«A adopção de crianças por casais do mesmo sexo vai voltar à Assembleia da República. Quatro deputados do PS entregarão, este mês, uma proposta de co adopção que salvaguarde os casos já existentes
Garantir que as crianças que já vivem em famílias constituídas por casais do mesmo sexo tenham os mesmos direitos que as outras, isto é, que o poder paternal seja dividido por ambas as partes do casal.»
Os “mesmos direitos” garantidos a todas as crianças só existem se todas as crianças conhecerem os seus respectivos pais biológicos (pai e mãe). Por isso é que foi introduzida uma lei em princípios da década de 1980 que pretendia eliminar os “filhos de pais incógnitos” que existiam em Portugal; e a aplicação desta lei é hoje reforçada com a emergência dos testes de ADN.
A homofascista Isabel Moreira pretende eliminar, em termos práticos e objectivos, essa lei que procurava garantir os mesmos direitos a todas as crianças, o que constitui um retrocesso civilizacional inadmissível e intolerável.
A linguagem orwelliana de Isabel Moreira é execrável: quando “poder paternal” deixa de apontar para “pai” e “mãe”, quando “esposo” deixa de apontar para “esposa” e vice-versa, quando se pergunta se é mesmo necessário que o pai seja do sexo masculino, quando tenta impor na nossa cultura a noção contraditória de “homoparentalidade”, e, finalmente, quando ela parece não compreender o hiato que existe na expressão “pai biológico” — são duas palavras: pai + biológico —, então verificamos todos o fascismo homossexualista da Isabel Moreira.
Quando a Isabel Moreira pretende legislar a adopção de crianças por pares de homossexuais, o que ela pretende é retirar direitos às crianças, na medida em que a deputada homofascista pretende erradicar as árvores genealógicas das crianças. A homoparentalidade elimina toda a percepção da criança em relação à sua origem carnal, na medida em que a criança deixa de poder inscrever-se em duas linhas claras de parentesco.
O controlo dos adultos homossexuais sobre a origem da criança faz com que esta os considere como o ponto zero da linhagem — retirando direitos a estas crianças sujeitas a um projecto homossexualista, e que as outras crianças têm. A homofascista Isabel Moreira pretende que essas crianças deixem de poder sequer intuir as suas gerações anteriores, prejudicando as crianças e retirando-lhes direitos básicos, e tornando extremamente difícil o acesso dessas crianças à sua própria maternidade ou paternidade futuras.
É importante que a matéria da adopção seja discutida em público. Não podemos permitir que homofascistas como a Isabel Moreira manobrem na sombra, com o apoio da maçonaria mais radical, à revelia da vontade do povo português, e evitem assim a discussão pública deste assunto tão delicado como é a adopção de crianças por pares de invertidos.