LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Funcionalidade Sexual - Maníacos por aprovação - É impossível ser ao mesmo tempo amado, admirado e aceito festivamente por todos os semelhantes, por todas as comunidades, por todos os grupos sociais distintos. Buscar essa aprovação maciça e irrestrita, utilizando para isso o lobby político e a legislação de exceção, é injusto e contrário à própria ideia de democracia – princípio de convivência social onde diferentes ou mesmo adversários hostis convivem sem que seja necessária a destruição de uns para que os outros sobrevivam, ou vice-versa.

Maníacos por aprovação
02/06/2013 - Redacao Midia@Mais
Adultos formados poderiam ter a noção, independente da roupa que vestem ou de como utilizam a própria funcionalidade sexual, que a forma como se comportam não deveria ser motivo de aprovação ou desaprovação alheia.

Ao contrário do que se poderia supor, uma parcela significativa dos integrantes da “sociedade alternativa” parece estar a todo momento esperando e exigindo aprovação do restante da sociedade (a “tradicional” e “burguesa”) para seu próprio comportamento. É a partir dessa demanda por atenção que políticos e autoridades veem-se, mais cedo ou mais tarde, obrigados a propor e aprovar legislações de exceção e privilégio a grupos comportamentais que deveriam simplesmente viver sua vida conforme a preferência sem esperar premiações ou medalhas daqueles que sugerem desprezar.

De bebedores de urina a adeptos da “body modification”, passando por uma infinidade de modalidades sexuais alternativas, muitos esperam exatamente de quem menos se poderia cobrar (aqueles que têm a “cabeça fechada”, os “reprimidos”, os “cristãos”) uma aprovação a seus hábitos que dizem respeito somente a sua vida privada e não deveriam ser usados como ferramenta de marketing ou pressão política. Ao contrário disso, hábitos muitas vezes não compreendidos ou simplesmente ignorados pela maioria das pessoas transformam-se em diferencial perante a mídia cooptada, invertendo o argumento contido no próprio discurso típico das “minorias”: o “preconceito” funciona de maneira reversa, catapultando celebridades esquecidas e artistas afogados em mediocridade estética ao status de pensadores e filósofos populares, posição impossível de ser alcançada caso não fizessem eles mesmos parte da comunidade alternativa que alega ser “descriminada”.

Enquanto isso, a mídia exerce forte pressão sobre as pessoas comuns ou indiferentes, muitas vezes, a modalidades de comportamento alternativo: para surpresa e certa decepção de muitos “descriminados” profissionais, milhões de anônimos pouco se importam com os encontros de swing alheios ou com as tatuagens no nariz de quem lhes cruza o caminho na rua, estando mais preocupados e ocupados com seus problemas privados e com a imensidão de obrigações impostas pelo governo – este sim, opressor e ameaça real a todos.

Adultos formados poderiam ter a noção, independente da roupa que vestem ou de como utilizam a própria funcionalidade sexual, que a forma como se comportam não deveria ser motivo de aprovação ou desaprovação alheia, bastando para si que se justifiquem a vontade e o arbítrio pessoais, a satisfação à própria consciência. É impossível ser ao mesmo tempo amado, admirado e aceito festivamente por todos os semelhantes, por todas as comunidades, por todos os grupos sociais distintos. Buscar essa aprovação maciça e irrestrita, utilizando para isso o lobby político e a legislação de exceção, é injusto e contrário à própria ideia de democracia – princípio de convivência social onde diferentes ou mesmo adversários hostis convivem sem que seja necessária a destruição de uns para que os outros sobrevivam, ou vice-versa. (Grifo deste blogueiro)


Porém os alternativos, os maduros de “cabeça aberta”, muitos deles querem medalhas, tapinhas nas costas e passes livres, congratulações públicas de políticos e ícones da mídia, aparentemente inseguros a respeito do que bradam ter escolhido ou assumido como estilo de vida, num espetáculo de carência autoritária que ocupa e predomina na TV, na internet, no debate popular.

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