LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quando as lésbicas atacam nos abrigos para mulheres

Quando as lésbicas atacam nos abrigos para mulheres

Por Carey Roberts

Poucas pessoas estão cientes da forma como os abrigos para mulheres tiveram o seu
início. Há quatro anos atrás, a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta surpreendente
admissão no The Oregonian:
Na verdade, foi um pequeno grupo de lésbicas provenientes de Portland que se 
encontrava na linha da frente do movimento nacional das mulheres a disponibilizar 
um lugar seguro para as mulheres... Nós sabíamos que as fundações não iriam 
financiar uma lar para um grupo de lésbicas-de-bar sem abrigo. Apercebemo-nos 
que a linguagem que seria melhor entendida era uma de "mulher vítima de violência"

Isto levanta questões perturbadoras: O que é que ocorre nesses abrigos? Tal como a
minha investigação desenterrou, muitos abrigos mais não são que campos de caça para
as lésbicas que buscam formas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, de 35 anos e funcionária duma loja, foi para a  Bethany House em Falls Church, Va.
em busca de aconselhamento legal. O abrigo referi-a para um advogado com o nome de
Robert Machen para assistência pro bono. Segundo as palavras dela, "Aconteceu um dia 
que ele apareceu à  minha porta e exigiu sexo ou pagamento pelo aconselhamento legal 
disponibilizado." Pouco depois, eles começaram aos beijos e aos abraços. (...)

Mas não era só o advogado que se estava a aproveitar das mulheres vítimas de violência.
Duas gerentes do lar, a senhora Veronica e a menina Liang, foram alvo de queixas
contra elas devido a "avanços sexuais impróprios" sobre as mulheres do abrigo. As duas
foram forças a pedir a demissão.

Noutro abrigo, uma antiga funcionária falou-me duma residente lésbica que regularmente
acompanhava uma rapariga menor para o seu quarto. Quando a gerente do abrigo foi
notificada do comportamento suspeito, a mulher visada acusou a empregada de
"preconceito".

Noutra ocasião, uma revoltada mulher residente queixou-se à mesma gerente sobre
actividades sexuais impróprias que ocorriam bem à frente das crianças. A gerente disse
â mulher que "relaxa-se" e que encontra-se alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford viu-se dentro rum relacionamento fisicamente
abusivo. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar com regularidade uma grupo
de apoio dirigido pela YWCA Resolve Family Abuse Program. Em várias ocasiões,
Crawford deu por si a falar com a directora do West Virginia Coalition Against Domestic 
Violence. Inicialmente, os avanços dela nada mais eram que elogios efusivos. Depois disto, 
seguiram-se abraços demorados. E foi então que um dia Crawford reparou que a directora 
da Coalition lhe estava a acariciar as costas.

Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha interesse nos
avanços da directora. Pouco depois disto, Crawford deu por si a ser evitada. Anos mais
tarde, quando Crawford fundou o seu próprio programa de aconselhamento para vítimas
de abuso, ela continuou a ser rejeitada.

Em Houston a Turning Point patrociona festas para as residentes dos abrigos como
forma de as ajudar a encontrar um novo namorado, Os médicos e os advogados locais
são convidados a tomar parte das festas. Uma das mulheres engravidou enquanto se
encontrava num abrigo, alegadamente depois duma dessas festas. Bobbi Bacha, da
Blue Moon Investigations, questiona-se se tais eventos são apropriados para mulheres
que estão a recuperar de relacionamentos abusivos, e preocupa-se que as mulheres
estejam a ser levadas para a prostituição.

Uma mulher que passou tempo em dois abrigos revela de forma aberta que "muitas m
ulheres dos abrigos são lésbicas". Uma das tácticas de engate usadas por uma
funcionária de abrigo era a de suavemente esfregar a mão da residente como forma de
acalmar a sua dor. "Se tu te tornas sua namorada, vais ser muito bem tratada. Eu tinha 
100% de certeza em relação a isto.", explicou a mulher de forma tímida: 
www.vimeo.com/790290 .

Para que fique registado, muitas mulheres que trabalham nos abrigos acreditam que o
casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legalizado, como tal,  quem
é que as pode culpar pelo facto de viverem de acordo com o que acreditam?

Há também o caso da violação digital duma menina de 4 anos no Another Way em
Lake City, Fla. por parte uma rapariga mais velha. Segundo uma antiga funcionária do
abrigo, depois das duas raparigas terem sido descobertas, a "menina de 4 anos declarou 
que a menina de 8 anos tinha inserido o(s) dedo(s) dela dentro das suas partes privadas, 
e 'brincado' com ela."

Eu relatei pela primeira vez este incidente na coluna do dia 22 de Julho, notando que
Florida Coalition Against Domestic Violence nada tinha dito se queria ou não planos para
investigar. Seis semanas depois, e ainda por parte da Florida Coalition. Isto é totalmente
desmedido. Talvez se mais pessoas ligarem para a directora da FCADV, Tiffany Carr no
número 1-850-425-2749 e exigirem uma mais, comecemos a ver o fim da exploração das
mulheres e das meninas nos abrigos de refúgio.




Fonte: © Carey Roberts - http://bit.ly/1ytYGcp
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica



Num novo estudo baseado em reportagens provenientes da Google News, o controverso cruzado que batalha pelos valores familiares, Paul Cameron, afirma que encontrou evidências de que sempre que as atitudes sociais e políticas em relação ao homossexualismo são positivas, os crimes sexuais com elementos homossexuais são mais numerosos.

Cameron, que lidera o Family Research Institute sediado em Colorado Springs e que publicou os seus resultados na semana passado em Roma, esperando com isso influenciar o Sínodo Extraordinário sobre a Família que tem os líderes Católicos de todo o mundo na Cidade Eterna, disse o seguinte ao site LifeSiteNews:
A Igreja Católica está a fazer algo muito importante. Espero que eles levem em consideração esta informação. Creio que serei considerado um Protestante Evangélico, mas o que acontece dentro do Cristianismo no seu todo, é importante para mim. 

A equipa de pesquisa de Cameron analisou 3,000 notícias retiradas da Google News em torno de molestações sexuais reportadas em países tais como a China, o Taiwan, a Rússia, a Moldávia, o Reino Unido, a Itália, a totalidade da União Europeia, o Canadá e os Estados Unidos. Cameron afirma que o estudo revelou um correlação clara e positiva entre a aceitação do homossexualismo (através duma gama de países) com a proporção de crimes sexuais de natureza homossexual.

Assim, apenas 5 porcento das molestações na China eram de natureza homossexual, país onde o homossexualismo é menos aceite. Mas na vizinha Taiwan, com uma história cultural e etnia similares, mas que, segundo Cameron, é ao mesmo tempo, o "líder asiático" dos direitos dos homossexuais, "30 porcento das crianças vítimas abuso sexual haviam sido vitimizadas em actos de natureza homossexual."

Entretanto, na Rússia, outro país hostil ao homossexualismo, 20 porcento da violência sexual contra crianças era de cariz homossexual, enquanto que nos países simpatéticos com o homossexualismo essa proporção era maior: no Reino Unido, 59 porcento dos abusos sexuais infantis eram de natureza homossexual, na Itália o número era de 60 porcento, no Canadá 82 porcento. Nos mais conservadores Estados Unidos o número era de 51 porcento.

Embora os activistas homossexuais ainda não tenham reagido ao estudo, eles já declararam no passado a inexistência de algum tipo de correlação entre o homossexualismo e os crimes sexuais, e já rejeitaram as pesquisas passadas de Cameron. O Prof. Gregory Herek, uma celebridade entre os académicos homossexuais, docente na Universidade da Califórnia, e autor de tais livros como "Stigma and Sexual Preference", já comentou pesquisas anteriores de Cameron, afirmando que "os seus dados de pesquisa estão sujeitos a tantas falhas metodológicas que os tornam virtualmente insignificantes. Mesmo assim, as suas declarações são por vezes citadas por organizações anti-homossexuais nas suas tentativas de estabelecer uma ligação entre a homossexualidade e o abuso sexual de crianças."

No seu site, e durante as últimas décadas, Herek tentou desacreditar numerosos estudos que fazem uma ligação entre o homossexualismo e o abuso de crianças, alegando que a violência sexual de homem para homem nem sempre é homossexual [??], e que os predadores sexuais condenados não são necessariamente representativos dos predadores sexuais "não-capturados", e nem da população homossexual adulta generalizada.

Outros cientistas fizeram também críticas a Cameron. Um respeitado pesquisador do comportamento sexual criminoso, o Canadiano Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontário, colocou vincadamente em causa o actual estudo extraído da Google News. Quinsey disse ao site LifeSiteNews através duma troca de email, que vários factores tornam o estudo problemático. O facto de se colocar no mesmo conjunto todas as vítimas pré-púberes e pós-púberes é algo que ele qualificou de "inescusável". De igual modo, Quinsey alegou que o que Cameron tem em mente com as palavras "abuso" e "molestação" não foi definido, o que faz com que casamentos infantis e prostitutos com 17 anos não sejam distinguidos do incesto convencional ou das vítimas de agressão.

Mais sério, segundo Quinsey, era a dependência de notícias como forma de recolher dados, visto que o processo de atribuição e escrita de notícias é subjectivo:

Se as pessoas têm atitudes negativas em relação à homossexualidade, eles são mais susceptíveis de reportar crimes homossexuais do que crimes heterossexuais, mesmo que tais crimes sejam semelhantes em natureza. 

Cameron respondeu às objecções de Quinsey, afirmando que a sua equipa de pesquisa usou a definição legal de criança, que cobre ambos os lados da puberdade. Ele alegou também que muitos predadores "molestaram crianças am ambos os lados desta divisão teórica". Quanto ao que era um crime sexual contra uma criança, a equipa deixou que os “algoritmos da Google determinassem a base de dados", afirmou ele.

Em resposta à queixa final de Quinsey em torno dum viés na redacção de notícias, Cameron afirmou que "pode existir algo dessa natureza." No entanto, Cameron alegou que qualquer viés jornalístico provavelmente iria colocar-se contra as conclusões do seu estudo, "visto que os média dos países Ocidentais são conhecidos pelo seu víes pro-homossexualismo" e podem tender a censurar referências homossexuais.

Cameron tem muitos apoiantes entre as organizações dedicadas a defender os valores familiares tradicionais, um deles sendo Brian Clowes, pesquisador junto da Human Life International:

Eu sou levado a concordar com o Dr. Cameron.



Clowes levantou as mesmas questões no seu estudo de 2005, "Child Molestation by Homosexuals and Heterosexuals", (Homelitic and Pastoral Review, May, 2005). Nele, Clowes e o seu colaborar Brian Sonnier listaram muitos estudos académicos que demonstravam uma ligação entre o abuso sexual e o homossexualismo.

Um desses estudos, feito pelo renomeado pesquisador de sexualidade depravada, o Checo-Canadiano Karl Freund, citou 17 estudos anteriores demonstrando que, embora os agressores sexuais masculinos cometam duas vezes mais crimes "heterossexuais" (contra vítimas femininas menores) do que os crimes "homossexuais" que eles cometem contra machos que ainda são menores, o número de homens heterossexuais adultos na população geral é vinte vezes maior que o número de homens homossexuais.

Isto significa que o homossexualismo está desproporcionalmente representando nos crimes sexuais contra crianças.

Clowes disse ao LifeSiteNews que fez esse estudo porque "grupos homofílicos Católicos tais como Dignity USA estavam a negar a existência de alguma evidência científica conectando o homossexualismo com o abuso sexual. Eu descobri que isso não era de todo verdade."

Mas o que dizer do estudo do John Jay College em torno do escândalo dos abusos do clero? Comissionado pelo U.S. Conference of Catholic Bishops, a equipa de John Jay estudou os registos das dioceses da maior parte do Estados Unidos, e apurou que 80 porcento dos padres sexualmente abusadores eram machos, mas concluiu que o homossexualismo não era a causa. Clowes respondeu:

Os dados do seu relatório claramente mostram a conexão. Só posso concluir que eles foram intimidados a declarar uma conclusão diferente.

A intimidação por parte do lobby homossexual é um factor enorme dentro do mundo académico, afirmou Clowes, acrescentando que ninguém sabe isto melhor que o Dr. Cameron:

Ele viu a sua reputação a ser manchada de forma brutal.

Entre os ataques estavam acusações de que a sua pesquisa era de má qualidade, que a mesma não aparecia em jornais científicos revistos por pares, que ele odiava os homossexuais, e que ele havia sido "expulso" da American Psychological Association devido a estas ofensas. Todas estas alegações são falsas, afirmou Clowes. O que é verdade é que o Southern Poverty Law Center, sediado no Alabama, qualificou a Family Research Institute de Cameron de intolerante, acusação que foi feita a todos os grupos sem fins lucrativos Americanos que defendem os tradicionais valores Cristãos e familiares.

Clowes especulou que a ligação entre o homossexualismo e o abuso de menores seja o facto de ambos procederem dum desenvolvimento sexual incompleto. Cameron afirma que não sabe o porquê desta ligação existir, mas diz que a mesma estende-se para o passado, até ao tempo dos Gregos clássicos. Ele explica também os dados por ele apurados - que países que mais aceitam o homossexualismo testemunham uma maior percentagem de homossexualismo nas taxas dos seus crimes sexuais - com uma palavra: "acesso".

Actualmente, em países mais simpatéticos em relação ao homossexualismo, tais como a Europa Ocidental e a Commonwealth Britânica, os homossexuais podem ser professores, pastores, treinadores, líderes de Escuteiros, pais adoptivos, disse ele, alegando que uma maior oportunidade está a gerar mais casos criminosos.



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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Luis Pabon: "Já não quero ser homossexual"

Luis Pabon: "Já não quero ser homossexual"
Por Luis Pabon

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Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente. O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.

Já se passaram 7 anos desde que tomei a decisão de abertamente viver a minha vida como um homem homossexual, e a caminhada não tem sido fácil. A mesma tem estado  cheia de dor e angústia, que inicialmente eu tentei esconder com o álcool, com as drogas, com o sexo e com as festas. Inicialmente, foi difícil admitir que eu gostava de outros homens, mas gostava de homens e isso era uma experiência libertadora. Ela deu-me a oportunidade de afirmar a minha identidade depois de ter passado anos a batalhar com isto. Ela deu-me também a oportunidade de ser o meu próprio activista e enfrentar a oposição da minha família, dos meus amigos, e da sociedade como um todo.

Eu sentia orgulho no meu orgulho homossexual, e sentia como se isso fizesse parte de algo maior do que a minha vida - um movimento de homens que amava outros homens e que não tinha receios em exibi-lo. Era suposto o nosso amor ser um acto revolucionário, mas a realidade dos factos é que nós não nutríamos amor uns pelos outros; nós apenas estávamos apaixonados com a ideia de pertencermos a algo, e com a ideia de estarmos na contra-mão.

Nós gostávamos da liberdade e do tabu de nos revoltarmos contra os costumes sociais. O amor que nós pensávamos que fazia parte da afirmação da nossa revolução nada mais era que uma faca que nós viramos contra nós próprios sob a máscara de entretenimento e de momentos de diversão.

Pessoalmente, eu acho que amor é sacrifício, e actualmente não há muitos homens homossexuais que estejam dispostos a se sacrificar pelos seus irmãos. Inicialmente, o espírito de auto-sacrifício esteve saliente durante a crise da SIDA, no princípio dos anos 80, quando os recursos eram poucos e as pessoas estavam assustadas. Mas hoje, parece existir uma preocupação com a sedução do risco à medida que os homens homossexuais vão brincando com o fogo, tentando dar início a uniões com significado na sua perpétua auto-descoberta.

O prémio maior da intimidade é normalmente deixado de lado em favor da gratificação imediata dum encontro casual na craigslist ou num encontro geo-social no Grindr. Os carros passaram a ser os novos quartos, e o sexo não precede conversas de almofada mas sim conversas do tipo, "Blo and Go"“Pump and Dump” e “Skeet and Leave”. Esta vida começa a parecer (e muito) como uma morte lenta a ferver sobre fogo brando, e para mim, ela já não tem o mesmo apelo que no passado chegou a ter. Esta é uma vida a precisar desesperadamente de renovações.

Antigamente os homens eram homens, e aproximavam-se de ti com uma pitada de coragem cavalheiresca. Hoje em dia, eles escondem-se por trás de máscaras electrónicas ou posicionam-se na tua vizinhança dentro dos clubes, esperando que tu dês início ao contacto apenas e só para arrogantemente recusar os teus avanços numa tentativa de projectar o seu desconforto. Eles querem homens que não os querem, homens que se assemelham à distância emocional ou ausência dos seus pais.

Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

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sábado, 25 de outubro de 2014

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

Imagem: ReproduçãoQuando os homossexuais começaram a receber permissão do governo para se casarem, afirmavam que era o suficiente. Muitos dos líderes desse movimento nos EUA diziam que a cerimônia religiosa não era importante. Pouco a pouco algumas denominações foram cedendo e começaram a realizar casamentos gays.
Em Houston, Texas, cinco pastores foram intimados pela prefeitura a entregarem seus sermões para uma avaliação, após denúncias de que os pastores estavam pregando “homofobia”.
A prefeita da cidade é homossexual e disse que eles precisam seguir a leis que proíbem a discriminação.
Na pequena Coeur d’Alene, Estado de Idaho, Donald e Evelyn Knapp, um casal de pastores estão sendo processados por se recusar a realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se condenados, eles podem pegar seis meses de prisão e pagar multas de até US$ 1.000.
A justificativa das autoridades locais é a violação das leis de “não discriminação”. O caso chegou a um Tribunal Federal e pode ser um marco na batalha entre ativistas pró-LGBT e organizações cristãs que defendem a família tradicional.
Uma delas é a Aliança pela Defesa da Liberdade, cujos advogados estão defendendo os pastores nos dois Estados. O advogado Jeremy Tedesco, que atua no caso do Idaho afirmou que “o governo não deve forçar ministros a agir contra a sua fé, fazendo ameaças de prisão e aplicando multas”.
Tony Perkins, presidente da Family Research Council, que tem dado apoio no caso, afirmou que “está aberta a temporada de caça aos cristãos que se recusam a ceder à redefinição de casamento imposta pelo governo”. No início do ano, uma confeitaria pertencente a um evangélico foi processada após se recusar a fazer um bolo para um casamento gay no Estado do Colorado.
Desde 2013, Coeur d’Alene possui leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual. O procurador da cidade, Warren Wilson, afirmou à imprensa que a igreja é um “local público e está sujeito ao decreto”. Ele disse ainda que todos os pastores que atuam na cidade, caso sejam denunciados, serão obrigados a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo.
Como o reconhecimento da legalidade do casamento gay ocorreu este mês no Idaho, o caso tem recebido muita atenção da mídia. Apenas dois dias após ser oficializado, um homem ligou pra Donald Knapp, querendo marcar seu casamento na capela onde o casal ministra há 25 anos. Com a recusa, uma denúncia foi feita e desde então as autoridades municipais se envolveram no caso.
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: Gospel Prime

http://www.verdadegospel.com/pastores-podem-ser-presos-por-se-recusarem-a-realizar-casamento-gay/

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Transexual que já fez cirurgia quer voltar a ser homem - Chelsea diz estar cansada de passar maquiagem e colocar saltos altos para tentar ser aceita pela sociedade

Chelsea diz estar cansada de passar maquiagem e colocar saltos altos para tentar ser aceita pela sociedade


Transexual que já fez cirurgia quer 

voltar a ser homem

"Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma cirurgia irá me dar um 

corpo feminino de verdade. Sinto que estou vivendo uma mentira", afirmou


Chelsea diz estar cansada de passar maquiagem e colocar saltos altos para tentar ser aceita pela sociedade
Foto: Facebook / Reprodução
Uma transexual que fez uma operação de mudança de sexo para se tornar uma mulher,
decidiu que fará outra operação para voltar a ser um homem. Isso porque concluiu
que "ser mulher, é desgastante". As informações são do Daily Mail.
Segundo a publicação, Chelsea Attonley, 30 anos, nasceu menino e sempre
gostou de se vestir como uma menina. Ela vive no condado de Derbyshire, na
Inglaterra. Em 2008, o jovem Mateus mudou o nome para Chelsea e fez uma
cirurgia de mudança de sexo que custou cerca de R$ 39 mil. No entanto, ela
mudou de ideia e quer voltar a ser homem.
"Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma cirurgia irá me dar um corpo
feminino de verdade. Sinto que estou vivendo uma mentira", afirmou. De acordo
com ela, mesmo depois da cirurgia, ninguém a vê como uma mulher e isso a
incomoda.
Além disso, Chelsea diz estar cansada de passar maquiagem e colocar saltos
altos para tentar ser aceita pela sociedade. Segundo ela, isso a deixa "esgotada".
A nova cirurgia de mudança de sexo deve custar cerca de R$ 55 mil. 
Fonte: Clique AQUI


(Vídeo 21:16) - O Brasil não é homofóbico - Dr. Fábio Blanco mostra como a tentativa de transformar a homofobia em um problema no Brasil se dá por meio de mentiras.

(Vídeo 2:18) - Mortes de homossexuais em Pernambuco não foram por homofobia, em muitos mortos pelos próprios homossexuais. (Vídeo 3:19) - "Matemática Gayzista" para falsificar dados e exigir recursos públicos financeiros para as suas organizações




(Vídeo 3:19) - "Matemática Gayzista" para falsificar dados e exigir recursos públicos financeiros para as suas organizações 


(Vídeo 2:24:30) - Curso Online e Gratuito pelo filósofo Olavo de Carvalho sobre o debate público sobre homossexualismo



Publicado em 06/07/2012
Publicado originalmente em junho 27th, 2012 por silviogrimaldo emhttp://www.seminariodefilosofia.org/v...

Olavo de Carvalho analisa o debate público sobre homossexualismo.

O vídeo é a gravação da primeira parte da aula 160 do Curso Online de Filosofia, transmitida em 23 de junho de 2012.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Levy associa homossexuais à pedofilia e prega enfrentamento a gays

Levy associa homossexuais à pedofilia e prega enfrentamento a gays

(...) vamos ter coragem, nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer que sou pai, uma mãe, vovô, e o mais importante, é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico (...)

Maiores informações clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/09/29/levy-associa-homossexuais-a-pedofilia-e-prega-enfrentamento-a-gays.htm

sábado, 13 de setembro de 2014

10/09/2014* d.C. - Dia Internacional de Combate à Violência por Gays

10/09/2014* d.C. 

Dia Internacional de Combate 
à Violência por Gays

(*) Polícia descarta homofobia em morte de jovem gay. (...) O lavrador e a vítima tiveram relação sexual num terreno baldio após um encontro casual na rua. (...) O homossexual João Antônio Donati foi assassinado pelo homossexual em Inhumas (GO).

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/09/1515698-policia-descarta-homofobia-em-morte-de-jovem-gay.shtml

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

(Abaixo-Assinado) - Capelã Evangélica Eleny Vassão de Paula Aitken está sendo Atacadas com acusações difamatórias por militantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).

Abaixo-assinado APOIO AO SERVIÇO DE CAPELANIA EVANGÉLICA

Para: Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Gov. do Estado de São Paulo

A ACEH – Associação de Capelania Evangélica Hospitalar, na pessoa da Capelã Evangélica Eleny Vassão de Paula Aitken, através das Capelanias Evangélicas do Centro de Referência (CRT-AIDS) e Treinamento em DST-AIDS e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, estão sendo atacadas com acusações difamatórias por militantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).

O ataque é feito através dos artigos e comentários na Internet: “A HOMOFOBIA (INSTITUCIONAL) NOSSA DE CADA DIA”, de autoria do Sr. Claudio Celso Monteiro Jr. e de outro, de autoria do Sr. Ricardo Aguieiras, intitulado “FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO INVADE HOSPITAIS BRASILEIROS”. O último atinge também a Igreja Presbiteriana do Brasil e é feito a partir de um trecho do livro “A Missão da Igreja Frente a AIDS”, de autoria de Eleny, publicado há quase 20 anos pela Editora Cultura Cristã. As denúncias contemplam também acusações de “homofobia”, atendimento espiritual de maneira invasiva e sérias falhas em questões de biossegurança. 

O texto é ratificado através de acusações verbais levadas às Diretorias destes Hospitais pela Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania da cidade de São Paulo. 

Cabe à Igreja Evangélica e à Sociedade Brasileira se manifestar, tanto em defesa deste ministério nos hospitais com uma história de 30 anos de atuação em mais de 200 hospitais brasileiros e em 13 outros países, como também em defesa da liberdade de pensamento e expressão, da verdade e da apresentação do Evangelho em nosso país. Dentro de poucos dias toda a Igreja Brasileira experimentará esta perseguição e violação aos Direitos de liberdade de pensamento, crença e expressão, se não reagir com agilidade e firmeza à agressão e ousadia destes grupos. “Para o triunfo do mal só é preciso que os homens de bem não façam nada”
(Edmund Burke). 

O Artigo 5º da Constituição, em seu caput, afirma que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade. A mesma Constituição afirma que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, expressa em seu Artigo 18 que todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. O Artigo 19 diz que toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Veja, no link abaixo, com que ousadia eles se organizam e lutam por aquilo que chamam de “seus direitos”, enquanto limitam o direito dos outros.
http://www.justica.sp.gov.br/downloads/Relat%C3%B3rio%20de%20Execu%C3%A7%C3%A3o%20do%20Plano%20Estadual%20LGBT.pdf


“...agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que anunciem com toda a intrepidez a tua palavra...” Atos 4:29 

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=p2012n21782

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

(Movimento Nacional de Oração contra a Institucionalização da Iniquidade) - Programa de governo de Marina defende que casamento gay vire lei

29/08/2014 17h09 - Atualizado em 29/08/2014 18h38

Programa de governo de Marina defende que casamento gay vire lei

Presidenciável do PSB formalizou nesta sexta propostas para a eleição. Programa diz que ela apoiará propostas que já tramitam no Congresso


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