LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

(Movimento Nacional de Oração contra a Institucionalização da Iniquidade) - Programa de governo de Marina defende que casamento gay vire lei

29/08/2014 17h09 - Atualizado em 29/08/2014 18h38

Programa de governo de Marina defende que casamento gay vire lei

Presidenciável do PSB formalizou nesta sexta propostas para a eleição. Programa diz que ela apoiará propostas que já tramitam no Congresso


Clique no link abaixo para maiores informações sodomitas do Governo Luciferiano e Melancia da Marina Silva:

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Preparando Cristãos contra o Sofisma e a Ditadura do Gayzismo.

Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente


Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente

Evangelista processado por pregação bíblica vê cantora gospel lésbica como um prenúncio

Bob Unruh
Uma cantora gospel que vem exortando as igrejas para que mudem a doutrina sobre o comportamento homossexual desde o momento em que ela anunciou que é lésbica está na vanguarda de uma tsunami de promotores da agenda gay que estão infiltrando as igrejas, afirma o advogado evangélico, evangelista e ativista Scott Lively.
Vicky Beeching
Lively, presidente da Abiding Truth Ministries, disse que com pessoas de dentro da igreja na ofensiva, como Vicky Beeching, uma artista de origem britânica que se tornou popular entre os evangélicos nos EUA, ele espera que "os ataques contra os cristãos nos EUA serão tão grandes como nunca vimos antes".
Ele explicou que, depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição americana que não aceitasse e promovesse totalmente o comportamento homossexual.
A primeira vitória foi sobre a Associação Americana de Psiquiatria e, após 40 anos, todos os outros grupos tinham sido conquistados, disse ele. Os escoteiros foram os últimos a cair, há apenas um ano.
Agora, a única organização que sobrou é a igreja, disse ele.
"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja", disse ele.
O problema é que os líderes cristãos não estão se preparando para uma luta como essa, disse Lively, e realmente não sabem do que o movimento é capaz.
Beeching revelou que ela é lésbica em uma entrevista na semana passada ao jornal “Independent” de Londres.
"O que Jesus ensinou foi uma mensagem radical de acolhimento, inclusão e amor. Estou certa de que Deus me ama do jeito que eu sou e sinto que isso é um grande chamado que eu tenho para comunicar aos jovens," disse ela.
Lively, entretanto, disse que Beeching representa "a volta da maré antes de um tsunami" e um indicador de "de as coisas ainda vão piorar muito".
Ele publicou um folheto para os pastores que explica o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade.
"Nem uma única passagem bíblica retrata a homossexualidade de forma positiva", diz o folheto. "Jesus, de forma inequívoca, condenou todo pecado sexual, incluindo a homossexualidade, confirmando o paradigma de ‘uma só carne’ de Gênesis".
Ele afirma que " uma perigosa heresia moderna chamada de ‘teologia gay’ está se infiltrando na igreja cristã em um ritmo alarmante".
"Muitos crentes, com medo de serem chamados de ‘inimigos’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um pecado’", diz ele.
"Mas, do Gênesis ao Apocalipse, a Bíblia ensina que a homossexualidade NÃO É ‘ apenas mais um pecado’. É um símbolo de rebelião extrema contra Deus e é um presságio da Sua ira".
Na lista estão várias condenações bíblicas ao comportamento homossexual.
Ele disse que seu objetivo é colocar o folheto nas mãos de cada pastor e líder cristão dos EUA e de todo o mundo para que eles tenham uma explicação bíblica do porquê o comportamento homossexual é pecaminoso.
Lively nota que um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal."
"Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: a igreja cristã", disse Lively.
Lively está familiarizado com os ataques contra os cristãos. Ele foi processado por ativistas em Uganda, que o acusaram sob o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) de incitar perseguição aos homossexuais.
O caso é importante porque uma decisão contra ele significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-bíblicos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição dos Estados Unidos.
O juiz federal dos Estados Unidos, Michael Posner, deixou prosseguir o caso trazido contra Lively por um grupo africano chamado Sexual Minorities Uganda (Minorias Sexuais de Uganda) ou SMUG.
O grupo SMUG chama o discurso contra o comportamento homossexual, feito por Lively, de "crime contra a humanidade" em violação da "lei internacional". Os autores alegam que o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) nos Estados Unidos permite-lhes fazer a acusação em um tribunal dos EUA.
Mas o advogado de Lively, Horatio Mihet do Liberty Counsel (Conselho de Liberdade), diz que a pregação de seu cliente é protegida pela Constituição.
"Acreditamos que as pretensões do SMUG estão firmemente encerradas, não só pelo direito da Primeira Emenda à liberdade de expressão, mas também pela recente decisão da Suprema Corte em Kiobel, que eliminou o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) para casos que teriam ocorrido em nações estrangeiras", disse ele.
No entanto, Posner levou quase 80 páginas para dizer que ele achava que as alegações do SMUG eram importantes e precisavam ser julgadas.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Churches warned: “Tidal wave of gay theology” looming
Outros artigos de Scott Lively:

(A Importância do Verdadeiro Preconceito: Subsídios para não ser Afetado) - OMS: homossexuais têm 20 vezes mais probabilidades de contrair HIV

OMS: homossexuais têm 20 vezes mais probabilidades de contrair HIV

Devido à grande incidência, a organização elaborou pela primeira vez uma lista de diretrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre gays e transexuais


AFP/Alejandro Pagni
Casal gay de mãos dadas
Na América Latina, cerca da metade das contaminações por HIV acontecem entre gays
Genebra - Os homossexuais apresentam 20 vezes mais chances de contrair HIV e por isso a Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou pela primeira vez uma lista de diretrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre gays e transexuais.
Em países como a Bolívia, Jamaica, México, Mianmar, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia, a porcentagem de homossexuais contagiados por HIV ultrapassa os 20%, e em alguns casos chega a 40%, segundo afirma o relatório da OMS, apresentado nesta terça-feira em Genebra.
No caso dos transexuais, as taxas de contágio variam entre 8% e 68%, dependendo do país, embora em muitos casos os dados não sejam confiáveis pelo fato da comunidade homossexual não ser legalmente reconhecida.
A OMS lembra que em muitos países estas pessoas são estigmatizadas, o que pode fazer com que não recorram aos serviços de atendimento médico nem recebam tratamento por medo de serem humilhadas caso seja rompido o pacto de sigilo médico-paciente.
Atualmente, mais de 75 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os de direitos fundamentais, como o atendimento médico.
Segundo os dados por regiões, a prevalência de infecções de HIV entre homossexuais na África Subsaariana oscila entre 6% e 31%, enquanto na Ásia os homossexuais apresentam 18 vezes mais probabilidades de contrair o HIV do que a população heterossexual.
Na América Latina, cerca da metade das contaminações por HIV acontecem entre gays.
As recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde e aos homossexuais e transexuais, com o objetivo de fomentar a prevenção por meio da camisinha.
"Não podemos reduzir a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares destes grupos da população", declarou o diretor do departamento de HIV/Aids da OMS, Gottfried Hirnschall.
As novas diretrizes da OMS foram preparadas ao longo do ano passado mediante consultas mundiais das quais participaram funcionários da saúde pública, cientistas e representantes de organizações da sociedade civil.
Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/oms-homossexuais-tem-20-vezes-mais-probabilidades-de-contrair-hiv

sábado, 23 de agosto de 2014

Intolerância Homossexual: Lésbicas processam fazendeiros por não permitir promiscuidade gay em sua fazenda

As duas moças da foto se chamam Jennifer McCarthy e Melisa Erwin. Elas estavam procurando um local para comemorar sua união quando consultaram um casal de fazendeiros do estado de NY, Cynthia e Robert Gifford, para fazer a festa.
Cynthia e Robert, que moram na fazenda, disseram que aceitariam alugar para a recepção mas pediram que não houvesse um casamento gay lá e, claro, o mundo caiu sobre suas cabeças. O casal já teve empregados gays, se colocou aberto a fazer a recepção, mas como não quiseram que o casamento gay fosse celebrado lá viraram o novo inimigo público da imprensa americana.
Cynthia e Robert foram processados e condenados a pagar US$ 10 mil para o estado de NY e mais US$ 1,5 mil para Jennifer e outros US$ 1,5 mil para Melisa. Mesmo numa situação dessas, o estado fica com a fatia maior do bolo, claro.
Na defesa, o casal tentou argumentar que a fazenda é sua casa, não uma casa de festas, que só muito raramente abre as portas para cerimônias de terceiros, mas foram condenados assim mesmo e o advogado ainda não decidiu se vai recorrer da decisão por conta dos custos envolvidos, que podem multiplicar o prejuízo atual numa eventual nova derrota.
Esse é mais um capítulo da perseguição a todos os membros da cadeia produtiva de indústria do casamento nos EUA, o que inclui fotógrafos, confeiteiros, cerimonialistas, entre outros, que tiverem qualquer restrição a participar de festas gays, mesmo que dentro de sua própria casa, como aconteceu com Cynthia e Robert.
Para a esquerda, a questão é fácil de resolver, mas há uma pequena parcela da direita que "xinga muito no twitter" qualquer um que se oponha a participar ou até chamar de casamento a união civil entre pessoas do mesmo sexo. 
Nesse caso específico, estamos falando do estado obrigando o casal Cynthia e Robert a hospedar a festa na sua própria casa, na sua propriedade particular. Nesta situação, qual "direito" prevalece? Será que proteger a convicção religiosa do casal é "agredir" e "discriminar" Jennifer e Melisa e, portanto, a intervenção estatal se justificaria? Ou o direito de fazer o que quiser na própria casa vence?
Cartas para a redação.