«Unfortunately, when Harvard scholar Louis Menand analyzes the Gross and Solon data, he sees evidence that “neutrality, or disinterestedness,” is declining as a university standard because there is now apparently “less aversion to weighing political views in evaluating merit than would have been the case thirty or forty years ago.”
In fact, though not a conservative, Menand concedes that the Gross and Solon study provides “data . . . useful to anyone claiming that colleges and universities discriminate against people with conservative views.” Menand goes so far as to raise the question of whether “holding liberal views has become a tacit requirement for entry and promotion in the academic profession.”
In an academic world such as this, it is entirely predictable that top university professors of law openly argue—in direct riposte to Scalia’s complaint against judicial endorsement of the homosexual agenda—in favor of measures aimed at “eliminating the moral opprobrium that has traditionally attached to homosexual conduct.” »
Hoje, problema de um gay não é “sair do armário”.
Em contraponto, o verdadeiro problema é o das pessoas homocépticas — ou seja, as pessoas que não concordam com o comportamento gay e com a supremacia política gayzista: há hoje uma maioria silenciosa de pessoas homocépticas que ainda não “saíram do armário”. Até um dia...
Entretanto, as pessoas homocépticas são já consideradas pelas elites [ a chamada “ruling class” ] como sendo foras-da-lei. O homocéptico tende a ser julgado sumariamente em um novo tipo de Tribunal da Inquisição — neste caso, trata-se da “Ingaysição” que vota o homocéptico ao ostracismo político e cultural, e retira-o da praça pública.
Os autos-de-fé da nova Inquisição existem em função de uma nova polícia política totalitária: não se trata já da Gestapo, mas da “Gaystapo”.
Os novos hereges e/ou relapsos da religião política de género são hoje alvo de um terrorismo político de tipo Al Qaeda — neste caso concreto, trata-se da Al Gayeda, o "braço armado" do gayzismo.
Uma parte da maioria homocéptica ainda não se deu realmente conta da ameaça gayzista à sua liberdade. O problema que se coloca aqui é o de saber, ou prever, o grau de violência provocado por uma provável futura “saída do armário” dessa maioria homocéptica, face à acção de repressão política e cultural sistemática da Ingaysição, da Gaystapo e da Al Gayeda, sustentada e apoiada pela actual ruling class. O radicalismo gera radicalismo de sinal contrário.
O gayzismo, sustido pela Ingaysição, pela Gaystapo e pela Al Gayeda, não admite a assunção de um direito negativo em relação à sua ideologia política; não permite a objecção de consciência.
Com a afirmação da supremacia política do gayzismo, da Ingaysição, da Gaystapo e da Al Gayeda, estamos, de facto e sem qualquer dúvida, perante uma componente essencial e imprescindível de um novo tipo de construção política totalitária mais alargada que, paradoxalmente, se agiganta em nome da liberdade.