En la India ocultan a la madre que su hijo será para una pareja gay: «Son gente sin educación, no lo entenderían», dice fríamente el doctor.
O “casamento” gay implica necessariamente a adopção de crianças por duplas de avantesmas. Ou por trios. Ou quartetos. Ou mais. Que os portugueses não tenham ilusões acerca disso, porque andam a ser enganados pela classe política; toda a classe política. E daí a necessidade de reverter a todo o custo o processo iniciado por este regime.
Na Califórnia , no seguimento da disputa de duas lésbicas: uma delas foi parar ao hospital e outra à prisão. E como a filha biológica de uma das lésbicas — e que tinha sido adoptada pelas duas lésbicas “casadas” — tem necessariamente um pai biológico, a nova lei pretende que o pai biológico também seja considerado como adulto adoptante, para que assim possa tomar conta da criança e suprir a irresponsabilidade das lésbicas.
vai sair uma lei que permite a adopção de crianças por três adultos
Vemos nesta lei californiana como o Direito Positivo se adequa aos factos, o que significa o fim do Direito Positivo. O politicamente correcto está a destruir o Estado de Direito.
No caso do serviço público aos fanchonos, prepara-se um novo — que é quando o aborto vai começar a ser paulatina e progressivamente proibido na Europa a partir do momento em que se generalize a adopção de crianças por duplas de fanchonos.
Lebensborn
É preciso que haja stock de crianças para justificar o papel social do “casamento” gay: como dois fanchonos não dão filhos, as crianças terão que ser armazenadas e empilhadas no novo Lebensborn europeu, como animais enjaulados em uma loja. Em vez de um cãozinho, vamos ver fanchonos a passear crianças pela trela nos jardins.
Numa economia libertária — neoliberal — o dinheiro compra tudo, incluindo a dignidade das crianças. A ausência de limites no plano económico implica a ausência de limites no plano moral. Vem aí o novo Lebensborn.