LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A evolução da homofobia para o homofobismo

A evolução da homofobia para o homofobismo

by O. Braga



A evolução da homofobia para o homofobismo

by O. Braga


Actualmente, o conceito de homofobia não se refere apenas à agressão física ou ao assassinato contra a população LGBT.
Segundo a ABGLT, o conceito é mais amplo:
"A homofobia é um conjunto de emoções negativas (tais como aversão, desprezo, ódio, desconfiança, desconforto ou medo), que costumam produzir ou vincular-se a preconceitos e mecanismos de discriminação e violência contra pessoas homossexuais, bissexuais e transgéneros (em especial, travestis e transexuais) e, mais genericamente, contra pessoas cuja expressão de género não se enquadra nos modelos hegemónicos de masculinidade e feminilidade. ".
A homofobia, portanto, transcende a hostilidade e a violência contra LGBT e associa-se a pensamentos e estruturas hierarquizantes relativas a padrões relacionais e identitários de género, a um só tempo sexistas e heteronormativos
 
O que estamos a ver aqui já não é homofobia, mas passou a ser homofobismo.
 
Homofobismo é um “ismo”; é uma ideologia. Aliás, homofobia sempre foi um conceito político-ideológico disfarçado: nunca existiu uma definição de homofobia. Ao não se definir homofobia, manteve-se o conceito aberto para evoluções ideológicas que se adaptassem ao “progresso da opinião pública”.
O homofobismo já não é a constatação de um comportamento hostil e agressivo em relação aos gays; antes, passou a ser o juízo do próprio pensamento das pessoas. Como é impossível saber o que alguém pensa em relação ao comportamento dos gays, o homofobismo presume que sabe o que esse alguém pensa. Já estamos no domínio da Inquisição, da STASI ou do KGB.
Segundo se diz, o homofobismo é “um conjunto de emoções negativas”, como por exemplo, “desconforto” em relação a pessoas que têm um determinado comportamento.
Mas quem decide se essa sensação de desconforto existe em mim, ou não, não sou eu: existe um procedimento exógeno e alheio à minha vontade que julga as minhas próprias emoções em função de uma minha eventual recusa em relação a um comportamento social que exige um certo mimetismo. Ou seja: “se não amochas, és homófobo”.
A pergunta que eu faço é esta: vale a pena lidar com o homofobismo de forma racional? Apresentar-lhes argumentos racionais que demonstrem a monstruosidade, em termos humanos, que eles estão a exigir da sociedade? Fazer-lhes ver que as outras pessoas também têm direito à liberdade? Vale a pena?
A minha resposta é não. Estou convencido de que não vale a pena — assim como não vale a pena demonstrar racionalmente a um comunista que o marxismo não é científico porque não é refutável. Paradoxalmente, a transformação do conceito de homofobia em homofobismo, passa a justificar o exercício da violência sobre os membros do lóbi político homofascista, uma vez que qualquer possibilidade de dialogo racional passa agora a ser impossível.
 
 
 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A propaganda homofascista e os novos super-heróis da banda desenhada





A propaganda homofascista e os novos super-heróis da banda desenhada

by O. Braga

"A major comic book superhero like Superman, Batman, or Robin is in line to be turned gay by the characters’ owners, DC Comics."
A partir de agora, os super-heróis em banda desenhada Super-Homem, Batman e Robin, passam a ser gays — segundo decisão dos proprietários dos direitos de publicação, a empresa americana DC Comics.
Vamos ver o Robin entrar num WC público à procura de um macho anónimo, mudando assim o nome para Rabinho. Ou o Batman a fazer dogging com desconhecidos e a altas horas no parque Eduardo VII, mudando o seu nome para Bate-me-uma. E o Super-Homem vai mandar a Lois Lane às malvas, e vai-se transformar no Super-Homo.
 
O. Braga | Quarta-feira, 23 Maio 2012 at 5:49 pm | Categorias: Gayzismo, homocepticismo, Homofascismo, politicamente correcto, Tirem-me deste filme | URL: http://wp.me/p2jQx-bFj
 
 
 
 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Em Inglaterra, a palavra “pai” ofende os gays


Em Inglaterra, a palavra “pai” ofende os gays

by O. Braga

"The Health Service has removed the word ‘dad’ from a pregnancy handbook for fear of offending gay and lesbian parents."
Os gays ingleses andavam muito ofendidos com o uso da palavra “pai”. E por isso reclamaram junto do Serviço Nacional de Saúde [SNS] no sentido de que a palavra fosse eliminada dos registos das gravidezes daquele organismo. E face ao sentimento de discriminação e de ofensa que, alegadamente, a palavra “pai” causa no gays, o SNS inglês acabou por retirar a palavra do uso normal nos seus serviços.
Em rigor, no SNS inglês já não existem pais — para gáudio, contentamento e felicidade dos fanchonos.


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terça-feira, 22 de maio de 2012

Dupla lésbica é acusada de fingir-se de vítima de preconceito

Dupla lésbica é acusada de fingir-se de vítima de preconceito

Duas lésbicas que afirmaram estar sendo vítimas de preconceito e ódio no ano passado quando mensagens de ódio foram rabiscadas em seu lar no Colorado estão agora sendo acusadas de cometer embuste.
Apanhadas: Aimee Whitchurch, 37, à esquerda, e Christel Conklin, 29, à direita, acusadas de embuse, falso boletim de ocorrência e travessura criminosa
Aimee Whitchurch, 37, e Christel Conklin, 29, disseram às autoridades em outubro do ano passado que vândalos haviam pichado “Matem o Gay” no portão da garagem delas e deixado um laço de forca na entrada da casa.
A dupla, que vive numa casa alugada de condomínio em Parker, Colorado, disse que cria que os alegados incidentes eram em retaliação por disputas que elas estavam tendo com a Associação de Moradores por causa do cão delas.
“Kill the Gay” (Matem o Gay): Dupla lésbica, aproveitando o favoritismo absoluto da mídia nos casos de discriminação aos gays, picha ameaça contra si mesma. Foi preciso a intervenção do FBI, que achava estar lidando com lésbicas vítimas, para descobrir o engodo.
O FBI se envolveu na investigação. As duas mulheres foram examinadas por agentes federais para ver se havia resíduos de tinta spray na palma de suas mãos, noticiou KDVR, filial da Fox. O FBI também pediu que elas fizessem um teste no detector de mentiras, mas elas não quiseram, de acordo com o canal de TV.
Mais tarde, as autoridades concluíram que as mulheres eram responsáveis pelas palavras pichadas.
“Durante a investigação e a partir de declarações de testemunhas, concluiu-se que as alegações do incidente eram falsas”, disse Cocha Hedyen, porta-voz da delegacia de polícia do município de Douglas. “Os detetives conseguiram resolver com precisão que as duas mulheres envolvidas eram responsáveis pelas palavras que foram pichadas na garagem e a colocação do laço de forca na porta da frente da casa delas”.
Ambas as mulheres enfrentam duas acusações de travessura criminosa e duas acusações de falso boletim de ocorrência, de acordo com o canal de TV.
Traduzido por Julio Severo do artigo da Fox News: Lesbian couple accused of faking hate crime at Colorado home
 

Gay estuprador de crianças e bebês pega só 18 anos de cadeia

Gay estuprador de crianças e bebês pega só 18 anos de cadeia

Julio Severo
Um homossexual na Holanda que confessou ter abusado de 83 crianças e bebês foi sentenciado a 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
Robert Mikelsons foi sentenciado na segunda-feira (21 de maio) por um tribunal de Amsterdã por ter abusado sexualmente das crianças, algumas das quais tinham apenas alguns meses de vida, informou a Rádio Holanda Mundial.
Mikelsons, que tem 29 anos, se mudou para a Holanda em 2004 e “casou” com seu parceiro homossexual, um cidadão holandês. Em 2008, ele recebeu sua própria cidadania holandesa como resultado.
Ele trabalhou pelo menos em duas creches holandesas de 2007 a 2010, e ofereceu seus serviços particulares pela internet, afirmando que ele era uma babá “com treinamento e experiência”.

Robert Mikelsons na creche com crianças
Mikelsons abusou sexualmente das crianças enquanto trabalhava numa creche de Amsterdã. Depois de ser preso em 2010, ele confessou que abusou sexualmente de 83 crianças e bebês na creche e que tirou fotos e fez filmagens dos abusos, para uso em pornografia infantil. Esse material seria distribuído internacionalmente por meio de redes pedófilas na internet.
Apesar da gravidade do crime, com os consequentes danos psicológicos, físicos e emocionais para as crianças abusadas, o tribunal sentenciou Mikelsons a apenas 18 anos e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
O “cônjuge” de Mikelsons, Richard van Olffen, foi sentenciado a apenas seis anos de prisão por cumplicidade nos abusos. O tribunal deu como decisão que Olffen sabia do que Olffen estava fazendo e desempenhou um papel “facilitador”. Pouco antes de ser sentenciada, a dupla gay estava para adotar um menino.
A imprensa brasileira noticiou o crime da dupla gay omitindo o sobrenome deles, a fim de preservar sua privacidade. A imprensa brasileira também omitiu o fato de que eles eram homossexuais e “casados”.
As penas, que não são de forma alguma pesadas, refletem o desleixo moral e social da Holanda, que suaviza cada vez mais os castigos, em prol de iniciativas reabilitadoras. Enquanto isso, um só criminoso consegue infligir enorme estrago, abusando de dezenas de crianças pequenas, sem nenhuma punição à altura.
A Holanda foi um dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, mas seu pioneirismo só ficou mesmo evidente quando se tornou o primeiro país do mundo a ter um partido político oficialmente engajado na luta para legalizar a pedofilia. Seu fundador, o homossexual Ad van den Berg, foi condenado em 1987 por abusar sexualmente de um menino de 11 anos, mas ele afirmou que o relacionamento foi “consensual”.
Em outubro de 2011, Van den Berg, então com 67 anos, foi preso por alguns meses por ter em seu computador milhares de filmes e 130.000 fotografias de pornografia infantil, entre as quais estavam 13.000 em que o próprio Van den Berg aparecia com destaque.
O partido pedófilo, chamado oficialmente de Partido do Amor Fraternal, Liberdade e Diversidade, foi fundado em 2006 por Van den Berg.
Com informações de LifeSiteNews e UPI.
 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Estados Unidos: violação sexual de homens-soldado nas Forças Armadas aumenta em flecha em apenas um ano


Estados Unidos: violação sexual de homens-soldado nas Forças Armadas aumenta em flecha em apenas um ano

by O. Braga

Segundo um relatório oficial do Pentágono, depois que Barack Hussein Obama — em princípios de 2011 — permitiu o ingresso de homossexuais assumidos nas Forças Armadas americanas, o número de soldados do sexo masculino violados ou sodomizados aumentou 300% em apenas um ano.
O número de assaltos sexuais violentos sobre soldados do sexo masculino era de 5% do total [95% eram assaltos sexuais violentos de homens-soldado sobre mulheres-soldado] — isto, antes da decisão de Barack Hussein Obama em abrir as Forças Armadas aos gays assumidos. Porém, em apenas um ano [2011], o número de assaltos sexuais violentos sobre soldados do sexo masculino passou para 14% do total.
Segundo o mesmo relatório, o número de mulheres-soldado violadas ou atacadas sexualmente poderia diminuir drasticamente se a instrução militar fosse dada em separado — e não a instrução mista, como acontece hoje nos Estados Unidos.
O problema da afirmação do politicamente correcto na sociedade, é que chegará o dia em que a maioria da população verificará, por experiência própria, que a complacência e a permissividade culturais em relação ao politicamente correcto revelaram-se nefastas para a sociedade. A sociedade chegará à conclusão de que a aceitação das imposições do politicamente correcto foi um erro que se paga caro. E será nessa altura que a inversão do processo, com decisões contra as concessões culturais que se revelaram, em termos práticos, erradas, poderá provavelmente revestir-se de uma extrema violência,
O. Braga | Terça-feira, 24 Abril 2012 at 2:04 pm | Categorias: homocepticismo, Homofascismo, politicamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-bdr

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Religiosos fundamentalistas com fundamentos ou ditadura gay sem fundamentos? - Dom Luiz Bergonzini -Globo e PLC 122 - Luiz Mott no Programa do Jô

Religiosos fundamentalistas com fundamentos ou ditadura gay sem fundamentos? - Dom Luiz Bergonzini -Globo e PLC 122 - Luiz Mott no Programa do Jô

EXTA-FEIRA, 11 DE MAIO DE 2012

EXTA-FEIRA, 11 DE MAIO DE 2012


Esta mensagem é extremamente importante e oportuna. É, ainda, muito elucidativa. Pena que algumas pessoas e emissoras não busquem preservar bons costumes e níveis de programação elevados. Gays devem ser acolhidos com respeito, não como objetos hilariantes, cômicos, debochados.

Religiosos fundamentalistas com fundamentos ou ditadura gay sem fundamentos?

Quando fomos entrevistados pelo jornal "Valor Econômico", a repórter afirmou que estávamos escrevendo um artigo com o título "A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo os nossos filhos".
Um senhor, com nome de Júlio Marinho, escreveu um artigo publicado no blog "nossostons", que se diz de "notícias e artigos relacionados ao universo lgbt (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), nos agredindo com palavra de baixo calão, cujo texto está transcrito no final.

Na época, não estávamos escrevendo. Agora, diante dessa agressão gratuita a nós, aos sacerdotes e aos religiosos, somos obrigados a escrever sobre a ideologia homossexual.

Retornando à matéria do jornal "Valor Econômico", fomos pesquisar na Internet para saber se alguém teria dito ou escrito algo parecido com o título do suposto artigo que estaríamos escrevendo. Descobrimos que um líder dos gays, de nome Luis Mott, concedeu uma entrevista ao Jô Soares, onde , no final da entrevista, convocou os heterossexuais a terem filhos para serem transformados em novos gays e novas lésbicas, usando uma frase que demonstra aquele objetivo de "não poupar ninguém, nem mesmo os nossos filhos". Disse ele, ao vivo e com todas as letras:

"Nós precisamos de vocês heterossexuais, amamos vocês, para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais, novos gays, novas lésbicas." (Vídeo aqui)

É interessante observar que, na entrevista, ele afirma que o sexo é cultural. Ou seja, a pessoa humana não nasce homem ou mulher. A pessoa nasceria uma "coisa sem sexo" e depois escolheria o seu sexo. A medicina vai precisaria mudar a genética e os obstetras informariam o nascimento de uma "coisa sem sexo" para o cartório de registro de nascimentos, já que a escolha cultural do sexo caberá à "coisa" que nasceu, quando ela crescer. É uma tese absurda, sem fundamentos biológicos, jurídicos, religiosos, ou qualquer outro.

A Dra. Alice Teixeira, geneticista e livre docente da Escola Paulista de Medicina, comentando post sobre o aborto escrito por nós, afirmou que é "evidência científica demonstrada até hoje que na fecundação do óvulo pelo espermatozoide surge uma nova vida com um genoma específico, irreproduzível, diferente do pai e da mãe" (AQUI), Portanto, pai e mãe produzem outro ser humano que pode ter o sexo masculino ou feminino. Nunca uma "coisa" que irá escolher seu sexo no futuro.

Os ativistas homossexuais atacam a Igreja Católica, os bispos e os padres, por ser um método fácil de chamar a atenção. Quando um sacerdote comete um deslize, ou se envolve em atos reprovados pela Igreja e pelo Evangelho, ficam felizes. A Igreja Católica é a única instituição no mundo que tem mais de 2000 anos e está internacionalmente organizada. Para chamar a atenção da imprensa, basta mirar na Igreja, que uma parte dela, atrelada à ideologia homossexual e ao aborto, coloca uma manchete na primeira página. Mas, temos certeza que a maioria dos homossexuais não pactua com os métodos utilizados por esses ativistas homossexuais para atacar a Igreja, seus integrantes e os cristãos.

Grande parte da população, até mesmo a católica, talvez não conheça o posicionamento da Igreja sobre o homossexualismo. Vamos tentar esclarecer. O Catecismo da Igreja Católica, nos números 2257, 2258 e 2259, diz o seguinte:

CASTIDADE E HOMOSSEXUALIDADE
"
A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada.
Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.
Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação.
Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta.
Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade.
Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã."

O Catecismo é claro: "devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza.Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta." Mas, como previsto nos Mandamentos e no Catecismo, "as pessoas homossexuais são chamadas à castidade."

Jesus nos disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida." E nos convidou a segui-lo, obedecendo e respeitando o Evangelho. Portanto, procurando "pela oração e pela graça sacramental, se aproximar resolutamente da perfeição cristã."

O matrimônio tem a finalidade de unir um homem e uma mulher com o objetivo de gerar novas vidas, como anotado no Código Canônico, cânon 1055: "O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si o consórcio de toda a vida, por sua índole natural ordenado ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, entre batizados, foi por Cristo Senhor elevado à dignidade de sacramento."

O matrimônio, entre homem e mulher, tem a função de gerar vidas. O homossexualismo não gera nenhuma vida. Ao contrário, ceifa muitas vidas, por doenças, por assassinatos ocorridos entre os membros de seus grupos, ou atingidos por maníacos, e até por suicídios.

Esses ativistas homossexuais que nos atacam, não tendo como justificar os seus pecados e sua lascívia, tentam atingir a Igreja Católica, qualificando-a de "fundamentalista". Fundamento significa base, alicerce. A Igreja Católica tem por fundamento a lei natural: um homem nasce com o sexo masculino e uma mulher com o feminino. Homem e mulher, unidos em matrimônio, geram filhos e filhas. Os atos homossexuais são contrários à lei natural e não produzem vidas, "Fecham o ato sexual ao dom da vida."

As mentiras do Relatório Kinsey, os métodos do "Rei do aborto" Bernard Nathanson e a escolha cultural do sexo, conforme Luiz Mott, são os "fundamentos" da ideologia gay. Esses ativistas gays não têm fundamentos válidos para convencer as pessoas sobre sua ideologia. Mas querem impor essa ideologia homossexual, à força, mediante ofensas e agressões, como as ocorridas no post abaixo, na parada gay (com os Santos católicos) e em tantas outras ocasiões e que continuarão acontecendo.

O PL 122 tem o objetivo de amordaçar e de impor uma ditadura gay, transformando em criminosa qualquer pessoa que criticar essa ideologia. Esses ativistas gays, que nos atacam, querem impor uma ditadura gay aos cristãos e ao povo brasileiro, que não aceitaremos.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br

Globo e PLC 122 - Luiz Mott no Programa do Jô



Fonte: http://cbenevides.blogspot.com.br/2012/05/religiosos-fundamentalistas-com.html#!/2012/05/religiosos-fundamentalistas-com.html



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