LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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A CULTURA GAY É INTOLERANTE E NÃO CONSEGUE VIVER NA DIVERSIDADE COM RESPEITO

sábado, 23 de agosto de 2014

Intolerância Homossexual: Lésbicas processam fazendeiros por não permitir promiscuidade gay em sua fazenda

As duas moças da foto se chamam Jennifer McCarthy e Melisa Erwin. Elas estavam procurando um local para comemorar sua união quando consultaram um casal de fazendeiros do estado de NY, Cynthia e Robert Gifford, para fazer a festa.
Cynthia e Robert, que moram na fazenda, disseram que aceitariam alugar para a recepção mas pediram que não houvesse um casamento gay lá e, claro, o mundo caiu sobre suas cabeças. O casal já teve empregados gays, se colocou aberto a fazer a recepção, mas como não quiseram que o casamento gay fosse celebrado lá viraram o novo inimigo público da imprensa americana.
Cynthia e Robert foram processados e condenados a pagar US$ 10 mil para o estado de NY e mais US$ 1,5 mil para Jennifer e outros US$ 1,5 mil para Melisa. Mesmo numa situação dessas, o estado fica com a fatia maior do bolo, claro.
Na defesa, o casal tentou argumentar que a fazenda é sua casa, não uma casa de festas, que só muito raramente abre as portas para cerimônias de terceiros, mas foram condenados assim mesmo e o advogado ainda não decidiu se vai recorrer da decisão por conta dos custos envolvidos, que podem multiplicar o prejuízo atual numa eventual nova derrota.
Esse é mais um capítulo da perseguição a todos os membros da cadeia produtiva de indústria do casamento nos EUA, o que inclui fotógrafos, confeiteiros, cerimonialistas, entre outros, que tiverem qualquer restrição a participar de festas gays, mesmo que dentro de sua própria casa, como aconteceu com Cynthia e Robert.
Para a esquerda, a questão é fácil de resolver, mas há uma pequena parcela da direita que "xinga muito no twitter" qualquer um que se oponha a participar ou até chamar de casamento a união civil entre pessoas do mesmo sexo. 
Nesse caso específico, estamos falando do estado obrigando o casal Cynthia e Robert a hospedar a festa na sua própria casa, na sua propriedade particular. Nesta situação, qual "direito" prevalece? Será que proteger a convicção religiosa do casal é "agredir" e "discriminar" Jennifer e Melisa e, portanto, a intervenção estatal se justificaria? Ou o direito de fazer o que quiser na própria casa vence?
Cartas para a redação.

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