LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Na Califórnia vai sair uma lei que permite a adopção de crianças por três adultos


Lebensborn

by O. Braga


En la India ocultan a la madre que su hijo será para una pareja gay: «Son gente sin educación, no lo entenderían», dice fríamente el doctor.
O “casamento” gay implica necessariamente a adopção de crianças por duplas de avantesmas. Ou por trios. Ou quartetos. Ou mais. Que os portugueses não tenham ilusões acerca disso, porque andam a ser enganados pela classe política; toda a classe política. E daí a necessidade de reverter a todo o custo o processo iniciado por este regime.
Na Califórnia , no seguimento da disputa de duas lésbicas: uma delas foi parar ao hospital e outra à prisão. E como a filha biológica de uma das lésbicas — e que tinha sido adoptada pelas duas lésbicas “casadas” — tem necessariamente um pai biológico, a nova lei pretende que o pai biológico também seja considerado como adulto adoptante, para que assim possa tomar conta da criança e suprir a irresponsabilidade das lésbicas.
vai sair uma lei que permite a adopção de crianças por três adultos
Vemos nesta lei californiana como o Direito Positivo se adequa aos factos, o que significa o fim do Direito Positivo. O politicamente correcto está a destruir o Estado de Direito.
No caso do serviço público aos fanchonos, prepara-se um novo — que é quando o aborto vai começar a ser paulatina e progressivamente proibido na Europa a partir do momento em que se generalize a adopção de crianças por duplas de fanchonos.
Lebensborn
É preciso que haja stock de crianças para justificar o papel social do “casamento” gay: como dois fanchonos não dão filhos, as crianças terão que ser armazenadas e empilhadas no novo Lebensborn europeu, como animais enjaulados em uma loja. Em vez de um cãozinho, vamos ver fanchonos a passear crianças pela trela nos jardins.
Numa economia libertária — neoliberal — o dinheiro compra tudo, incluindo a dignidade das crianças. A ausência de limites no plano económico implica a ausência de limites no plano moral. Vem aí o novo Lebensborn.
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O homofascismo da deputada Isabel Moreira, adopção de crianças e a corrupção da linguagem


O homofascismo da deputada Isabel Moreira, adopção de crianças e a corrupção da linguagem

by O. Braga

«A adopção de crianças por casais do mesmo sexo vai voltar à Assembleia da República. Quatro deputados do PS entregarão, este mês, uma proposta de co adopção que salvaguarde os casos já existentes
Garantir que as crianças que já vivem em famílias constituídas por casais do mesmo sexo tenham os mesmos direitos que as outras, isto é, que o poder paternal seja dividido por ambas as partes do casal.»
Os “mesmos direitos” garantidos a todas as crianças só existem se todas as crianças conhecerem os seus respectivos pais biológicos (pai e mãe). Por isso é que foi introduzida uma lei em princípios da década de 1980 que pretendia eliminar os “filhos de pais incógnitos” que existiam em Portugal; e a aplicação desta lei é hoje reforçada com a emergência dos testes de ADN.
A homofascista Isabel Moreira pretende eliminar, em termos práticos e objectivos, essa lei que procurava garantir os mesmos direitos a todas as crianças, o que constitui um retrocesso civilizacional inadmissível e intolerável.
A linguagem orwelliana de Isabel Moreira é execrável: quando “poder paternal” deixa de apontar para “pai” e “mãe”, quando “esposo” deixa de apontar para “esposa” e vice-versa, quando se pergunta se é mesmo necessário que o pai seja do sexo masculino, quando tenta impor na nossa cultura a noção contraditória de “homoparentalidade”, e, finalmente, quando ela parece não compreender o hiato que existe na expressão “pai biológico” — são duas palavras: pai + biológico —, então verificamos todos o fascismo homossexualista da Isabel Moreira.
Quando a Isabel Moreira pretende legislar a adopção de crianças por pares de homossexuais, o que ela pretende é retirar direitos às crianças, na medida em que a deputada homofascista pretende erradicar as árvores genealógicas das crianças. A homoparentalidade elimina toda a percepção da criança em relação à sua origem carnal, na medida em que a criança deixa de poder inscrever-se em duas linhas claras de parentesco.
O controlo dos adultos homossexuais sobre a origem da criança faz com que esta os considere como o ponto zero da linhagem — retirando direitos a estas crianças sujeitas a um projecto homossexualista, e que as outras crianças têm. A homofascista Isabel Moreira pretende que essas crianças deixem de poder sequer intuir as suas gerações anteriores, prejudicando as crianças e retirando-lhes direitos básicos, e tornando extremamente difícil o acesso dessas crianças à sua própria maternidade ou paternidade futuras.
É importante que a matéria da adopção seja discutida em público. Não podemos permitir que homofascistas como a Isabel Moreira manobrem na sombra, com o apoio da maçonaria mais radical, à revelia da vontade do povo português, e evitem assim a discussão pública deste assunto tão delicado como é a adopção de crianças por pares de invertidos.

 
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A adopção de crianças por pares de homossexuais e a conservação da sociedade

A adopção de crianças por pares de homossexuais e a conservação da sociedade

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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Começou a normalização da pedofilia?


Começou a normalização da pedofilia?

Criminoso sexual gay ameaça cristão com processo de 1 milhão de dólares


Criminoso sexual gay ameaça cristão com processo de 1 milhão de dólares

Julio Severo
Um ativista homossexual, que consta nos registros policiais dos EUA como criminoso sexual, está processando uma organização pró-família de Massachusetts, exigindo 1 milhão de dólares. Ele está também processando o presidente dessa organização por postar uma carta que o ativista enviou ara vários meios de comunicação incentivando-os a divulgá-la.
Adam Flanders: preso por crime sexual
Mediante seus advogados, Adam Flanders conseguiu dos tribunais americanos um mandado contra Brian Camenker, presidente de MassResistance. Tal mandado proíbe judicialmente que Brian faça contato com o ativista gay ou visite a casa dele. A questão é que Brian nunca teve nenhum contato com Adam nem chegou perto de sua casa, tornando o processo dos advogados um caso de histerismo gay contra o líder pró-família.
Num processo de 29 de junho contra MassResistance e contra Brian Camenker, o homossexualista Adam, de 25 anos, exige uma indenização de 500 mil dólares por “angústia e sofrimento emocional, bem como danos passados e futuros” para sua carreira, e outros 500 mil dólares “para desestimular crimes de ódio e outras formas de assédio e espreitação motivados por preconceito contra cidadãos gays e lésbicos”. Ele afirma que o alegado assédio — o fato de que Brian postou na internet a carta do ativista — constitui uma “grave agressão contra uma minoria, com base na orientação sexual” de Adam.
Adam disse que seu processo legal é necessário porque “indivíduos intolerantes e discriminadores” sujeitam inocentes ativistas gays a bullying cibernético e “assédio”.
Com base na lei americana que “protege” os homossexuais, o próprio chefe de polícia da cidade de Belfast incentivou o ativista gay a iniciar os processos por “difamação”, a fim de que a polícia tente encontrar alguma brecha para acusar criminalmente Brian.
O caso efetivamente blinda os ativistas gays, pois se denunciar pela internet as declarações deles representa difamação, então nenhum líder pró-família pode expor ao público as maquinações e declarações de tais ativistas, sob ameaça de processos e ações policiais.
Brian havia apenas divulgado uma carta que o próprio Adam pediu aos meios de comunicação que divulgassem.
Brian disse que em janeiro de 2007, Adam distribuiu uma carta para os meios de comunicação locais desmascarando uma organização homossexual chamada “Fora do armário! Tudo o que quero ser” (OUT! ... As I Want to Be). A carta declarava que os membros adultos da organização muitas vezes se embriagavam, faziam propostas indecentes para meninos ou os acariciavam, e faziam vista grossa à pedofilia praticada por membros da organização.
O próprio Adams, porém, foi acusado de estuprar um rapaz em agosto de 2006 e seu nome consta nos registros policiais do Estado do Maine como criminoso sexual. De acordo com seu perfil nos registros policiais, a vítima dele tinha entre 14 e 15 na época.
Algum tempo depois de pedir divulgação de sua carta denunciando outros ativistas gays, Adam mudou de ideia e exigiu que todos os meios de comunicação removessem a carta. MassResistance recusou fazer isso. Adam então entrou em contato com a empresa que hospedava o site de MassResistance.
Adam ameaçou iniciar ações legais imediatas contra o provedor pessoalmente, dizendo que ele era “pessoalmente culpado” e buscaria indenizações dele. Além disso, Adam postou no seu site o nome completo, o endereço residencial e comercial do provedor, exigindo a remoção de MassResistance em 24 horas. Essa tática de intimidação é igual à conduta de Luiz Mott, considerado pela ABGLT e outros como o líder supremo do movimento homossexual brasileiro. Ao ser denunciado por mim e por outros por defesa à pedofilia, Mott publicou em seu site os endereços residenciais de todos os denunciadores, inclusive de Julio Severo.
O provedor de Brian, HostExcellence, se curvou. O site MassResistance foi desligado sem aviso, ficando fora do ar por vários dias.
O WorldNetDaily postou dois artigos denunciando as ações de Adam contra Brian, mas os artigos foram removidos em dois dias, depois de feroz ações legal do ativista gay.
“Se esse cara pode desativar meu site e me silenciar, isso vai virar norma nos EUA”, disse Brian.
As táticas usadas contra MassResistance são semelhantes a uma estratégia mais ampla da Esquerda conhecida como SWATing, em que ativistas radicais fazem falsos boletins de ocorrência nas delegacias policiais locais num esforço para que o lar do blogueiro seja invadido pela SWAT, a elite da polícia americana.
Os ataques contra os cristãos estão aumentando. O Pr. Scott Lively está enfrentando um processo que o acusa de crimes contra a humanidade, por frisar terapia para os homossexuais de Uganda. O processo está sendo feito pelo Centro de Direitos Constitucionais, uma organização marxista financiada por George Soros que regularmente defende terroristas.
Quando não podem jogar a lei suja em cima de seus oponentes, os ativistas gays jogam sem lei, fazendo ligações falsas para a polícia que colocam em perigo a vida de líderes pró-família.
Perguntei a Brian Camenker: você acha que seu caso e outros exemplos de perseguição de cristãos vindo de ativistas gays nos EUA podem afetar cristãos pró-família no Brasil?
Em resposta ao Blog Julio Severo, Brian disse: Com certeza. Esse é um perigo real. Se esse cara tiver caminho livre para prevalecer em seu processo e continuar a ameaçar qualquer um que postar textos sobre ele aqui nos EUA, essa tática sem dúvida será copiada por ativistas homossexuais do mundo inteiro contra ativistas cristãos pró-família. Esse caso poderá ser um problema real em países em que as leis podem ser usadas com mais facilidade para atormentar os outros com ações legais.
O caso de Adam contra Brian é igualmente assombroso. Há uns cem anos, um criminoso sexual como Adam estaria sob risco de linchamento da população, por razões óbvias. Mas nos EUA de hoje, o criminoso sexual usa os meios mais sórdidos para ameaçar e atacar líderes pró-família que fazem campanha contra a pedofilia.
Se os EUA continuarem avançando neste sinistro caminho de perversão, ativistas gays pedófilos ficarão livres nas ruas, enquanto cristãos que lutam contra a pedofilia serão encarcerados apenas por incomodarem os pedófilos. Com os pais presos, os filhos ficarão disponíveis para “adoção”…
Com informações de LifeSiteNews.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O Deputado Federal do PSOL (Socialista, Esquerdista, Marxista) Jean Wyllys formado pelo BBB apresenta projeto de regulamentação da prostituição

Jean Wyllys volta a criticar ação do Ministério Público favorável à “cura gay” e apresenta projeto de regulamentação da prostituição

Jean Wyllys volta a criticar ação do Ministério Público favorável à “cura gay” e apresenta projeto de regulamentação da prostituição

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys voltou a criticar o Ministério Público, pela ação movida para derrubar a resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe que profissionais de psicologia atendam pacientes que procurem ajuda para mudar de orientação sexual.

Wyllys classifica as terapias de “cura gay” como torturas: “Essas curas nada mais são, na verdade, formas de tortura psicológica baseada em preconceitos religiosos”, afirma.

O deputado coloca a ação do MP como uma forma de censura à liberdade dos homossexuais: “A discussão está sendo tratada como uma tentativa de cercear a liberdade de pacientes e a liberdade profissional de psicólogos por parte da comunidade LGBT e esconde a real questão acerca do projeto da bancada religiosa que tem como verdadeira intenção dar sustento a seus discursos de ódio contra os homossexuais e outras minorias”, protesta.

A postura contrária à eventual permissão para que profissionais de psicologia atendam homossexuais que buscam ajuda para reverter sua condição sexual se dá, segundo Jean Wyllys, por ser importante que o psicólogo ressalte a homossexualidade do paciente: “O homossexual que por ventura procurar o psicólogo para falar do sofrimento psíquico que ele passa por viver nesta cultura homofóbica, deveria ter do profissional, que é ético, dizer para ele que o melhor caminho é colocar o seu ego em sintonia com o seu desejo. Portanto, é assumir para si o seu desejo. É sair da vergonha para o orgulho, passar a experimentar a si como pessoa inteira. E aí vai acabar o sofrimento. Não reforçar esta egodistonia por meio de discursos com fundo religioso”, ataca.

Legalização da prostituição

Jean Wyllys apresentou ontem, 12/07, projeto de lei que visa à regulamentação da atividade de profissionais do sexo. A lei, batizada de Gabriela Leite, se aprovada, irá regulamentar a prostituição e torná-la profissão.

O projeto recebeu o nome de Gabriela Leite, segundo o deputado, em homenagem à escritora e presidente da ONG Davida, que resolveu abandonar os estudos de filosofia e tornar-se prostituta aos 22 anos, de acordo com informações do site de Jean Wyllys.

Wyllys justifica o projeto afirmando que a Constituição Brasileira determina o combate à marginalização do cidadão. O deputado afirma ainda, que com a regulamentação, será possível um maior combate à exploração sexual: “Esse projeto servirá como instrumento de combate à exploração sexual, porque a Lei distingue o que é prostituição e o que é exploração sexual, institutos confundidos no atual código penal”, argumenta.



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No livro LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE, Archimedes Marques procura desmontar, pedra por pedra, o mito do Lampião gay. Vale a pena conferir.

LAMPIÃO NO MUNDO DAS CELEBRIDADES
Octavio Iani ( 1926/2004), considerado um dos fundadores da sociologia no Brasil, tem um belo estudo sobre tipos e mitos do pensamento brasileiro. Para ele, o Brasil pode ser visto ainda como um país, uma sociedade nacional, uma nação ou um Estado-não nação em busca de um conceito. É neste processo de buscar uma cara que florescem as figuras e as figurações, os mitos e as mitificações de "Lampião", "Padre Cícero", "Antonio Conselheiro", "Tiradentes", "Zumbi" e outros, reais e imaginários.
No caso de Tiradentes, nosso herói maior, a propaganda republicana, na ausência de um retrato feito por alguém que realmente o tivesse conhecido pessoalmente, o pintou como Cristo. Aquelas barbas podem ser pura imaginação do retratista, já que naquela época, como em alguns lugares hoje, preso não podia deixar crescer barba ou cabelo por causa dos piolhos.
Com Lampião, o processo de mitificação  é interminável. Afinal, ele é  filho famoso de uma terra de cantadores de feira e de cordelistas, onde a imaginação, e não só talento, também corre solta. Tanto que nas últimas décadas  muitos tentaram promover a transposição da imagem de Lampião de "facínora"  para uma espécie de versão tupiniquim do "Bandido Giuliano", o fora da lei que virou  herói siciliano na primeira metade do  século XX e que foi retrato nas telas no clássico de  Francesco Rosi.
Acho ainda que Lampião, como ocorre com muitos outros personagens da nossa história, está sendo redescoberto pela ótica do culto da invasão da privacidade, uma das marcas dos tempos atuais. Em suas covas, mesmo enterrados  há 50, 100, 200 anos, eles não conseguiram escapar de um mundo que se transformou numa  Big Brother. Viraram "Celebridades", e portanto sujeitos a bisbilhotices, ou fofocas mesmo, sobre seus afetos, romances e até opção sexual. Talvez seja por isso que surgem agora  questionamentos sobre a sexualidade "Zumbi" e  mais recentemente de "Lampião" com o livro LAMPIÃO O MATA SETE.
No livro LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE, Archimedes Marques procura desmontar, pedra por pedra, o mito do Lampião gay. Vale a pena conferir.
 Ancelmo Gois (Colunista do Jornal O GLOBO)

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Caíram as máscaras do PSOL e do deputado gay Jean Wyllys - O Partido Socialista e Deputado Gay Socialista são defensores da "Pedofilia Consentida" (!?) - qual a diferença, se existe, entre a liberação da pedofilia e a "liberdade de a criança dispor do seu próprio corpo", que o senhor defende?


Jean Wyllys ameaça e Olavo de Carvalho responde: …o senhor (,JEAN WYLLYS,) poderia me esclarecer qual a diferença, se existe, entre a liberação da pedofilia e a "liberdade de a criança dispor do seu próprio corpo", que o senhor defende?


MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR EDITORIA MSM | 12 JULHO 2012
ARTIGOS – DIREITO


…o senhor (,JEAN WYLLYS,) poderia me esclarecer qual a diferença, se existe, entre a liberação da pedofilia e a "liberdade de a criança dispor do seu próprio corpo", que o senhor defende?

De: Jean Wyllys de Matos Santos < dep.jeanwyllys@camara.gov.br>
Data: 11 de julho de 2012 23:30

Assunto: Olavo de Carvalho, retrate-se ou serás processado!

Sr. Olavo de Carvalho, Vieram-me informações que vossa senhoria e o Deputado Estadual Flávio Bolsonaro, no programa True Outspeak de hoje, 12/07/2012, fizeram várias insinuações homofóbicas, caluniosas, difamatórias e injuriosas contra minha pessoa.

Pelo visto o Sr. não sabe o que é uma democracia, tendo em vista que sua pretensão é criar um Estado Fascista, pois buscas tolher toda e qualquer direito adquirido pelo povo LGBTS, que, através da minha legislatura, conseguiram o direito fundamental ao casamento e à adoção de crianças.
Durante o referido programa, ambos, além de todos os ataques homofóbicos, induziram o público a acreditar que sou o defensor da legalização da pedofilia - o que é totalmente mentiroso de sua parte. Defendo, sim, o direito de qualquer pessoa poder dispor do seu corpo da forma que bem entender - inclusive as crianças, pois estas têm as mesmas necessidades que os adultos e não são propriedades de ninguém. Suas declarações criminosas contra mim não ficarão impunes.
O Sr. e aquele deputado homofóbico utilizaram tal espaço para denegrir a imagem de um parlamentar que se destacou até hoje na luta pelos Direitos Humanos. O Código Penal pune, com rigor, todas estas condutas apresentada pelos senhores no programa, mesmo que tenha sido gravado nos Estados Unidos.

DOS CRIMES CONTRA A HONRA

Calúnia Art. 138 - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º - Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga. § 2º - É punível a calúnia contra os mortos. Exceção da verdade § 3º - Admite-se a prova da verdade, salvo: I - se, constituindo o fato imputado crime de ação privada, o ofendido não foi condenado por sentença irrecorrível; II - se o fato é imputado a qualquer das pessoas indicadas no nº I do art. 141; III - se do crime imputado, embora de ação pública, o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível. Difamação Art. 139 - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: Pena - detenção, de tr&ecirc ;s meses a um ano, e multa. Exceção da verdade Parágrafo único - A exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções. Injúria Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa. § 1º - O juiz pode deixar de aplicar a pena: I - quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria; II - no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria. § 2º - Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência. § 3o Se a injúria consiste na util ização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: (Redação dada pela Lei nº 10.741, de 2003) Pena - reclusão de um a três anos e multa. (Incluído pela Lei nº 9.459, de 1997) Disposições comuns Art. 141 - As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos crimes é cometido: I - contra o Presidente da República, ou contra chefe de governo estrangeiro; II - contra funcionário público, em razão de suas funções; III - na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria. IV – contra pessoa maior de 60 (sessenta) anos ou portadora de deficiência, exceto no caso de injúria. (Incluíd o pela Lei nº 10.741, de 2003) Parágrafo único - Se o crime é cometido mediante paga ou promessa de recompensa, aplica-se a pena em dobro.

Portanto, filósofo-criminoso, espero que você, no próximo programa, se retrate, pois, caso contrário, acionarei meus advogados contra ambos, para que tal ofensa seja reparada através do recebimento de danos morais e da sua condenação na esfera criminal.

Exijo, para tal, o DOBRO do tempo destinado a falar de minha orientação sexual e meus projetos, para esta retratação, com pedido de desculpas e correção da informação, pois não sou defensor da pedofilia - aliás, sou um paladino no combate a este mal.

Meus votos de elevada estima e consideração.

Atenciosamente, Deputado Federal Jean Wyllys.
_____________________________

Resposta de Olavo de Carvalho

Prezado senhor,

Como o senhor deve ter percebido, a informação a que o senhor se refere foi fornecida pelo próprio Deputado Flávio Bolsonaro no programa True Outspeak de 11 de julho de 2012. Não vendo, naquele momento, motivo para duvidar do entrevistado, limitei-me a repeti-la. É a ele, portanto, e não a mim, que o senhor deve enviar sua reclamação antes de tudo.

Em todo caso, como é da minha obrigação jornalística, vou tentar conversar novamente com o sr. Bolsonaro, para ver se ele confirma ou desmente o que disse. Caso a informação seja realmente infundada, como o senhor alega, não terei a menor hesitação em pedir desculpas por havê-la divulgado, pois, como o senhor pode confirmar pelas palavras de apresentação repetidas em cada programa, a última coisa que desejo fazer ali é cometer injustiça contra quem quer que seja.

Qualquer que seja o caso, o senhor poderia me esclarecer qual a diferença, se existe, entre a liberação da pedofilia e a "liberdade de a criança dispor do seu próprio corpo", que o senhor defende? Tem o senhor a certeza sincera de que essa medida não incluirá, logicamente e necessariamente, a liberação da "pedofilia consentida"? Por exemplo, na perspectiva que o senhor defende, deve haver liberdade para que um marmanjo de 17 anos e 11 meses, legalmente menor de idade, tenha relações com um menino de cinco, seis ou sete anos, caso este o deseje ou consinta? Por favor, seja honesto: não tergiverse, responda "sim" ou "não".

Caso o senhor não consiga demonstrar logicamente que a sua proposta protege as crianças contra um caso desse tipo, ou que tais casos não constituem "pedofilia consentida", não haverá nenhum erro em considerá-lo um apologista da pedofilia ao menos consentida. O senhor pode me explicar a diferença, se é que alguma existe? Se quiser espaço para isso no meu programa, está à sua disposição, reservado o meu direito de comentar as suas declarações em seguida. Não sei se o senhor será louco de expor-se a semelhante vexame, mas, se quer mesmo, não vou contrariá-lo.
Aproveito a ocasião para desafiá-lo a mostrar uma linha da minha autoria, uma só, que advogue a implantação de alguma lei ou instituição fascista no Brasil. Caso o senhor não consiga fazê-lo, como de fato não o conseguirá, serei eu que tomarei a iniciativa de lhe exigir desculpas que, caso negadas, resultarão numa ação judicial contra a sua pessoa. 

Também não é demais informar, caso o senhor não saiba, que um sistema fascista, caracterizado pela partilha do poder entre um partido dominante e uns quantos grupos econômicos, pela uniformização ideológica da sociedade, pela constante intimidação das oposições e pelo controle estatal da vida privada, já está implantado no Brasil pelo governo que o senhor apóia. O senhor não tem a menor idéia do que é fascismo, e usa o termo a título de mero insulto, como criança que repete a esmo palavras cujo sentido desconhece.

Quanto às demais afirmações que proferi a seu respeito no programa, não retiro nenhuma. O senhor é mesmo muito feio e é pura presunção da sua parte imaginar que alguém possa ter atração, quanto mais "obsessão" pela sua pessoa. Quem provocou essa resposta foi o senhor mesmo, quando, num rompante de pura cafajestada, atribuiu a "homossexualismo enrustido" as críticas que eu fizera à sua resposta ao pastor Silas Malafaia,

Talvez o senhor não seja mesmo apologista da pedofilia, pelo menos forçada. Prometo averiguar. Mas uma coisa tenho, agora mais que nunca, a certeza de que o senhor é: semi-analfabeto. Sua carta prova-o acima de qualquer possibilidade de dúvida. 

Em tempo: achei linda a sua expressão "meus advogados". O senhor parece que tem muitos.

Quanto custam aos cofres públicos?

Atenciosamente,

Olavo de Carvalho

Fonte: 


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sábado, 7 de julho de 2012

(Intolerância do Conselho Federal de Psicologia) - CFP busca revogar licença de terapeuta cristã


CFP busca revogar licença de terapeuta cristã

Matthew Cullinan Hoffman
5 de julho de 2012 (LifeSiteNews.com) — Psicólogos brasileiros estão buscando revogar a licença de uma terapeuta por defender publicamente suas convicções cristãs em seu blog online e contas de Twitter, uma ação que o CFP afirma viola seu código de ética.
Marisa Lobo
Marisa Lobo, uma psicóloga evangélica que tem publicado vários livros populares sobre questões psicológicas, envia mensagens de Twitter para seus milhares de seguidores sob o título “Psicologia Cristã”, e mantém um site com o mesmo nome.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP), que tem o poder de regular as atividades de psicólogos no Brasil, informou Marisa em fevereiro por meio de seu conselho regional no estado do Paraná que ela tinha 15 dias para remover qualquer indicação de ligação entre sua profissão de psicologia e suas convicções religiosas de seu site, ou arriscar perder sua licença para exercer sua profissão.
As postagens e tuítes de Marisa muitas vezes entram em conflito com a ideologia sexualmente libertina e esquerdista do CFP, inclusive denúncias da adoção de crianças por homossexuais e apoio à terapia de mudança de orientação sexual. Ela afirma que o processo contra ela foi incitado por queixas vindas de homossexuais, principalmente com relação à sua oposição ao kit gay, um conjunto de materiais muito explícitos que deveriam ser distribuídos às crianças de escola em 2011 como uma “medida anti-homofobia”. Contudo, a campanha foi suspensa devido à indignação do público.
Em seu aviso para Marisa, o CFP citou seu código de ética, que “proíbe” os psicólogos de “Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais” ou “prestar serviços ou vincular o título de psicólogo a serviços de atendimento psicológico cujos procedimentos, técnicas e meios não estejam regulamentados ou reconhecidos pela profissão”.
Marisa respondeu ao CFP com uma carta declarando que ela nunca impôs suas opiniões nos clientes, e afirmando que o código é “inconstitucional”.
“Declaro a este conselho de psicologia que não vou me submeter a essa decisão. Não vou remover do meu blog, e/ou meu Twitter, nem do meu site, absolutamente nada que me ligue à psicologia e à minha fé”, escreveu Marisa.
“Pelo contrário, quero que meus pacientes tenham o direito de me escolher como terapeuta porque sabem que eu, Marisa Lobo, sou uma psicóloga, uma profissional que acredita no Deus todo-poderoso”, acrescentou ela.

Marisa desafia CFP na terapia de atração de mesmo sexo

“Meu juramento meu código de ética me diz que tenho que atender, dar ouvidos ao sofrimento psíquico, e se o fato de ser homossexual está causando qualquer tipo de  sofrimento, atendo sim, é minha obrigação, ainda que seja, para reverter sua orientação, condição e ou opção, se assim for de sua vontade absoluta. Nem poderia negar. Estaria ferindo o código de ética, não é mesmo?”
Contudo, ela acrescentou que “respeita” a resolução do CFP de 1999 que condena o tratamento da homossexualidade como uma doença. Mas se um homossexual “está indo ao consultório é porque está sofrendo. E se, repito, for da vontade dele, tenho que ser um canal, sem impor, como nunca fiz isso.… Eu já deixo o meu paciente decidir, se é o que deseja, vamos lá, e no decorrer, ele vai se achando, e até mesmo se assegurando se é isso mesmo o que deseja”.

Ações do CFP são “inconstitucionais”, diz OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil também discorda das ações do CFP, chamando-as de um ataque “indubitavelmente inconstitucional” à liberdade religiosa de Marisa num depoimento de opinião legal publicado em resposta a um pedido feito por Marisa.
O código de ética do CFP “aduz claramente à vedação do proselitismo no exercício desta profissão, nada obstante tratar-se o proselitismo de uma das formas de expressão pessoal da fé, e, portanto, de integrar a essência da liberdade religiosa em sentido amplo”, declarou a OAB numa declaração sobre o caso.
A atenção atraída pela cobertura midiática ao caso de Marisa tem resultado em audiências no Congresso Nacional sobre derrubar a medida do CFP que proíbe terapia para a atração de mesmo sexo, uma prática que é ainda reconhecida pela Organização Mundial de Saúde como uma resposta legítima à homossexualidade indesejada. Marisa testificou na audiência, onde ela foi zombada e interrompida por homossexuais, que entoavam lemas enquanto ela buscava testificar. O CFP se recusou a participar da audiência.
O recente ataque do CFP contra Marisa ocorre depois de uma ação semelhante em 2009, em que o CFP repreendeu publicamente a psicóloga Rozangela Justino por conduzir terapia reparativa para clientes homossexuais que a desejassem, e ordenou que sua filial no Rio fizesse cumprir a decisão que proíbe o tratamento.
Informações de contato:
Marisa Lobo no Twitter
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Brazilian psychology association seeks to revoke Christian therapist’s license

Canadá lança banco de dados para registrar atos homofóbicos


Canadá lança banco de dados para registrar atos homofóbicos

John-Henry Westen
Quebec, Canadá, 18 de junho de 2012 (LifeSiteNews.com) — No que está sendo apregoado como o “primeiro no mundo”, um grupo de ativistas homossexuais de Quebec lançou um “banco de dados para registrar de ações homofóbicas”, com apoio e financiamento da Secretaria de Justiça do Governo de Quebec. Em conjunto com o chefe de polícia da cidade de Montreal, Johanne Paquin, e o comandante Alain Gagnon, o grupo Gai Ecoute (Escuta Gay), lançou o canal de denúncias anônimas hoje em uma comitiva de imprensa. 
Dentre as definições de atos classificados como “homofóbicos” e considerados passíveis de denúncia estão: “quaisquer palavras ou atos negativos direcionados a homossexuais ou à homossexualidade em geral: abuso físico ou verbal, intimidação, assédio, pichações ofensivas, abusos, zombarias injuriosas, cobertura inapropriada da mídia e discriminação”.
Um comunicado à imprensa do grupo afirma que qualquer pessoa que sofrer ou testemunhar um ato de homofobia “deve” denunciá-lo ao canal.
O apoio e o financiamento da iniciativa vêm do departamento de “A Luta Contra a Homofobia” da Secretaria de Justiça de Quebec. O Ministério da Justiça recebeu a tarefa de combater a homofobia em 2008, e no ano passado prometeu investir US$7 milhões em atividades “anti-homofobia”.
LifeSiteNews falou brevemente com Roger Noël, coordenador do Departamento de Luta Contra a Homofobia da Secretaria de Justiça. Noël se recusou a responder perguntas sobre o canal de denúncias e sugeriu que procurássemos o Gai Ecoute ou a Secretaria de Comunicações do governo de Quebec.  As ligações para a Secretaria de Comunicações não foram retornadas em tempo para a publicação desta notícia.
Laurent McCutcheon, presidente do Gai Ecoute, ostentou que o canal era o primeiro do tipo no mundo. “Nós o criamos para saber a real situação da homofobia”, afirma. “A organização e a análise desses dados irão identificar melhor o problema e nos permitirá agir a nível de prevenção”.
Georges Buscemi, presidente do grupo pró-vida e pró-família Campagne Quebec de Montreal, disse para LifeSiteNews que o canal é um “meio de instigar um clima de opressão e medo a qualquer um que discorde de quaisquer opiniões do movimento homossexual de Quebec”.
“Qualquer um que venha a acreditar que as ações homossexuais sejam inaceitáveis no âmbito moral” está recebendo um aviso “de que acabará na lista”, afirma. “É uma lista para ser usada para um propósito futuro, que, na minha opinião, será o de punir”.
Busceni deu exemplos das possíveis represálias: a retirada do estatuto de caridade das igrejas e do emprego de professores.  “É o começo de uma leve perseguição”, sugere. “Trata-se realmente de instigar um clima de medo por meio da mídia, principalmente com a presença da polícia. Qualquer crítica será interpretada como homofobia, e mais cedo ou mais tarde haverá consequências”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Government-funded ‘registry of homophobic acts’ launched today in Quebec