"Anyone challenging the homosexualist agenda in public in Sweden can be sent to prison, and the European Court of Human Rights (ECHR) has ruled that this does not constitute any violation of rights. In 2004, the Swedish government charged a group of pamphleteers with “agitation against a national or ethnic group,” a crime that carries a maximum penalty of 2 years in prison."
Na Suécia, quem criticar publicamente o acto homossexual vai parar à prisão. Por exemplo, se eu fosse sueco e por escrever este mesmo postal, provavelmente iria dar com os ossos na pildra. E o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos concorda com a lei sueca, ou pelo menos não tem nada a opor-lhe.
A lei do governo sueco que restringe a liberdade de expressão e condena a pena de prisão os seus cidadãos que discordem do acto de tomar no cu, e critiquem publicamente a sodomia, é baseada no pressuposto de protecção de uma minoria étnica: a comunidade gay sueca, loura e de olhos azuis, é considerada pela lei sueca como sendo uma “minoria étnica”. O absurdo do pressuposto serve para justificar o absurdo da censura da opinião livre. A Suécia tem já um Estado totalitário.
Nas escolas suecas é ensinada às crianças, desde a escola primária, que tomar no cu é bom, saudável e faz crescer. E quando quatro cidadãos suecos — Tor Fredrik Vejdeland, Mattias Harlin, Björn Täng and Niklas Lundström — colocaram 100 panfletos em uma escola secundária sueca denunciado a política do governo sueco de promoção cultural da sodomia, os "bando dos quatro" apanharam 2 anos de prisão.
Ora, esta agenda política e cultural foi a mesma promovida pelo governo de José Sócrates e que o actual governo de “direita” não denunciou e que mantém — não fosse Paulo Portas a eminência parda gayzista da “direita”, e não estivesse Passos Coelho a soldo do globalismo eugenista e abortista. Portanto, é verosímil prever que um dia destes eu vá parar à prisão por delito de opinião. Porém, ninguém estará, então, livre da censura e da prisão, e aplicar-se-á o princípio exarado no poema de Martin Niemöller (1892–1984), e dedicado à censura dos nazis:
First they came for the communists,
and I didn't speak out because I wasn't a communist.

Then they came for the trade unionists,
and I didn't speak out because I wasn't a trade unionist.
Then they came for the Jews,
and I didn't speak out because I wasn't a Jew.
Then they came for me
and there was no one left to speak out for me.

Primeiro, eles vieram pelos comunistas,
e eu não disse nada porque não era comunista.

Depois vieram pelos sindicalistas,
e eu não disse nada porque não era sindicalista.
Depois vieram pelos judeus,
e eu não disse nada porque não era judeu.
Depois vieram por mim,
mas já não restava ninguém que falasse por mim.