LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

O homofascismo avança na União Europeia

O homofascismo avança na União Europeia


by O. Braga

Na União Europeia existe uma Agência dos Direitos Fundamentais [ADF] que se preocupa muito com os direitos dos gays, e praticamente nada com os direitos dos cristãos. Aliás, nem poderia ser de outra maneira: ou a ADF se preocupa com os direitos dos gays, ou se preocupa com os direitos dos cristãos, porque os direitos de uns e de outros são contraditantes, na medida em que os direitos dos gays implicam progressiva e necessariamente a proibição das religiões universais.



A ADF vai gastar brevemente 370 mil Euros do dinheiro dos contribuintes dos países da União Europeia em uma sondagem acerca da “discriminação” em relação aos gays. Porém, o que é curioso é que as conclusões da sondagem já estão previamente estabelecidas: a sondagem servirá apenas para fundamentar as conclusões pré-estabelecidas pela ADF.



As conclusões pré-estabelecidas pela ADF são as seguintes: quase todas as pessoas LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] da União Europeia são vítimas de discriminação. Por isso, (i) as leis dos países da União Europeia devem ser mudadas, (ii) devem ser garantidos mais privilégios à comunidade gay, (iii) e as pessoas que não concordem ou não aceitem o estilo de vida gay devem ser processadas em tribunal e condenadas à prisão por “discurso de ódio”.







Em face destas conclusões prévias estabelecidas pela ADF, os factos que as demonstrem deverão ser fabricados a posteriori através de uma sondagem de 370 mil Euros encomendada à GALLUP. Porém, a sondagem tem algumas características especiais, a ver:



O público alvo da sondagem é constituído apenas e só por membros da comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]. As opiniões das pessoas que não pertencem à comunidade gay — a esmagadora maioria da população — não contam para a sondagem, nem tão pouco são autorizadas a participar na sondagem as pessoas que não pertençam à minoria LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros].

Dentro da comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros], apenas aquelas pessoas consideradas “vítimas LGBT” poderão responder à sondagem. Ou seja, as pessoas da comunidade gay que não se considerem vítimas de discriminação, não poderão responder à sondagem.

A sondagem é anónima e não é baseada em factos verificáveis.

Por exemplo, o Observatório da Intolerância e Discriminação Contra os Cristãos, publicou recentemente o relatório anual de 2011, no qual são relatados mais de 600 incidentes envolvendo discriminação e/ou violência contra cristãos na União Europeia. Acontece que esse relatório anual de 2011 menciona a data, o lugar, e os factos essenciais ocorridos em relação a esses incidentes contra cristãos. Eis um exemplo de como deve ser feita uma sondagem ou um relatório sobre discriminação.



No entanto, a ADF optou por uma sondagem anónima e desprovida de factos verificáveis, em relação às conclusões previamente estabelecidas de uma sondagem a realizar, e segundo as quais 99,9% dos gays são discriminados na União Europeia.



As perguntas da sondagem sugerem as respectivas respostas. Ou seja, as perguntas são feitas de tal forma que as respostas só podem confirmar a putativa "discriminação" sofrida pela pessoa que responde à sondagem.

O. Braga
Quinta-feira, 5 Abril 2012 at 7:25 pm
Tags: marxismo cultural
Categorias: Democracia em perigo, Gayzismo, homocepticismo, Homofascismo, Política, politicamente correcto
URL: http://wp.me/p2jQx-aX4  

Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/

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