanto uma fraude!

Quanto à formação acadêmica do senhor Wyllys, de fato há o que comentar. Afinal, o mesmo não possui nenhuma obra científica com relevância para ser publicada ou debatida nos meios acadêmicos nacionais e internacionais. Todavia, Desafio o senhor Jean Wyllys a ler e dissertar sobre qualquer encíclica ou livro escrito por Bento XVI, no contexto no qual foi escrito, sem que para isso tenha um colapso nervoso ou coisa parecida, visto a qualidade elevadíssima dos textos do Santo Padre, infinitamente além de sua limitadíssima capacidade de leitura e escrita. Um pequeno exemplo do analfabetismo no mínimo funcional do senhor Wyllys está no parágrafo posterior: “Ora, o amor, como a fé, é inexplicável: sente-se ou não”. Desde quando alguém sente Fé? Até onde sabemos fé não se sente, mas se tem.

As premissas atribuídas ao Papa são fraudulentas e fantasiosas. Em nenhum momento foi cogitado tais argumentações para fundamentar a sua afirmação. As afirmações do Santo Padre são pautadas em fatos concretos, pautados na experiência real e indiscutíveis. Basta ver a grave crise populacional que a Europa está enfrentando, motivada principalmente pela liberação das uniões entre homossexuais e da apologia desta prática desde tenra idade, campanhas pelo uso de contraceptivos e a popularização do aborto, programas abertamente defendidos pelo senhor Wyllys . (Vide em
http://www.midiasemmascara.org/index.php?option=com_content&view=article&id=7752:anciaos-querem-a-ordenacao-de-mulheres-nas-igrejas&catid=111:movimento-revolucionario&Itemid=130).

Ora, o amor, como a fé, é inexplicável: sente-se ou não. Não há dicionário que possa defini-lo; só o poeta pode dizer alguma coisa a respeito — fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente — mas para entendê-lo é preciso sentir tudo aquilo que o papa, os cardeais, os bispos e os padres, pelas regras do trabalho que escolheram desde jovens, são proibidos de sentir – seja por outro homem, seja por uma mulher.

(A redução do amor a um sentimento puramente erótico é prova cabal de quem não entende absolutamente nada do que venha a ser isso é o senhor Wyllys. Cabe aqui uma pergunta, necessariamente pra você amar uma pessoa você deveria ter desejos eróticos ou até mesmo relações sexuais com ela? Pra eu demonstrar amor pelo meu filho eu sou obrigado a cometer o crime de incesto e pedofilia? Na visão do senhor Wyllys aparentemente sim. Talvez por isso os militantes do movimento gay estejam dedicando-se tanto a descriminalização da pedofilia. (Vide http://juliosevero.blogspot.com/2012/01/conheca-os-lideres-universitarios-que.html)

Talvez por isso eles não entendam.

(Espero sinceramente que nunca entenda o amor pelo seu ponto de vista!)

Mas o amor nunca poderia ser uma ameaça para a humanidade; antes, sim, uma salvação para os seus piores males, um antídoto contra os venenos que a intoxicam, uma vacina contra as doenças que a afligem. O papa está errado de cabo a rabo. Ele não entendeu nada mesmo.

(O verdadeiro veneno que intoxica a humanidade hoje é a mentalidade revolucionária. Note que o senhor Wyllys mais uma vez afirma que o amor (o amor erótico como vimos acima) é a solução para todos os problemas do mundo. O desejo implícito do senhor Wyllys é “Dê-me o poder para espalhar o amor pelo mundo e esse será transformado”. Stalin também queria o poder para espalhar o amor e a felicidade pelo mundo de maneira a transformar-lo, ainda que para isso tivesse que pagar o preço de 50 milhões de vidas humanas. Hitler quis ter o poder para transformar o mundo (inclusive promovendo orgias para proliferação do que ele chamava de “raça ariana”), ainda que isso tudo custasse a vida de 6 milhões de judeus e mais de 10 milhões de católicos dentre outros mortos nos campos de concentração. Mao Tsé Tung também queria o poder para espalhar o amor pelo mundo para tarnsformar-lo. Sua vontade de amar foi elevada ao ponto de ter relações sexuais forçadas com cerca de 60 recrutas. A vontade era tão latente que qualquer um que recusasse a deitar-se com ele era fuzilado. Apenas em 3 anos, o amor imenso de Mao Tse Tung exterminou 30 milhões de chineses de fome, no “grande salto para frente”. Tantos e tantos foram os que quiseram construir “um mundo melhor” aqui nesta terra e para isso o tornaram muitíssimo pior.

De fato a Igreja não entende esta mentalidade, senhor Wyllys. A igreja entende que este mundo é para nos prepararmos para o que há de vir e por isso mesmo devemos pensar em construir “um mundo melhor” aqui. Ao contrário, devemos seguir os mandamentos de Cristo, praticar a caridade (não apenas o voluntarismo, filantropia e o assistencialismo como muitos pensam), para que na hora da nossa morte, possamos dizer ao Cristo o mesmo que disse São Paulo: “Combati um bom combate, terminei a carreira e guardei a fé”.)

Contudo, mesmo não entendendo, ele deveria ter um pouco de responsabilidade. Suas palavras têm poder, influência, entram na cabeça e no coração de milhões de pessoas no mundo inteiro.

(Ora senhor Wyllys, pelo Twitter o senhor chamou o Santo Padre de Genocida em Potencial sem apresentar nenhuma prova contundente pra isso. Isso também não é um caso de falta de responsabilidade com as palavras?) Ele poderia usá-las para fazer o bem. Em vez de dedicar tanto tempo e esforço a injuriar os homossexuais — eu confesso que não consigo entender o porquê dessa obsessão que ele tem com a gente — (Simples senhor Wyllys. Assim diz o Catecismo da Igreja Católica no parágrafo 2357: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.” O Papa é o Chefe da Igreja e deve zelar por sua doutrina e seus preceitos. A Igreja condena a prática do homossexualismo abertamente, bem como união de casais do mesmo sexo, por considerar desordem natural, o que é um fato.) o papa poderia se colocar na luta contra os verdadeiros males que ameaçam, sim, a humanidade. Esses que matam milhões, que arruínam vidas, que condenam povos inteiros. (Nisso concordamos. O Papa precisa urgentemente entrar de maneira mais contundente na luta contra a expansão cada vez maior e mais acentuada do da instauração do governo socialista global por parte do CFR, Clube Bilderberg, Comissão Trilateral, Projeto Eurasiano, Radicalismo Islâmico dentre outros organismos imbuídos neste ideal revolucionário, em destaque o socialismo perverso e assassino, que desde o século XIX é condenado pelos Papas).

Bento XVI não pode continuar difundindo o ódio e o preconceito contra os gays. Ele não pode dizer que nós, só por amarmos, só por reclamarmos que o nosso amor seja respeitado e reconhecido, somos “uma ameaça”.

(Mais uma calúnia grave do senhor Wyllys, quando foi que o Papa acusou o indivíduo homossexual de ameaça a humanidade? Ao contrario, a Igreja é clara quando manda os fiéis católicos acolherem essas pessoas com respeito, compaixão e delicadeza, conforme previsto no número 2358 do Catecismo da Igreja Católica. A Igreja é contra os ATOS homossexuais e a cultura homossexual que estão querendo empurrar-nos goela a baixo, tendo em vista a destruição da família e dos princípios morais cristãos.) Aliás, porque esse tipo de frases têm uma história. “Os judeus são a nossa desgraça!” (“Die Juden sind unser Unglück!”), disse o historiador Heinrich von Treitschke, e essa desgraçada expressão, publicada na revista alemã Der Sturmer e logo usada como lema pelos nazistas, deu no que deu. Nós, homossexuais, também sabemos disso: o nosso destino na Alemanha nazista, onde Bento XVI passou sua juventude, era o mesmo dos judeus, só que em vez da estrela de Davi, o que nos identificava noscampos de concentração era o triângulo rosa. (Reiteradamente Jean Wyllys associa a figura do Papa Bento XVI ao nazismo. Neste ponto quero deixar claro minha perplexidade no fato de um dito cientista, como vimos acima, falsificar fatos históricos colocando os seus leitores contra o Papa e a Igreja. Alem de perverso, esse tipo ardiloso de difamação é constantemente repetida por todos os inimigos da Igreja a séculos e infelizmente as palavras mentirosas como essas acabam impregnando o imaginário popular graças à propaganda massiva e o corporativismo revolucionário. Ao fazer isto, está cometendo o crime de injúria, conforme previsto no artigo 140, inciso 3 do Código Penal Brasileiro. O senhor Wyllys também não diz em seu discurso que muitos católicos também foram presos nos campos de concentração, pois Hitler odiava a Igreja Católica. Leiam sobre a vida de Santa Edith Stein (http://www.nsrainha.com/interno/index.php?sid=267), Padre Alois Andritzki (http://pebesen.wordpress.com/tag/campos-de-concentracao/) dentre tantos outros. O senhor Wyllys afirma que os homossexuais usavam um triângulo rosa nos campos de concentração, o que é correto, mas esquece de mencionar que os cristãos que desertavam do exército nazista, mantendo-se fieis a sua fé a servir o maligno Hitler,como fez o jovem Joseph Ratzinger, usavam estrelas roxas. (Veja http://avidanofront.blogspot.com/2010/02/triangulos-do-holocausto.html)

A tragédia do nazismo deveria ter servido para aprender que o outro, o diferente, não é uma ameaça, nem uma desgraça, nem o inimigo.

(Os mais de 150 milhões mortos pelo comunismo que o digam, não é senhor Wyllys)

E nós, homossexuais, não ameaçamos ninguém. O nosso amor é tão belo e saudável como o de qualquer um. E merecemos o mesmo respeito e os mesmos direitos que qualquer um.

(Note que agora o senhor Wyllys diz da forma mais singela que os homossexuais não fazem mal a ninguém. Isto é a típica inversão da responsabilidade moral que acomete todos aqueles que estão sobre a nefasta influência da mentalidade revolucionária. Heinrich Himmler, notório comandante nazista, fora pego aos prantos dizendo “Por que esses malditos judeus insistem em me fazer matar-los”. O ídolo do senhor Wyllys, “Chê” Guevara, fuzilava os cubanos que não aderiram a sua causa aos prantos, por não entender como possível a que eles não aderissem a sua causa tão justa e louvável.

Quero deixar claro aqui que não tenho absolutamente nada contra nenhum homossexual, muito menos qualquer tipo de preconceito, pois como católico, procuro respeitar e seguir os mandamentos da Igreja, que rechaça qualquer tipo de preconceito contra a pessoa do homossexual. Todavia, dizer que homossexuais não ameaçam ninguém é o que Hitler fazia com a biônica “raça ariana”. O mal é inerente a opção sexual do indivíduo, isto é um fato. Assim também como o bem não tem absolutamente nada haver com sua opção sexual.

O senhor Wyllys pede que os homossexuais recebam o mesmo respeito que todos. Porem, o que ele realmente quer é que os homossexuais recebam mais respeito que os outros. É a já conhecida bravata “todos somos iguais, mas uns são mais iguais que outros”.)

Da mesma maneira que acontece agora com o “casamento gay”, o casamento entre negros e brancos — chamado, na época, “casamento inter-racial” — já foi considerado “antinatural e contrário à lei de Deus” e uma ameaça contra a civilização. Numa sentença de 1966, um tribunal de Virgínia que convalidou sua proibição usou estas palavras: “Deus todo-poderoso criou as raças branca, negra, amarela, malaia e vermelha e as colocou em continentes separados. O fato de Ele tê-las separado demonstra que Ele não tinha a intenção de que as raças se misturassem”.

(Ora bolas. Não era o senhor que a pouco dizia que a religião, especificamente o catolicismo, contribuiu em muito para a degradação da civilização ocidental? Como então agora o senhor cita uma sentença claramente baseada em preceitos religiosos propagados pelos séculos pela Igreja Católica? É claro que isso é uma fraude. É claro que isso é vigarice e deturpação da realidade.)

O casamento entre alemães “da raça ária” e judeus também foi proibido por Hitler.

(Se Hitler prendia os judeus, como os “arianos” poderiam se casar? Isso é o argumento do cientifico senhor Wyllys?!)

Até os evangélicos tiveram o direito ao casamento negado em muitos países durante muito tempo, porque eram, também, uma ameaça para a Igreja católica. Parece que alguns pastores não se lembram, mas foi assim.

(Mais uma mentira vergonhosa do senhor Wyllys. Agora, a injuria é para tentar colocar os evangélicos contra a Igreja Católica. Desafio o senhor Wyllys a mostrar qualquer documento que seja da Igreja proibindo qualquer que fosse a religião de praticar seus ritos. Até na Idade Média os Cátaros e Albigenses foram condenados pelos senhores feudais por agitação, rebelião, invasão de terras, depredação e ainda por espalhar a confusão e perturbar a ordem pública.)

Na Argentina, que em 2010 aprovou o casamento igualitário, a primeira grande reforma ao Código Civil, no século XIX, foi impulsionada pela demanda dos protestantes, que reclamavam o direito a se casar.

(Mentira! O senhor Wyllys fala de pequenos grupos e igrejas protestantes que queriam o “casamento” gay como meio de lucrar, exatamente como há hoje no Brasil)

Vários casais não católicos se apresentaram na Justiça, como agora fazem os homossexuais

(Ai está o desmentido da mentira anterior. Quem fez pressão pelo “casamento” gay na argentina foram grupos análogos aos que existem hoje no Brasil. Debater com o senhor Wyllys deve ser muito bom, pois ele mesmo oferece os argumentos contra ele mesmo).

Quando o país aprovou a lei de criação do Registro Civil e, depois, o matrimônio civil, em 1888, houve graves enfrentamentos entre o governo argentino e a Igreja Católica, que incluíram a quebra das relações diplomáticas com o Vaticano.

(Governo este Maçom, anticlerical e anticatólico, semelhante aos golpistas republicanos que derrubaram a monarquia brasileira e ao governo mexicano que perseguiu e matou milhares de católicos, dando origem ao movimento dos Cristeros)

No Senado, um dos opositores ao matrimônio civil disse que, a partir de sua aprovação, perdida a “santidade” do matrimônio, a família deixaria de existir.

(E isso é de fato verdade! A Família só tem sentido quando há um compromisso de vida muito profundo e a possibilidade de gerar filhos, que é expresso pelo Sacramento do Matrimônio. Note que se algum dos noivos for estéril, o seu companheiro pode abrir um processo de nulidade matrimonial imediatamente. Observemos a quantidade de divórcios que houve depois de aprovações de leis como o Registro Civil e o Desquite. O que o senhor Wyllys e toda sua corriola desejam é impor uma nova e distorcida noção de família como um simples ajuntamento de seres humanos)

A lei foi chamada de “obra-mestra da sabedoria satânica” por monsenhor Mamerto Esquiú, quem disse sobre os governantes argentinos da época que “amamentam-se dos peitos da grande prostituta, a Revolução Francesa”.

(sapientíssimas e porque não dizer proféticas palavras. Basta ver o resultado nos dias de hoje. Filhos criados sem um dos pais, casais em constante conflito, intolerância para com o cônjuge, etc.)

Todas as predições apocalípticas que foram feitas contra a lei de matrimônio civil, no entanto, não se cumpriram Anunciaram, garantiram que o mundo ia se acabar… mas o mundo não se acabou.

(Como não? O número de divórcios cresce assustadoramente enquanto o número de casamentos é cada vez mais baixo. Ou o senhor Wyllys é extremamente ignorante e alheio à realidade em que vive ou é um dos maiores vigaristas, canalhas, embusteiros e charlatães que existem hoje no Brasil).

Passou-se mais de um século, mas as discussões são as mesmas. Os argumentos são os mesmos. E o papa Bento XVI continua sem entender.

(A Igreja continuará sem “entender” e aceitar a dialética satânica da revolução por toda a eternidade, pois como diz Nosso Senhor Jesus Cristo: “As portas do inferno não prevalecerão” (Mt. 16,18))

Não entende, tampouco, que o casamento civil e o casamento religioso são duas instituições diferentes. O casamento civil está regulamentado pelo Código Civil, que pode ser modificado pelo Congresso, já o casamento religioso depende das leis de cada igreja: por exemplo, o casamento católico é diferente do casamento judeu.

(Mas em todas as grandes religiões, o casamento é feito entre um homem e uma mulher, postura essa que os ativistas gays abominam, como reiteradamente atestam).

O casamento religioso é feito na igreja, templo, mesquita ou terreiro; o civil, no cartório. Para celebrar o casamento religioso na Igreja católica, os noivos devem ser batizados ou fazer um juramento supletório do batismo e devem realizar um curso prévio na igreja – o que não é necessário para o casamento civil, que pode ser celebrado por pessoas de qualquer religião ou por ateus. O casamento religioso, na maioria das igrejas cristãs, é indissolúvel – já o civil admite o divórcio.

(Vejamos o seguinte dado: O “casamento” gay é legalizado na Holanda desde 2001. Em aproximadamente 11 anos, foram realizados apenas 2400 “casamentos” são feitos por ano, sendo que esse número vem caindo vertiginosamente desde 2007 para apenas 1400. A pergunta que fica no ar é: Vocês acham mesmo que os gays em sua franca maioria querem casar? É claro que a intenção é destruir a noção de família, impondo a vontade revolucionária, conforme dito por Antonio Gramsci, de destruir a moral cristã que é um dos pilares da civilização ocidental).

Em conseqüência, uma pessoa pode se casar na Igreja apenas uma vez na vida, mas pode casar quantas vezes quiser no cartório, desde que seja divorciada.

(Não na Igreja Católica, que desde sempre foi contra o divórcio. Ou seja, não há discriminação. O casamento é feito entre um homem e uma mulher para sempre. That’s all.)

O casamento religioso, para que produza efeitos jurídicos, deve ser registrado no cartório – os efeitos jurídicos do casamento civil são imediatos. E essas são apenas algumas das muitas diferenças que existem entre o casamento civil e o religioso…

(O senhor Wyllys aqui faz apologia ao casamento civil, atribuindo vantagens ante o casamento religioso.)

O que nós, homossexuais, reclamamos é o direito ao casamento civil.

(Mentira! Eles querem “casamento” gay inclusive no religioso, pois a PL-122 é clara quando diz que negar um serviço público por conta da opção sexual será crime!)

O projeto de emenda constitucional (PEC) que estou impulsionando no Congresso não mexe em nada com casamento religioso, cujos efeitos jurídicos são reconhecidos no art. 226 § 2 da Constituição, que se manterá inalterado.

(Ao preço de incluírem muitos outros dispositivos que isolarão os cristãos em guetos, como acontece hoje no mundo islâmico).

Meu projeto legaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, mas nada diz sobre o casamento religioso. Da mesma maneira que o Estado não deve interferir na liberdade religiosa, as religiões não devem interferir no direito civil.

(Ora senhor Wyllys, se o Estado não deve se meter na religião, então por que o senhor reiteradamente exige que a Igreja não classifique o homossexualismo como pecado, coibindo a ampla divulgação deste dogma religioso? É claro que o senhor é um farsante e mentirosos!)

Este último é uma instituição laica, que deve atender por igual as necessidades daqueles e daquelas que acreditam em Deus — em qualquer Deus ou em vários Deuses — e também daqueles e daquelas que não acreditam.

(Exatamente por isso mesmo que queremos manter o direito de expressar as nossas convicções em qualquer lugar e de qualquer maneira, sem ficar restrito aos templos religiosos).

Chegará o dia no qual uma criança irá à biblioteca da escola para procurar, nos livros de história, alguma explicação sobre um fato surpreendente que o professor comentou em sala de aula: “Até o início do século 21, o casamento entre dois homens ou duas mulheres não era permitido”. Para o nosso pequeno cidadão, essa antiga proibição resultará tão absurda como hoje nos resulta a proibição do casamento entre negros e brancos, ou do voto feminino. E se ele descobrir, na biblioteca, que houve um dia em que um papa disse que o casamento gay ameaçava a humanidade, provavelmente sentirá a mesma repulsa que nós sentimos ao lermos a desgraçada frase de von Treitschke.

Bento XVI deveria pensar se ele quer passar à história dessa maneira. Ainda está em tempo.

(Um excelente exemplo de mais uma característica clássica dos que padecem de mentalidade revolucionária, a inversão do tempo. Note que na fantasia do senhor Wyllys, o mundo futuro irá olhar para seu passado sombrio, quase que rindo de um tempo atrasado onde o união civil gay era um tabu. De certo o senhor Wyllys deve ter uma forma desconhecida de todos para prever o futuro. Porque não, senhor Wyllys, ao invés das pessoas lembrarem-se do “obscurantismo” de nossa época, elas não poderiam ter a lembrança de que foi por causa da aprovação sucessiva de uniões civis gays e sua massiva propaganda nas redes de televisão e mídia que a população ocidental caiu para níveis críticos, oferecendo assim os motivos necessários para se montar um governo mundial de maneira a controlar o problema, ou que por causa da união civil gay, a massiva propagada e a redução das populações europeias abriram as portas do continente para a ocupação Islâmica, de maneira a época vigorar-se a Xaria, onde os homossexuais são mortos e torturados apenas por o serem? Mas não, afinal, o futuro revolucionário é brilhante. Sempre é. Senhor Wyllys, o futuro pertence apenas a Deus, que é eterno e portanto atemporal e não ao senhor, a menos que o senhor se considere Deus, o que realmente não acredito. Prefiro então achar que o senhor é apenas mais um dos muitos ignorantes e ineptos que infestam as universidades e os altos círculos culturais deste país.)

Tomara que algum dia ele seja capaz de entender e aceitar o amor — qualquer maneira de amor e de amar — e fazer aquilo que Jesus Cristo pregava: “Amarás ao próximo como a ti mesmo”.

(Espero que o senhor também siga seu próprio conselho senhor Wyllys, pois acusar o Santo Padre de genocida em potencial sem apresentar nenhum argumento que comprove isso, reiteradamente buscar uma associação dele com o regime nazista, quando está mais que provado que ele não teve absolutamente nada haver com aquilo, acusá-lo de acobertar pedófilos quando este foi o responsável pessoal pela abertura do inquérito de muitos escândalos de pedofilia na Igreja, incluindo ai o caso doo padre Marcial Maciel dos Legionários de Cristo, e também de ser de ser um perseguidor ativo das religiões protestantes e absolutamente intolerante a aqueles que tem opiniões contrárias as do senhor ou o critica, como fez no episódio onde excluiu uma centena de posts onde os católicos manifestaram de maneira pacifica e justa sua indignação.)

O senhor Wyllys mostrou mais uma vez que, como todo esquerdista de nossos dias, é completamente incapaz de diagnósticos honestos da realidade, sendo sempre tendencioso a suas ideologias, repetindo os mesmos slogans e da propaganda revolucionária que se estende desde o século XVI. O que o senhor Wyllys deve lembrar que levantar falso testemunho contra qualquer um é um crime grave, condenado desde pelo menos os tempos de Moisés. Esta atitude não deve nunca partir de uma pessoa que busca ser o expoente de uma causa.

Que Deus abençoe a todos e, por favor, rezem pela conversão do senhor Wyllys.
FONTE: Sentinela Católico

Acesse: http://www.sentinelacatolico.com.br/index.php/2012/01/resposta-ao-artigo-publicado-por-jean-wyllys-no-site-da-revista-carta-capital/


Rev. Jucelino Souza

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Livro de ex-homossexual é alvo da famosa “tolerância” gay

Livro de ex-homossexual é alvo da famosa “tolerância” gay


Julio Severo

O psicoterapeuta americano Richard Cohen acaba de sentir a famosa “tolerância” tão defendida por grupos gays. Seu livro, “Coming out Straight — Compreender e Tratar a Homossexualidade”, teve de ser retirado de vários sites de venda online em Portugal por pressão e protestos de associações homossexuais, que o consideram “ofensivo”. A obra, onde a homossexualidade é tratada como “uma desordem da atração” e um “transtorno da afetividade”, continua à venda nas livrarias de Portugal, mas alguns sites que a vendiam tiveram de pedir desculpa aos irados ativistas homossexuais.

O terapeuta Richard Cohen afirma que ao longo de 15 anos de terapia conseguiu que milhares de homens e mulheres que se sentiam atraídos por pessoas do mesmo sexo ficassem livres desse problema.

Na sua página de internet, ele confessa que ele próprio foi homossexual durante anos, mas que “com a ajuda de Deus”, conseguiu voltar a ser normal. Agora está casado, tem três filhos, e vários discípulos que dão continuidade ao seu trabalho.

Depois de seu livro ter sido disponibilizado online, em apenas três horas mais de quatro mil ativistas gays reagiram contra a sua venda, fazendo uma campanha de pressão e queixas.

O livro de Cohen também foi retirado da livraria virtual de uma grande cadeia espanhola de lojas de departamento diante da “avalanche de protestos”. A Federação Andaluza de Associações LGTB assumiu o crédito da “avalanche”, dizendo que a retirada do livro foi uma vitória do ativismo gay.

Esse episódio me lembra do cantor italiano e ex-homossexual Povia, que com sua bela música “Lula era gay”, foi alvo de uma persistente campanha de protestos e queixas de associações gays. Sua música, que concorria no festival Sanremo, não foi enxotada, conforme exigia o movimento gay, mas acabou ficando em segundo lugar, exclusivamente para agradar aos “tolerantes” militantes homossexuais.

Se as pessoas de bem tivessem essa militância e determinação, poderíamos também fazer campanhas exigindo a retirada de todos os livros e filmes homossexuais do mercado. Aliás, nossos filhos nunca mais sofreriam ameaças de kits gays nas escolas. Temos pessoas em número suficiente para barrar a intolerância gay, mas falta-nos a determinação e a disposição de reagir à agressão deles aos nossos valores, filhos e famílias.

Com informações de vários sites.












 

Rabinos se manifestam biblicamente em relação ao homossexualismo

100 principais líderes religiosos citam a Torá para combater investida pró-homossexualismo de Obama


Bob Unruh

Em uma impressionante declaração formal que confronta diretamente os esforços de Obama, que durante todo o seu mandato buscou promover e normalizar o homossexualismo, uma coalizão de rabinos ortodoxos e respeitados profissionais de saúde mental afirma que o homossexualismo é um comportamento que pode ser mudado e curado com terapia, se a pessoa assim o desejar.

“O conceito de que Deus criou um ser humano incapaz de encontrar felicidade em uma relação amorosa a não ser que viole uma proibição bíblica não é nem plausível nem aceitável”, afirma o documento, intitulado Declaration on the Torah Approach to Homossexuality.

Ele afirma que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e “curada”, e condena o “bombardeio propagandístico” que foi lançado “para persuadir o público sobre a legitimidade do homossexualismo”.

“Predominam na mídia as rotulações negativas que sugerem que quem não aceita o estilo de vida homossexual como legítimo o faz por ‘ódio’ ou porque é ‘homofóbico’. Essa coerção política silenciou muitos à condescendência. Infelizmente, essa atitude permeou a comunidade judaica, e muitos ficaram confusos ou aceitaram a postura da mídia sobre esse assunto”, afirma o documento.

De fato, assim que Obama assumiu o mandato em 2009, ele promulgou um projeto de lei que tratava de “crimes de ódio”, que aumentava as penas por crimes atribuídos ao “ódio” ao homossexualismo, fornecendo aos gays proteções especiais às quais outras vítimas não têm direito.

“A Torá declara explicitamente que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável ou uma identidade genuína, e proíbe severamente a conduta. Além disso, a Torá, sempre visionária sobre as influências seculares negativas, nos alerta em Vaicrá (Levítico) 20:23: ‘E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós...’ Principalmente se a Torá menciona o homossexualismo e outras práticas sexuais proibidas”, afirma a declaração.

O documento foi assinado por uma coalizão de mais de 100 rabinos, organizadores comunitários, líderes e profissionais de saúde mental. Dentre os signatários que decidiram vir a público está a psicóloga e autora Dra. Miriam Adaham de Jerusalém; o Rabino Simcha Feuerman, presidente da International Network of Orthodox Mental Health Professions (Rede Internacional de Profissões de Saúde Mental Ortodoxas); a psiquiatra de Los Angeles e autora Dra. Miriam Grossman; o Dr. Joseph Gelbfish de Brooklyn, Nova Iorque; o Rabino Yaakov Salomon, psicoterapeuta e autor; o Rabino Steven Pruzansky, vice presidente do Conselho Rabínico dos EUA, e dezenas de outros.

A declaração contradiz um documento de 2010 assinado por rabinos ortodoxos que acreditavam que “Judeus com orientação homossexual ou atração pelo mesmo sexo devem ser acolhidos como membros plenos da sinagoga e da comunidade escolar. Assim como com relação a gênero e etnia, eles devem participar e contar nos rituais, serem elegíveis para homenagens nas sinagogas, e serem tratados igualmente e sob o mesmo padrão haláquico e hagádico, assim como qualquer outro membro da sinagoga à qual se juntarem”.

Contradição


A declaração de 2010 também rejeitava a ideia de terapia para curar o homossexualismo, mas a nova declaração toma uma posição oposta.

“Rejeitamos enfaticamente a noção de que a pessoa com tendências homossexuais não possa superar sua tendência ou desejo. Os comportamentos podem ser mudados. A Torá não proíbe algo que seja impossível de mudar. Abandonar as pessoas à eterna solidão e ao desprezo, negando-lhes toda esperança de superar e curar sua atração pelo mesmo sexo é friamente cruel. Tal atitude também viola a proibição bíblica do Vaicrá (Levítico) 19:14 ‘nem porás tropeço diante do cego’”, afirma o documento.

A coalizão de rabinos e outras lideranças afirma que “apesar do politicamente correto, o único meio de ação aprovado pela Torá com relação ao homossexualismo é a terapia psicológica combinada à teshuvá, ou penitência”.

Os signatários concordam que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e curada.

A declaração foi escrita por uma comissão de 25 membros composta de rabinos, pais, pessoas sob terapia e “histórias de sucesso” daqueles que fizeram terapia e hoje vivem vidas heterossexuais, casados e com filhos, afirma o grupo.

Ele rejeita os esforços de “secularistas e pessoas da comunidade religiosa” para minimizar ou negar a possibilidade de mudança.

O tratamento recomendado na declaração é a terapia reparativa, ou a terapia afirmativa de gênero, que a declaração define como algo que “reforça a identidade de gênero natural do indivíduo, ajudando-o a entender e reparar as feridas emocionais que ocasionaram essa desorientação e enfraquecimento, permitindo, dessa forma, o reinício e a conclusão do seu desenvolvimento emocional”.

O propósito da declaração é ajudar os judeus que “estão confusos com essa questão e se tornaram coniventes com algumas noções falsas”, tais como a ideia “de que uma pessoa não pode controlar sua ‘natureza’, e portanto, deve aceitar sua tendência proibida como algo natural e normal que não precisa ser trabalhado ou curado”.

Os membros da comissão que compôs o documento estão sendo mantidos no anonimato, embora os signatários da declaração tenham ido a público. Mas os membros da comissão afirmaram em uma declaração paralela que eles superaram as atrações pelo mesmo sexo: “Emitimos essa declaração com base na Torá porque as mensagens da mídia e dos ativistas homossexuais são, na melhor das hipóteses, equivocadas, e na pior delas, simplesmente mentirosas".

‘Uso impróprio da compaixão’


“Os ativistas homossexuais estão fazendo uso impróprio da compaixão para convencer o público. Sua principal mensagem é que, se nós nos importamos com as pessoas, deveríamos aceitá-los como homossexuais e não pedir para que mudem. Eles têm reforçado essa mensagem pedindo para que as pessoas identificadas como homossexuais repitam constantemente a inverdade de que ‘não é possível mudar’, e que as pessoas ‘nascem assim’; que os homossexuais tentaram, mas ‘não conseguiram mudar’, e que se pudessem escolher, ‘jamais teriam escolhido isso’. Tudo o que eles querem é ‘aceitação, felicidade e amor, assim como todas as pessoas’”, explica o grupo.

No entanto, membros da comunidade judaica escrevem que a Torá “faz uma declaração inequívoca de que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável”, e que não há prova científica genuína de que o homossexualismo seja genético ou biológico.


Em Nova Iorque, por exemplo, onde o “casamento entre pessoas do mesmo sexo” foi recentemente legalizado, as sinagogas estão protegidas caso se recusem a celebrar um casamento homossexual.

No entanto, “Se a profissão de uma pessoa religiosa estiver relacionada a salão de casamento, fotografia, música, buffet etc., não há proteção legal caso eles se recusem a prestar serviços para o casamento homossexual. Além do mais, se o negócio envolver qualquer contrato ou licença estatal, este será revogado no caso de recusa de prestar serviços para um casamento entre pessoas do mesmo sexo”, alerta o grupo.

“Estamos começando a ver as repercussões para as pessoas de fé nessa questão. À medida que essas coisas se tornam lei, veremos cada vez mais manchetes desse tipo”, afirma a organização.

Repercussões


O grupo cita vários exemplos nos últimos meses, incluindo Peter Vidmar, que foi forçado a abandonar a equipe olímpica dos EUA depois que várias reportagens mostraram que ele apoiava iniciativas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo; um apresentador de TV de Toronto que foi demitido por apoiar o casamento tradicional; e uma empresa de fotografia de casamentos do estado de New Mexico, que foi multada por se recusar a fotografar uma cerimônia de “casamento” homossexual.

Até mesmo a Associação Americana de Psicologia voltou atrás na afirmação de que havia um “gene gay” ou alguma razão inevitável para o comportamento homossexual.

Como afirmou a AAP em dezembro, “não existem descobertas científicas que provam que uma pessoa nasce homossexual”.

A porta-voz Susan Rosenbluth, que representa os signatários da declaração, disse ao WND que é repreensível dizer a um garoto de 16 anos que está confuso com a atração pelo mesmo sexo: “Lamento por você”.

Ela acrescenta que há uma série de “tendências naturais” no âmbito do comportamento humano que devem ser controladas (e mudadas, se possível). Ela cita o alcoolismo ou o excesso de peso como um problema comportamental similar, que requer ajuda de outros para ser mudado.

Outros comportamentos são similares, afirma Rosenbluth.

‘É preciso muito trabalho’


“Não é natural tocar um violino. Não é algo que vem naturalmente. O mesmo pode-se dizer sobre a superação da atração pelo mesmo sexo. É preciso muito trabalho se você quiser fazê-lo”.

Rosenbluth afirma que a lei judaica não diz em lugar nenhum que não é kasher [permitido] comer lama, porque ninguém irá fazer isso. Mas, segundo ela, a declaração judaica aborda o problema do homossexualismo, tratando-o da mesma forma que o roubo, algo que as pessoas tendem a querer fazer, mas não são permitidas.

Ela acrescenta que as pessoas de fé não devem ignorar a questão do homossexualismo.

“Abandonar as pessoas à eterna solidão e ao desprezo, negando-lhes toda esperança de superar e curar sua atração pelo mesmo sexo é friamente cruel”, afirma o documento.

Ele recomenda “terapia reparativa ou terapia afirmativa de gênero”. Isso é definido como “algo que reforça a identidade de gênero natural do indivíduo, ajudando-o a entender e reparar as feridas emocionais que ocasionaram essa desorientação e enfraquecimento, permitindo, dessa forma, o reinício e a conclusão do seu desenvolvimento emocional”.

E a “teshuvá” é a obrigação da Torá para que as pessoas se afastem “de qualquer transgressão ou pecado e retornem a D’us e à sua essência espiritual”.

Culpa de Obama



Ela é Janet Boynes, do Janet Boynes Ministries, que afirma logo de cara que o seu objetivo é “ministrar a pessoas que questionam a própria sexualidade ou que queiram deixar o homossexualismo”. “O JBM busca informar e desafiar as igrejas e a sociedade sobre as questões acerca do homossexualismo e ensinar como ministrar à comunidade homossexual”.

Boynes disse ao WND que muitos “secularistas jovens e ingênuos” estão ocupados seguindo a liderança de Obama em sua agenda sexualmente permissiva, cujo resultado será “o fim dos valores e das famílias tradicionais”. A agenda de Obama também “propaga o ataque às crenças judaico-cristãs em escala global”.

Mas enquanto vários outros ministros criticam a determinação pró-homossexualismo de Obama, este colocou mais homossexuais em posições de poder do que qualquer outro presidente, abriu as forças armadas para o homossexualismo declarado, e promulgou um plano de “crimes de ódio” que garante proteção especial aos homossexuais. Boynes vai além.

“A Bíblia diz que o ladrão vem senão para roubar, matar e destruir (João 10:10)”, afirma. “O seu principal objetivo é trazer confusão e causar divisões dentro da igreja, e ele o faz alterando a verdade de Deus de uma maneira que muitos cristãos acabam sendo enganados se não estiverem firmados e fundamentados na palavra de Deus”.

O WND recentemente noticiou que a política da administração Obama é a nova polícia sexual, e que recentemente foi emitido um decreto presidencial que alguns dizem ter como objetivo certo criar “cotas” para LGBTs nas contratações do governo federal.

O WND também noticiou a pressão de várias autoridades administrativas para normalizar o comportamento LGBT, incluindo a designação de “identidade de gênero” como um status protegido pelos cargos federais.

O articulista Matt Barber do WND escreveu que os esquerdistas estão “desesperados” nos seus esforços para “desencavar alguma racionalização natural e biológica, para a qual a ciência não encontrou nenhuma, para validar um comportamento comprovadamente não natural”.

“É por isso que estamos vendo um ódio tão visceral da esquerda à comunidade ex-gay”. Do ponto de vista político e legal, é estrategicamente crucial que esses esquerdistas solapem e marginalizem a experiência real de incontáveis milhares de ex-homossexuais”, afirma Barber. “Essa malevolência representa uma profunda falta de respeito pelo ‘direito de escolha’ das pessoas”. A mentira favorita é a seguinte: ‘O gay dentro de você não vai sair com reza’. Uma vez que você se identifica, ou é rotulado, como ‘gay’, não há mais saída.

“Ironicamente, esses mesmos liberais sugerem cinicamente que algo realmente inato como o sexo biológico pode ser mudado. Se você é um homem hoje, mas se sente como uma mulher, basta alguns cortezinhos e voilá! Você se torna mulher”, afirma Barber.

Alerta dos pediatras


O WND noticiou anteriormente quando uma coalizão de pediatras alertou educadores para que não promovessem o comportamento “gay”.

A American College of Pediatricians (Conselho Federal de Pediatria), uma organização sem fins lucrativos financiada por membros e doadores, escreveu para as secretarias de educação afirmando que “Não é papel das escolas diagnosticar ou tratar a condição médica de qualquer estudante, e muito menos ‘afirmar’ uma orientação sexual percebida”.

Além disso, as escolas podem criar uma “vida de dor e sofrimento desnecessários” para uma criança quando reforçam um comportamento escolhido a partir da “confusão” de uma criança.

“Mesmo quando motivado por intenções nobres, as escolas podem ironicamente desempenhar um papel desastroso se estimularem essa desordem”, afirma a carta, assinada pelo Dr. Tom Benton, presidente da organização.

O grupo também criou um website chamado Facts About Youth, como um recurso para que as autoridades escolares tenham acesso a fatos oriundos de um “canal apolítico e não religioso”.

“O único curso de ação viável que está em conformidade com a Torá é a terapia e a teshuvá”, afirma o novo documento. “Não existe outra solução prática permitida pela Torá com relação a esse assunto”.

Traduzido por: Luis Gustavo Gentil


Fonte em português: www.juliosevero.com













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