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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica



Num novo estudo baseado em reportagens provenientes da Google News, o controverso cruzado que batalha pelos valores familiares, Paul Cameron, afirma que encontrou evidências de que sempre que as atitudes sociais e políticas em relação ao homossexualismo são positivas, os crimes sexuais com elementos homossexuais são mais numerosos.

Cameron, que lidera o Family Research Institute sediado em Colorado Springs e que publicou os seus resultados na semana passado em Roma, esperando com isso influenciar o Sínodo Extraordinário sobre a Família que tem os líderes Católicos de todo o mundo na Cidade Eterna, disse o seguinte ao site LifeSiteNews:
A Igreja Católica está a fazer algo muito importante. Espero que eles levem em consideração esta informação. Creio que serei considerado um Protestante Evangélico, mas o que acontece dentro do Cristianismo no seu todo, é importante para mim. 

A equipa de pesquisa de Cameron analisou 3,000 notícias retiradas da Google News em torno de molestações sexuais reportadas em países tais como a China, o Taiwan, a Rússia, a Moldávia, o Reino Unido, a Itália, a totalidade da União Europeia, o Canadá e os Estados Unidos. Cameron afirma que o estudo revelou um correlação clara e positiva entre a aceitação do homossexualismo (através duma gama de países) com a proporção de crimes sexuais de natureza homossexual.

Assim, apenas 5 porcento das molestações na China eram de natureza homossexual, país onde o homossexualismo é menos aceite. Mas na vizinha Taiwan, com uma história cultural e etnia similares, mas que, segundo Cameron, é ao mesmo tempo, o "líder asiático" dos direitos dos homossexuais, "30 porcento das crianças vítimas abuso sexual haviam sido vitimizadas em actos de natureza homossexual."

Entretanto, na Rússia, outro país hostil ao homossexualismo, 20 porcento da violência sexual contra crianças era de cariz homossexual, enquanto que nos países simpatéticos com o homossexualismo essa proporção era maior: no Reino Unido, 59 porcento dos abusos sexuais infantis eram de natureza homossexual, na Itália o número era de 60 porcento, no Canadá 82 porcento. Nos mais conservadores Estados Unidos o número era de 51 porcento.

Embora os activistas homossexuais ainda não tenham reagido ao estudo, eles já declararam no passado a inexistência de algum tipo de correlação entre o homossexualismo e os crimes sexuais, e já rejeitaram as pesquisas passadas de Cameron. O Prof. Gregory Herek, uma celebridade entre os académicos homossexuais, docente na Universidade da Califórnia, e autor de tais livros como "Stigma and Sexual Preference", já comentou pesquisas anteriores de Cameron, afirmando que "os seus dados de pesquisa estão sujeitos a tantas falhas metodológicas que os tornam virtualmente insignificantes. Mesmo assim, as suas declarações são por vezes citadas por organizações anti-homossexuais nas suas tentativas de estabelecer uma ligação entre a homossexualidade e o abuso sexual de crianças."

No seu site, e durante as últimas décadas, Herek tentou desacreditar numerosos estudos que fazem uma ligação entre o homossexualismo e o abuso de crianças, alegando que a violência sexual de homem para homem nem sempre é homossexual [??], e que os predadores sexuais condenados não são necessariamente representativos dos predadores sexuais "não-capturados", e nem da população homossexual adulta generalizada.

Outros cientistas fizeram também críticas a Cameron. Um respeitado pesquisador do comportamento sexual criminoso, o Canadiano Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontário, colocou vincadamente em causa o actual estudo extraído da Google News. Quinsey disse ao site LifeSiteNews através duma troca de email, que vários factores tornam o estudo problemático. O facto de se colocar no mesmo conjunto todas as vítimas pré-púberes e pós-púberes é algo que ele qualificou de "inescusável". De igual modo, Quinsey alegou que o que Cameron tem em mente com as palavras "abuso" e "molestação" não foi definido, o que faz com que casamentos infantis e prostitutos com 17 anos não sejam distinguidos do incesto convencional ou das vítimas de agressão.

Mais sério, segundo Quinsey, era a dependência de notícias como forma de recolher dados, visto que o processo de atribuição e escrita de notícias é subjectivo:

Se as pessoas têm atitudes negativas em relação à homossexualidade, eles são mais susceptíveis de reportar crimes homossexuais do que crimes heterossexuais, mesmo que tais crimes sejam semelhantes em natureza. 

Cameron respondeu às objecções de Quinsey, afirmando que a sua equipa de pesquisa usou a definição legal de criança, que cobre ambos os lados da puberdade. Ele alegou também que muitos predadores "molestaram crianças am ambos os lados desta divisão teórica". Quanto ao que era um crime sexual contra uma criança, a equipa deixou que os “algoritmos da Google determinassem a base de dados", afirmou ele.

Em resposta à queixa final de Quinsey em torno dum viés na redacção de notícias, Cameron afirmou que "pode existir algo dessa natureza." No entanto, Cameron alegou que qualquer viés jornalístico provavelmente iria colocar-se contra as conclusões do seu estudo, "visto que os média dos países Ocidentais são conhecidos pelo seu víes pro-homossexualismo" e podem tender a censurar referências homossexuais.

Cameron tem muitos apoiantes entre as organizações dedicadas a defender os valores familiares tradicionais, um deles sendo Brian Clowes, pesquisador junto da Human Life International:

Eu sou levado a concordar com o Dr. Cameron.



Clowes levantou as mesmas questões no seu estudo de 2005, "Child Molestation by Homosexuals and Heterosexuals", (Homelitic and Pastoral Review, May, 2005). Nele, Clowes e o seu colaborar Brian Sonnier listaram muitos estudos académicos que demonstravam uma ligação entre o abuso sexual e o homossexualismo.

Um desses estudos, feito pelo renomeado pesquisador de sexualidade depravada, o Checo-Canadiano Karl Freund, citou 17 estudos anteriores demonstrando que, embora os agressores sexuais masculinos cometam duas vezes mais crimes "heterossexuais" (contra vítimas femininas menores) do que os crimes "homossexuais" que eles cometem contra machos que ainda são menores, o número de homens heterossexuais adultos na população geral é vinte vezes maior que o número de homens homossexuais.

Isto significa que o homossexualismo está desproporcionalmente representando nos crimes sexuais contra crianças.

Clowes disse ao LifeSiteNews que fez esse estudo porque "grupos homofílicos Católicos tais como Dignity USA estavam a negar a existência de alguma evidência científica conectando o homossexualismo com o abuso sexual. Eu descobri que isso não era de todo verdade."

Mas o que dizer do estudo do John Jay College em torno do escândalo dos abusos do clero? Comissionado pelo U.S. Conference of Catholic Bishops, a equipa de John Jay estudou os registos das dioceses da maior parte do Estados Unidos, e apurou que 80 porcento dos padres sexualmente abusadores eram machos, mas concluiu que o homossexualismo não era a causa. Clowes respondeu:

Os dados do seu relatório claramente mostram a conexão. Só posso concluir que eles foram intimidados a declarar uma conclusão diferente.

A intimidação por parte do lobby homossexual é um factor enorme dentro do mundo académico, afirmou Clowes, acrescentando que ninguém sabe isto melhor que o Dr. Cameron:

Ele viu a sua reputação a ser manchada de forma brutal.

Entre os ataques estavam acusações de que a sua pesquisa era de má qualidade, que a mesma não aparecia em jornais científicos revistos por pares, que ele odiava os homossexuais, e que ele havia sido "expulso" da American Psychological Association devido a estas ofensas. Todas estas alegações são falsas, afirmou Clowes. O que é verdade é que o Southern Poverty Law Center, sediado no Alabama, qualificou a Family Research Institute de Cameron de intolerante, acusação que foi feita a todos os grupos sem fins lucrativos Americanos que defendem os tradicionais valores Cristãos e familiares.

Clowes especulou que a ligação entre o homossexualismo e o abuso de menores seja o facto de ambos procederem dum desenvolvimento sexual incompleto. Cameron afirma que não sabe o porquê desta ligação existir, mas diz que a mesma estende-se para o passado, até ao tempo dos Gregos clássicos. Ele explica também os dados por ele apurados - que países que mais aceitam o homossexualismo testemunham uma maior percentagem de homossexualismo nas taxas dos seus crimes sexuais - com uma palavra: "acesso".

Actualmente, em países mais simpatéticos em relação ao homossexualismo, tais como a Europa Ocidental e a Commonwealth Britânica, os homossexuais podem ser professores, pastores, treinadores, líderes de Escuteiros, pais adoptivos, disse ele, alegando que uma maior oportunidade está a gerar mais casos criminosos.



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