Em Inglaterra, como se sabe, está a acontecer agora um debate acerca do “casamento” gay que não existe em terras de Sua Majestade — parece que os portugueses são mais evoluídos e mais inteligentes do que os ingleses ["só contaram para você!"]. Acontece que várias sondagens realizadas na opinião pública revelam que pelo menos 70% dos ingleses são a favor de se deixar o casamento como tal como está actualmente na lei, ou seja, entre uma mulher e um homem.
Um blogue inglês anglicano, de seu nome Arcebispo Cranner, colocou uma imagem defendendo a instituição do casamento [ver link] e, em consequência, os activistas homofascistas apresentaram queixa a uma organização estatal inglesa de seu nome ASA [sigla para “Advertising Standards Authority”], que é uma espécie de “polícia da publicidade”, ou uma "ASAE para a publicidade".
A queixa apresentada pelos homofascistas ingleses é baseada, alegadamente, no facto de a simples defesa pública do casamento entre uma mulher e um homem é, em si mesma, a expressão de um acto de homofobia. Ou seja, segundo os homofascistas, quem defende publicamente que o casamento deve ser realizado entre um homem e uma mulher, é homófobo e criminoso, e deve ser punido por lei. Segundo o homofascismo, defender publicamente o casamento natural passa a ser considerado “crime”!.
Normalmente, nós, portugueses, pensamos “este tipo de coisa só acontece no estrangeiro”. Pois é. Por isso é que chegamos ao Estado a que chegamos.